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A ILHA DOS AMORES – I

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A MULHER

YouTube – Gorecki Symphony No. 3 “Sorrowful Songs” – Lento e Largo

YouTube – Gorecki Symphony No. 3 “Sorrowful Songs” – Lento e Largo.

“Profissão: chicoteador de mulheres”

Sexta-feira, Março 17, 2006
Sobre: “Profissão: chicoteador de mulheres”

Foi publicado, na última edição da Corrier Internacional – Edição Portuguesa (nº49), um artigo no mínimo inquietante; e certamente revelador, para aqueles que não são conhecedores das diferentes realidades deste mundo. Trata-se de uma entrevista ao muçulmano Moubarak Bin Hamad Bin Rachid Al-Fadhi, um sargento de quarenta e sete anos, «executor de penas religiosas» na Arábia Saudita. Há vinte anos que segue os ensinamentos do Profeta, venerando Deus todo-poderoso, diz o próprio – ou seja, chicotea as mulheres que são enviadas para a prisão de Riad e condenadas ao sofrimento. Comenta que já nem se lembra da primeira vez que o fez, uma vez que considera esta pena «uma forma de compaixão»: «Deus fez as suas leis para o bem-estar dos crentes, para os colocar no bom caminho e conduzi-los à salvação. O Todo-Poderoso é misericordioso, justo e sábio». Acrescenta que «se a mulher estiver doente ou grávida, a execução da pena é adiada».

Obrigada a http://segredos-do-oceano.blogspot.com/2006/03/sobre-profisso-chicoteador-de-mulheres.html

http://snipurl.com/3ezvl

Mulher violada é condenada a 200 chibatadas

Arábia Saudita:
Mulher violada é condenada a 200 chibatadas

Um tribunal saudita condenou hoje a 200 chibatadas e seis meses de prisão uma mulher que foi vítima de violação em grupo, por infringir as leis de segregação por sexo do país.

A mulher, 19 anos, membro da comunidade xiita, foi violada 14 vezes durante o ataque de um gangue na região leste do país.

Inicialmente foi condenada a 90 chibatadas por violar as leis sauditas, que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. A mulher tinha estado no carro de um homem desconhecido durante o ataque.

Quando a vítima apelou à Justiça, os juízes encarregados do caso afirmaram que ela teria tentado usar os meios de comunicação social para influenciar a decisão do tribunal, decidindo por isso duplicar a pena e condenar a vítima à prisão.

Os juízes também duplicaram a pena dos violadores, inicialmente condenados a cinco anos.

Segundo os jornais sauditas, a violação ocorreu há um ano e meio numa província do leste do país.
Sete homens da maioria sunita do país foram considerados culpados pela violação e condenados a penas de um a cinco anos. As penas foram duplicadas depois do apelo, mas mesmo assim foram consideradas brandas, uma vez que o país prevê pena de morte para violadores.

Os jornais sauditas citaram a declaração de um responsável que afirmou que os juízes decidiram punir a vítima porque esta teria tentado influenciar o poder judiciário através dos media.

O advogado da vítima foi suspenso do caso, teve a respectiva licença confiscada e enfrenta um processo disciplinar.

É a segunda vez que publico esta notícia, embora não com o diagrama.

Não é ler-se muito em quantidade, mas sim ler-se-se bem e muitas vezes, o que é bom ler, que se aprende algo mais… do mundo interno do ser humano.

Gostaria de vir a saber mais sobre a exactidão destas notícias assim como de aquirir mais dados sobre esta mulher e este caso… Se souber, ou se souber quem possa vir a saber, diga-me, por favor.







Mutilação Genital Feminina

”I always admired the strength of women like Therese of Lisieux and Teresa of Avila.
When I read Teresa of Avila’s “The Interior Castle”, I remember thinking of the impact her writings must have had in the women of those of times and of the strength she must have had to stay true to her spiritual reality.
I like Sophia de Mello Breyner’s quote, and looking back at all women have suffered because of their sex, I ask… Isn’t it there also sanctity in the simple fact of being a Woman?”

(Comentário da Isabel à recente entrada ”O sexo impede”.)

Ler por favor este artigo no Marquesa, da Drª Cristina. Também guardei eu própria uns excertos, aqui:

Depois seguem-se os meus comentários:

Há muitas mulheres (não mutiladas, no mundo ocidental) que dizem que o pior do parto, foi a episitomia, e as complicações e dores que ela frequentemente provoca a seguir ao parto. A episitomia continua a ser feita em série, nos hospitais, sem qualquer necessidade, e apesar do sofrimento que provoca. Tem imensa influência na capacidade da mãe para um bom começo da maternidade e relação com a criança. No entanto, repito, continua a praticar-se em série (provavelmente menos em Portugal do que nos Paízes ”avançados”), como se o corpo da mulher, um bocado de carne fosse.

Voltando à questão da mutilação genital feminina, se a episitomia já é prejudicial e dolorosa, imagine-se o que é viver com as feridas e dores das mutilações nesses orgãos mais sensíveis do corpo.

No entanto, este crime é apenas uma pequena parte, – apesar da sua imensidade -, do sofrimento infligido às mulheres, graças ao conceito milenar de que a mulher é o mal, e o pecado. Eles são tantos assim, e outros ainda mais graves.

Um tribunal saudita condenou hoje a 200 chibatadas e seis meses de prisão uma mulher que foi vítima de violação em grupo, por infringir as leis de segregação por sexo do país.
A mulher, 19 anos, membro da comunidade xiita, foi violada 14 vezes durante o ataque de um gangue na região leste do país. Inicialmente foi condenada a 90 chibatadas por violar as leis sauditas, que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. Ler aqui

”looking back at all women have suffered because of their sex, I ask… Isn’t it there also sanctity in the simple fact of being a Woman?” – (Isabel)

“Obstat sexus” (“o sexo impede”)

Os tempos ainda não estavam maduros para se declarar Doutora da Igreja a uma mulher. De fato, o Papa Pio XI havia respondido negativamente a solicitação que os Carmelitas haviam apresentado para que Santa Teresa de Jesus, “Madre de los Espirituales”, fosse declarada Doutora. A proposta era rechaçada pelo fato de ser uma mulher. “Obstat sexus” (“o sexo impede”), disse o Papa;Com a declaração de Teresa de Jesus e Catarina de Sena como Doutoras da Igreja, em 1970, foi derrubado defini­tivamente o obstáculo que impedia nomear como Doutora, uma mulher. Perante este fato, novamente se apresentou a possibilidade de que Teresa de Lisieux, nossa irmã, pudesse ser declarada Doutora da Igreja. Em 1973, ano do Centenário de seu nascimento, D. Garrone suscitou novamente a questão: “Um dia Santa Teresa de Lisieux poderá ser Doutora da Igreja? Respondo que sim, sem hesitação, estimulado pelo que sucedeu com a grande Santa Teresa e com Santa Catarina de Sena”. Em ocasiões sucessivas os Carmelitas levantaram a questão. Em 1981, o Cardeal Roger Etchegaray, a pedido do Carmelo Teresiano e, após consulta ao Conselho Permanente do Episcopado francês, enviou uma carta oficial ao Papa João Paulo II solicitando que Teresa de Lisieux fosse declarada Doutora da Igreja. Em diversas ocasiões, a postulação geral da Ordem e o bispo de Lisieux, D. Pican escreveram cartas oficiais neste sentido. O Capítulo Geral do Carmelo Teresiano, em 1991, e o Carmelo da Antiga Obser­vância, em 1995, fizeram outro tanto. No mesmo sentido se pronunciaram mais de 30 conferencias episcopais e milhares de cristãos: sacerdotes, religiosos e leigos de 107 países.….Deus suscitou na Igreja a consciência da necessidade de uma nova evangelização para responder a este tempo especial de graça e renovar a fé, a esperança e o amor centrados em Jesus, único Salvador e centro da história. Ele nos revela o verdadeiro rosto de Deus e nos mostra a presença e ação do Espírito nas pessoas e no mundo.

“Não posso compreender porque as mulheres são tão facilmente, excomungadas na Itália; a cada instante diziam-nos: “Não entreis aqui… Não entreis ali, ficareis excomungadas!… ”Ah! pobres mulheres, como são desprezadas!… Entretanto, elas amam a Deus em maior número do que os homens e, durante a Paixão de Nosso Senhor, as mulheres tiveram mais coragem do que os apóstolos, pois enfrentaram os insultos dos soldados e ousaram enxugar a Face adorável de Jesus… ”

Sua condição de mulher, que expressa com o frescor e a sinceridade de uma pessoa livre, a conduz a uma reflexão evangélica: esta marginalização da mulher faz com que ela participe mais intimamente do desprezo de que Jesus foi objeto em sua paixão. As mulheres tiveram o valor de terem enxugado o rosto de Cristo.

“Sem dúvida, é por isso que ele permite que o desprezo seja sua quota sobre a terra, pois o escolheu para Si mesmo… No céu, ele saberá mostrar que seus pensamentos não são os dos homens, pois então as últimas serão as primeiras

No evangelho de Lucas, Jesus, repleto gozo no Espírito Santo, proclama a lógica divina, tão diferente da nossa: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, por teres ocultado isto aos sábios e aos inteligentes, e por tê-lo revelado aos pequeninos.” (Lc 10,21).

Roma, 01 de outubro de 1997


Extractos de Fr. Camilo Maccise, OCD Fr. Joseph Chalmers, O. Carm.

Nunca tentei ser perfeita… Sou incapaz de sê-lo, sou demasiado pequena… Apenas quero ser santa… A santidade é gratuita, não pertence às nossas forças… Basta deixar que Deus actue…

Jesus não pede grandes acções, mas apenas abandono e gratidão.

A santidade… é uma disposição do coração que nos torna humildes e pequenos nos braços de Deus, conscientes da nossa fraqueza e confiantes até à audácia na sua bondade de Pai.

Teresa de Lisieux

A Poesia visita-nos uma vez na vida. O Amor visita-nos algumas vezes na vida. Mas a Santidade visita-nos todos os dias.

Sophia de Mello Breyner (cito de memória)

Prudência II

A mulher prudente……….    ?

O meu amado Schiller!!

 

É sobretudo por ele que considero mais válido o meu esforço de aprender alemão. Eis a prova maior da sua grandeza. Original e sábio a ponto de julgar e compreender por si algo que ainda agora está além da compreensão da maioria dos intelectuais, artistas e académicos. Contra todas as aparências, e modas…

Eu não conhecia este poema, nem que ele defendera a mulher, mas é perfeitamente coerente com as suas teorias – e as suas teorias, eram as de quem procura a coerência e a prática das suas teoria.

Talvez mil vezes mais perto da espiritualidade do que o misógino Schopenhauer. Mas quem não era misógino? Quem teve a coragem de verdadeiramente defender a mulher como não inferior? Quem vê nisso coragem, em vez de, secretamente, algures um sinal de fraqueza, de ”efeminado” – neste mundo onde ainda hoje se fala de ” literatura de mulheres…” ” — oh, é coisa de mulheres…” ? – Como sinónimo de mole, sentimenl, emocional, consequentemente inferior, menos importante, bla, bla, bla.

A dignidade das mulheres

Honrai as mulheres! Elas entrançam e tecem
Rosas sublimes na vida terrena,
Entrançam do amor o venturoso laço
E, através do véu casto das Graças,
Alimentam, vigilantes, o fogo eterno
De sentimentos mais belos, com mão sagrada.

Nos limites eternos da Verdade, o homem
Vagueia sem cessar, na sua rebeldia,
Impelido por pensamentos inquietos,
Precipita-se no oceano da sua fantasia.
Com avidez agarra o longe,
Seu coração jamais conhece a calma,
Incessante, em estrelas distantes,
Busca a imagem do seu sonho.

Mas, com olhares de encanto e fascínio,
As mulheres chamam a si o fugitivo,
Trazendo-o a mais avisados caminhos.
Na mais modesta cabana materna
Foram deixadas, com modos mais brandos,
As filhas fiéis da Natureza piedosa.

Adverso é o esforço do homem,
Com força desmesurada,
Sem paragem nem descanso,
Atravessa o rebelde a sua vida.
Logo destrói tudo o que alcança;
Jamais termina o seu desejo de luta.
Jamais, como cabeça da Hidra,
Eternamente cai e se renova.

Mas, felizes, entre mais calmos rumores,
Irrompem as mulheres, num instante de flores,
Propiciando zelo e cuidadoso amor,
Mais livres, no seu concertado agir,
Mais propensas que o homem à sabedoria
E ao círculo infindável da poesia.

Severo, orgulhoso, autárcico,
O peito frio do homem não conhece
Efusivo coração que a outro se ajuste,
Nem o amor, deleite dos deuses,
Das almas desconhece a permuta,
Às lágrimas não se entrega nunca,
A própria luta pela vida tempera
Com mais rudeza ainda a sua força.

Mas, como que tocada ao de leve pelo Zéfiro,
Célere, a harpa eólica estremece,
Tal é a alma sensível da mulher.
Com angustiada ternura, perante o sofrimento,
O seu seio amoroso vibra, nos seus olhos
Brilham pérolas de orvalho sublime.

Nos reinos do poder masculino,
Vence, por direito, a força,
Pela espada se impõe o cita
E escravo se torna o persa,
Esgrimem-se entre si, em fúria,
Ambições selvagens, rudes,
E a voz rouca de Éris domina,
Quando a Cárite se põe em fuga.

Porém, com modos brandos e persuasivos,
As mulheres conduzem o ceptro dos costumes,
Acalmam a discórdia que, raivosa, se inflama,
Às forças hostis que se odeiam
Ensinam a maneira de ser harmoniosa,
E reúnem o que no eterno se derrama.

do original «Würde der Frauen» de Johann Christoph Friedrich von Schiller

obrigada ao Luminescências

Contos de Fada – página foi acrescentada

Esta entrada é para dizer que na página Contos de Fadas, e na sub-página Gatas Borralheiras, encontra-se o Conto da Gata Borralheira numa óptima versão portuguesa, com ilustrações. Pode-se imprimir e ler às crianças essa versão…. e lá se encontram também as ligações para ballet e ópera do mesmo conto.

Outra sugestão a pais: o video do ballet por exemplo, em vez do filme Walt Disney…e se alguma vez puder ir à ópera… as crianças adoram….

O video que se segue é uma óptima interpretação de parte da história da Gata Borralheira, mas é em holandês…

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Voor Nederlandse bezoekers:

Ik heb mijzelf verdiept in sprookjes. In dit blog kan je opera en ballet van Assepoester finden (zoek bij ”Gata Borralheira” and ”Contos de Fadas”). Of zie de links boven, voor opera and ballet. Hier is een leuke representatie van Assepoester:


Plien en Bianca: Assepoester

02:13

Protegido: O ”não” na prática – I

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A mulher segundo Pessoa

 Se eu fosse mulher – na mulher os fenómenos histéricos rompem em ataques e coisas parecidas – cada poema do Álvaro de Campos (o mais histérico de mim) seria um alarme para a vizinhança.   F. Pessoa

Bater nas crianças – NÃO!!!

Dado o tema de que se trata, cito aqui o que disse uma ou outra evangelista americana de TV, palavras que uma bloguista portuguesa apoiou a ponto de as publicar e aclamar!!!

Publico o texto, seguido do comentário que deixei no blog ! De momento não tenho tempo para mais… mas o assunto é tão importante que eu não pude deixar passar.

Com respeito aos acontecimentos de Blacksburg, encontrei n’ O Melhor dos Blogs um texto de Anne Graham, a filha do grande evangelista baptista Billy Graham, que já conhecia mas que vem bem a propósito:
À pergunta que lhe foi feita na televisão: “Como é que Deus permitiu uma coisa tão horrorosa, como foi o 11 de Setembro em Nova Iorque?”, Anne Graham respondeu:
“Eu creio que Deus ficou profundamente triste, como nós ficámos. Há muitos anos que vimos pedindo para Deus não interferir nas nossas escolhas pessoais, para saír do nosso governo e das nossas vidas. Sendo respeitador como é, calmamente, Deus deixou-nos. Sendo assim, como podemos esperar que Deus nos dê a sua bênção e a sua protecção?
E continuou:– É verdade! Gritamos, quando há ataques terroristas e tiroteio nas escolas! No entanto, eu creio que tudo começou desde que Madeleine Murray 0’Hare (que acabou também ela por ser assassinada), disse que era impróprio fazer oração nas escolas americanas, como era costume. E concordámos com a sua opinião! Depois, alguém disse que era melhor não ler mais a Bíblia nas escolas! E concordámos!
– Em seguida, – prosseguiu – o Dr. Benjamim Spock disse que não devíamos bater nos nossos filhos quando se comportassem mal, porque a sua personalidade, em formação, ficaria distorcida e prejudicaríamos a sua auto-estima! O seu filho suicidou-se! E dissemos: Um perito neste assunto deve saber o que está a dizer! E concordámos com ele!
Mais tarde, alguém disse que os professores e directores das escolas não deviam disciplinar nem corrigir os nossos filhos, quando se comportassem mal!– Foi decidido, de imediato, que nenhum professor podia tocar nos alunos! Uma coisa é disciplinar, outra é tocar, bem o sabemos!
– Alguém sugeriu, ainda, que deveríamos deixar que as nossas filhas fizessem aborto, se assim o quisessem! E aceitámos sem pestanejar. Sem nos interrogarmos!
– Foi dito, ainda, que devíamos dar aos nossos filhos os preservativos, tantos quantos quises-sem, para fazerem sexo até à saciedade; dar-lhes revistas com mulheres nuas e colocar, na internet, fotos de crianças nuas!– E dissemos: Está bem! Isto é democracia e eles têm o direito de apreciar o corpo feminino, de fazerem o que quiserem, porque tudo isto é sadio!…
Agora, perguntamos:– Porque é que os nossos filhos não sabem distinguir o bem do mal, o certo do errado, não têm consciência, nem se incomodam de matar… mesmo os colegas de escola ou a si mesmos?!”
A resposta é uma só: – Colhemos aquilo que semeámos!

Minha crítica:
Cara Senhora,
Considero este assunto tão importante, que vou publicá-lo no meu blog! Uma criança que tenha apanhado menos devido a algum pai que leia isto, e já valeu a pena. Mas discutindo, poderemos fazer muito mais, e que sejam muitas as crianças e os pais que leiam… e que ao ir bater… pensem: É INÚTIL E ERRADO. ERRADÍSSIMO!!!!!!!

Lamento que apoie – ainda por cima a ponto de publicar e elogiar texto tão detestável, o qual, defende, entre outras coisas péssimas, que se espanque crianças! Por outro lado, agradeço que o tenha tornado público, a esse seu apoio, assim como o de todos os que não reagiram com horror a tais palavras. Torna assim possível a discussão, e que se tire das cabeças bem intencionadas, as ideias erradas e mentiras a este respeito.
Tem uma criança de semanas ao colo, e anda a fazer a apologia de pessoas que defendem o retorno da violência sobre as crianças, ignorando completamente o significado da descoberta e compreensão tão recente (neste período humano) de que é com o amor, a inteligência, a compreensão, a empatia, a beleza, o exemplo, a imaginação, a compaixão, a reflexãoa e a meditação, a liberdade, o exercício, a arte, a cultura, que se educa as crianças bem; NÃO bater-lhes como método: fruto do ódio, da ira, da mesquinhez, da estupidez, da ignorância, da maldade, e de ideias erradas, mentiras.

A todos os que se sintam atraídos por tais métodos, peço que leiam livros sobre psicologia… as crianças espancadas não são de forma alguma mais bem educadas.

Deu muito trabalho a algumas pessoas corajosas, pioneiros, acabarem com milénios de história de crueldade legitimizada como método necessário e eficiente de educação!

Graças a eles, milhares de crianças desenvolvem-se hoje em dia, dezenas ou centenas de vezes melhor, tanto mentalmente, como fisicamente, como emocionalmente.

Aconselho todos os que pensam que bater nas criancinhas é necessário, a investigarem o assunto.  Bater nas crianças é precisamente equivalente a homens baterem nas mulheres, ou donos que batiam nos escravos! Tão ignorante, tão estúpido e tão inútil quanto pensar que deve bater nas mulheres, e nos empregados, porque ”quando não eles não aprendem”.

Dia da mãe

Era uma vez uma rosa…

É como as flores dos cactos: não sei se há algumas que duram tão pouco assim: meia-hora.

E, mesmo assim, depois tira-se logo outra vez. Tudo.

Lança-se veneno, muito.

Deve ser porque acham que essa gente se pode envenenar à vontade, morder venenosamente à vontade, por 30000 cascáveis – que elas são imortais: se disserem alguma coisa, isso NÃO!!! ISSO é discutir e QUEIXAS.

Tudo para um. E nada para o outro. E quanto mais um tem, mais quer ter. Nunca lhe chega.

More women should have babies at home, not in hospital

Childbirth revolution: Mummy State 6 April 2007 23:2 > News > Med

More women should have babies at home, not in hospital, says Health Secretary -By Marie Woolf and Sophie Goodchild – Published: 14 May 2006

Pregnant women are to be advised to give birth at home as part of a revolution in childbirth policy that will reverse decades of medical convention.

Patricia Hewitt, the Secretary of State for Health, is to “challenge the assumption”, prevalent since the 1970s, that the safest place to give birth is in hospital and that home births can be dangerous.

In what is being billed as a historic shift in the politics of childbirth, doctors will be told to offer all pregnant women the chance to deliver their baby at home with the help of a midwife and their own choice of pain relief.

The Independent on Sunday can today reveal that the Government is planning a “strategic shift” in childbirth policy away from hospital delivery and towards births in the reassuring surroundings of home. It has commissioned research to support the case for home births and “challenge the assumption that births should take place in hospitals”. The Secretary of State wants to “demedicalise” pregnancy and challenge the “presumption” that birth should take place under the supervision of a doctor.

“A strategic shift towards more home births is part of the Government’s move for more care to be provided in the community and in the home, and away from acute hospitals,” said a Health Department source.

The move comes as new figures reveal that more than 200,000 women, a third of all who give birth every year, suffer some psychological distress after delivery.

Pode ler o resto:> News > Med

Revolução do Nascimento/Parto

Este artigo está relacionado com o seguinte, e lamento que esse seja em inglês pois não tenho tempo para o traduzir.

Eis o que aparece no Google, na PubMed, quando se procura ”birht revolution”:

Related Links

Mas isto é desinformação e mentira.

Revolução do nascimento, não é de forma alguma, nunca foi, a indústria da fertilização, dos laboratórios de bébés proveta, etc. Muito pelo contrário!

A revolução do nascimento, é o movimento começado, pela luta de pioneiros que foram marginalizados. Devido a estes pioneiros, os quais aliás raramente recebem sequer uma menção, quanto mais o reconhecimento que merecem, é que temos a ”revolução”, a qual aliás é uma transicção, uma profunda modificação, transformação, pacífica, na visão e prática do parto.

Compreendamos hoje em dia que mais tarde, essas compreensões ou descobertas de pioneiros, só começam a ser aplicados massivamente, quando um pequeno grupo de pessoas adquire o controle sobre a (gigantesca) vantagem financeira que pode extraír dessas verdades pioneiras, e começa a sua acção. É o que se passa agora com a ”Revolução do nascimento”, como pode ver no artigo seguinte, cujo título no Independente é esse mesmo.

A gigantesca desonestidade, está (sempre?) em esconder metade da verdade…

O estabelecimento industrial, patriarcal, lucrativo, utilitarista, técnicológico e materialista, médico, de saúde, farmácia, etc., justamente, defendeu, apoiou, perpetuou e lucrou com a prática desumana de técnicas de tortura atroz, durante o parto, – ou com a destruição do parto – e com o impedimento do esclarecimento e desenvolvimento da compreensão e da libertação, que tornam possível um parto totalmente diferente, humano, e até mesmo, belo, que merece o nome de ”dar à Luz”.

E agora… agora até vão começar a dizer que graças ao grande desenvolvimento técnológico, que faz possível o avanço da ciência e da medicina, se descobriu que o parto ”natural” é melhor… em casa? É mentira, pura e simplesmente! Vão fingir serem eles os autores de uma descoberta… que fizeram tudo por combater, reprimir e esconder.

O que se passa é que o parto natural e consciente, que aos poucos se está a tornar conhecido das mulheres, apesar do ”estabelecimento e regime industrial”, é completamente incompatível com esse estabelecimento! Não é forçosamente incompatível com um Hospital – é sim incompatível com os Hospitais que se têem vindo a desenvolver mundo fora, só interessados em lucro, e desumanos.

O parto natural, não se deixa comandar à hora, e ao esquema dos interesses financeiros de gente idiota de quem só pensa em dinheiro. O parto natural não é instantâneo nem fácil, nem a repetição maquinal barata de uma fábrica… É para ele que as Maternidades e a boa tradição portuguesa das boas Maternidades, deveriam existir!

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