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A ILHA DOS AMORES – I

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9.e) FILOSOFIA GERAL

Videos: Filosofia, Banalidade, e Ética

Filosofia – o que é isto?
05:13

 

 

Filosofia e Dogma
05:37

Gostei da sua iniciativa de falar de filosofia no youtube:

Mas dr. Paulo, tenho uma pergunta…sem apontar agora para a diferença entre o que seja religião e o que seja as limitações e defeitos das pessoas que definem e praticam essa religião.

Os mandamentos, baseados na religião anterior que já existia no Egipto… são negativos… ”eu não matei, eu não fiz ninguém sofrer… eu não escutei às portas…. eu não menti etc.etc.” Não matarás, não roubarás, não mentirás, etc.

No fundo, este ”não” será o equivalente de educar concentrando-se em formar o meio e o hambiente que permite o crescimento, o desenvolvimento, etc….

 

E como é que funciona um estudo de filosofia hoje em dia na Universidade? Eu estou a fazê-lo e não há essa atitude! Só há imposição! Mesmo que essas não sejam aquelas que são positivas para o meu desenvolvimento como aprendiz! Então, dr. Paulo, não é tempo de a filosofia criticar outras coisas, em vez de só a religião e mais a religião. Porque ninguém nos anda a impor a religião (enfim, de certo modo, no Ocidente): mas a escola é totalmente imposta. Então onde está a crítica dos filósofos, crítica activa, forte, em relação aos elementos mais formadores da nossa sociedade?

Claro que pode ser difícil os pais em grande número saberem educar os filhos. Mas porquê que não há filósofos suficientes a saberem pôr a sua ”liberdade” na prática, na Universidade (pelo menos)?

Cumprimentos amistosos

 

 

A ética em Sócrates e Platão
08:08

 

 

Aula Ética – aberta (1a parte)

alguns minutos, partes de um video Google de longa duração que não ouvi ainda.

 

 

 

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A Jóia de Heiddeger 1-Língua e poesia 2- Sobre Ser

 

A JÓIA DE HEIDEGGER

Martin Heidegger On Johann Hebel – ‘Friend Of The House’
01:40

In a 1957 essay, “Hebel – Friend of the House,” (“Hebel der Hausfreund”) Heidegger underscores his great concern with the impoverishment of poetic language via commonplace ‘calculative, instrumental’ use. He discusses the importance of German poet/writer Johann Peter Hebel (1760-1826) who, he feels, embodied an authentic poetic relationship with language as personified in fellow-poet Friedrich Hölderlin’s dictum “poetically… (we) dwell upon the earth.”

In the clip Heidegger says:

“Today the notion of language as an instrument of information is driven to extremes.

… The relation of man to language is in the midst of a transformation the consequences of which we have not yet weighed. Nor can the course of this transformation be directly halted. Moreover, it proceeds in the most profound silence.

It must certainly be granted that in everyday living language appears as a means of communication, and it is as such a means that is employed in the commonplace relationships of life. There are, however, relationships other than the commonplace. Goethe calls these other relationships the “deeper” ones, and says of language:

‘In ordinary life, we make do with impoverished language because we only signify superficial relationships. As soon as the talk is of deeper relations, another language at once enters in – the poetic.‘ “

Reactions to Heidegger’s ‘Being and Time’
06:34

Uma introdução à obra do sueco E. Swedenborg – 1688-1772

Site que apresenta o trabalho de Emanuel Swedenborg, em português do Brasil: http://www.swedenborg.com.br/

Uma introdução a Emanuel Swedenborg:

Cientista

Estudou e publicou várias obras que abrangiam áreas tão diversas como: química, óptica, matemática, magnetismo, hidráulica, acústica, metalurgia, anatomia, hidrostática, fisiologia, pneumática, geologia, mineração, cristalografia, cosmologia, cosmogonia, dinâmica, astronomia, álgebra, mecânica geral e outras.

Filósofo
Além de publicar diversos tratados de filosofia, formulou e desenvolveu as doutrinas filosóficas sobre o influxo, os graus, as formas, as séries e a ordem.

Na área da psicologia, publicou, entre outros, os tratados: Psicologia empirica (1733), um estudo sobre a obra de Chirstian Wolff, e Psicologia Racional (1742), contendo muitos princípios filosóficos e observações inédtias baseados nas suas observações sobre anatomia.

Teólogo
Nos últimos 27 anos de sua vida, escreveu mais de 40 títulos de exegese bíblica, Cristologia, escatologia e doutrina geral, expondo, por meio da Ciência das Correspondências, o sentido interno ou espiritual que jazia oculto na Palavra. Assim, restaurou os fundamentos primitivos do cristianismo, a saber, a fé em Jesus Cristo como Deus que Se fez carne, bem como outras doutrinas básicas, sobre a fé, a caridade, a vida, a Escritura Santa, o casamento etc.

Inventor
Fez esboços, em 1714, de uma “máquina de voar“, que foi considerada pela Academia Real Britânica de Aeronáutica como o primeiro projeto racional de um avião. Inventou vários outros artefatos e instrumentos mecânicos; alguns construiu, outros deixou apenas em esquemas, como uma bomba hidráulica; um dique para construção naval; um guindaste; um compressor a mercúrio; uma carreta mecânica com guindaste; um máquina de parafusar; um instrumento de sopro; uma metralhadora; uma máquina elevadora para extração de minério, um “navio capaz de submergir com a sua tripulação e assim escapar da esquadra inimiga ” (o submarino!) além de outros.

Descobridor pioneiro, foi o primeiro a propor a hipótese nebular da criação do universo, meio século antes de Kant e Laplace; fez descobertas que deram origem à ciência da cristalografia; desenvolveu teorias sobre a natureza da energia; descobriu que o cérebro funciona em sincronia com os pulmões; deduziu o uso do fluido cerebro-espinal; foi pioneiro no estudo do magnetismo; apresentou a teoria de galáxias serem constituídas por estrelas com sistemas planetários.

Político, foi membro atuante do Parlamento por vários anos, tendo apresentado muitas propostas para o desenvolvimento industrial, financeiro e social da Suécia.

Artífice, praticou as artes da música (como organista), criou instrumentos musicais, aprendeu a fazer encadernação de livros, técninas de relojoaria, gravação de metal, marmoraria, polimento de lentes, jardinagem etc.

Literato: Além das obras científicas e teológicas relacionadas nesta página, Swedenborg publicou a primeira álgebra na língua sueca, escreveu poemas e fábulas, editou um jornal científico intitulado Daedalus Hyperboreus, escreveu biografias e histórias.

Poliglota, falava sueco, holandês, inglês, francês, alemão, hebraico, grego, latim e italiano.

 

Foi catedrático de Matemática na Universidade de Uppsala, ao mesmo tempo que pesquisava a fundo áreas tão distintas quanto anatomia e geologia, astronomia e hidráulica. Quando dominava o assunto, publicava obras sobre suas conclusões, obtendo o respeito de outros especialistas e autores das diversas áreas. Vários conceitos emitidos por Swedenborg, nesses estudos, são considerados como pioneiros. Em razão dessas realizações, Swedenborg passou a ser considerado um dos heróis nacionais na Suécia, razão porque seu retrato se encontra no hall da Academia de Ciências daquele país e seu túmulo entre os de reis suecos, numa catedral de Estocolmo.

Os Escritos admiráveis que foram publicados a partir desse período têm influenciado mentes de homens, mulheres e crianças, tanto pessoas humildes quanto da realeza, anônimos ou ilustres famosos, como Carlyle, Ralph Waldo Emerson, Baudelaire, Balzac, William Blake, Helen Keller e Jorge Luis Borges. No entanto, esses mesmos Escritos teológicos e espirituais são motivo para que se façam julgamentos parciais e de interesses, lançando dúvida sobre a sanidade mental do autor e sua reputação científica anterior. Por causa de sua teologia, Swedenborg sofreu censura e forte perseguição por parte de religiosos cristãos em seu país, onde seus livros foram proibidos. De fato, a doutrina por ele exposta abala as bases da crença tradicional do cristianismo, a saber, em um Deus dividido em três pessoas, num sacrifício sanguinário de uma pessoa (o Filho), para aplacar a ira da outra pessoa (o Pai).

Por confrontarem à teologia cristã atual, suas obras foram tidas como heréticas, embora todas as suas proposições doutrinais estejam farta e firmemente confirmadas pelo textos do Antigo e Novo Testamentos da Bíblia. Do princípio ao fim, do primeiro ao último de seus Escrito, Swedenborg não faz outra coisa senão revelar e exaltar o caráter Divino do Senhor Jesus Cristo, sendo ali revelado como o próprio Deus que “Se fez carne e habitou entre nós”. Esse caráter Divino de Jesus nunca foi tão claramente exposto nem defendido em nenhum outro tratado teológico até hoje. Mas ele estava bem ciente da dificuldade com que seus Escritos seriam aceitos, pois escreveu:

“Prevejo que muitos dos que lerem as explicações que se seguem e as descrições, no final dos capítulos, das coisas por mim presenciadas no mundo espiritual, suporão que se trata de pura imaginação. Asseguro, porém, que não foram por mim inventadas, mas existiram em realidade e foram vistas em estado de completa vigília. E isto porque aprouve ao Senhor manifestar-Se a mim e fazer de mim Seu instrumento no ensino da doutrina da nova igreja. Assim, foram-me abertos os interiores da mente e do espírito, o que me permitiu estar simultaneamente em contato com os anjos no mundo espiritual e com os homens no mundo natural, e isto durante anos”.

E, quando se dirigiu ao Rei da Suécia, afirmou solenemente:

“Que nosso Salvador Se revelou a mim visivelmente e me mandou fazer o que tenho’ feito e ainda tenho de fazer, e que me permitiu comunicar-me com anjos e espíritos, eu o tenho declarado a toda a cristandade, tanto na Inglaterra, Holanda, Alemanha e Dinamarca, como na França e Espanha, e também neste país, em várias ocasiões, diante de Vossas Majestades Reais, e especialmente quando fui honrado em me assentar à mesa da família real, diante da qual e de cinco senadores minha missão foi o único assunto da conversa. Mais tarde, expus o mesmo assunto diante de cinco senadores. Entre eles, os condes Tessin, Bonde e Hopkin julgaram que assim é, em verdade. Além dessas, muitas outras pessoas, tanto do país como do estrangeiro, entre as quais se encontram reis e príncipes, têm tido conhecimento de minha missão. Apesar de tudo isso, o Ministério da Justiça declara que esses fatos são falsos, quando não o são. Se dissessem que tais fenômenos são incompreensíveis, nada teria eu a replicar, uma vez que não posso convencer os outros da minha capacidade de ver e ouvir aquilo que eles não vêem e ouvem. Também não posso fazer com que os anjos e espíritos conversem com eles: o tempo dos milagres já passou. Com sua própria inteligência, entretanto, poderão examinar o assunto e preparar-se para compreender esses fenômenos, ao lerem e meditarem sobre meus escritos, nos quais se descrevem muitas coisas sobre as quais jamais alguém escreveu e não poderiam ser descobertas senão por visões ou por comunicação com aqueles que estão no mundo espiritual. Para compreender isto, basta que seja examinado o que foi dito relativamente ao assunto no meu livro sobre o Amor Conjugal. Se restar, ainda, alguma dúvida, estou pronto para testificar, com o juramento mais solene que se me possa prescrever, que o que acabo de dizer é inteiramente verdadeiro e real, sem o menor exagero. Isto me foi permitido experimentar por nosso Salvador, não por meu merecimento, mas por amor a todos os cristãos. Sendo isso o que tem ocorrido de verdadeiro, mal é que o declarem inexato e falso, embora possam alegar que se trate de algo incompreensível”

(Tafel, Documentos Sobre Swedenborg).

 

 

 

Swedenborg: Appearance and Reality

Swedenborg: Appearance and Reality

 

Appearance and Reality

Everything at all visible in the universe is representative of the Lord’s kingdom, so much so that nothing exists in the starry sky above, or on this planet, which is not in its own way representative. For every single thing within the natural order is an outermost image, in that the Divine issues forth into celestial things, which are expression of good; celestial things issue forth into spiritual things, which are expressions of truth; and celestial and spiritual things issue forth into natural things. This shows how stupid, indeed, how topsy-turvy, human intelligence is which separates or isolates natural forces from that which is prior to them and flows into them—that’s is, from their efficient cause—and then attributes everything to natural forces. And people who think and talk in this fashion seem to themselves to be wiser than anybody else, that is to say, by their attribution of everything to natural forces. Angelic intelligence however is quite the reverse—it attributes nothing to natural forces but every single thing to the Lord’s Divine, and so to life, not to anything devoid of life.

Emanuel Swedenborg
Arcana Caelestia (1749-1756)

Emanuel Swedenborg – Ligações e info

In its inmost elements, the human form from its creation is a form of love and wisdom. All the human affections of love in a person and so all his perceptions of wisdom are arranged in a most perfect order, so that together they form a harmonious and thus united whole.

– Emanuel Swedenborg

Swedenborgiana Links

 

Sources

 

· Sigstedt, Cyriel Sigrid (Ljungberg Odhner). (1952) The Swedenborg Epic: The Life and Works of Emanuel Swedenborg. Swedenborg Digital Library. http://www.swedenborgdigitallibrary.org/ES/epicfor.htm

Tafel, R.L. (1875-1877) Documents Concerning the Life and Character of Emanuel Swedenborg. Swedenborg Society. Two volumes, bound as three.

· Synnestvedt, Sig, ed. (1977) The Essential Swedenborg: Basic Religious Teachings of Emanuel Swedenborg. Swedenborg Foundation.

· James, Leon. Swedenborg Glossary of Theistic Science. http://www.soc.hawaii.edu/leonj/leonj/leonpsy/instructor/gloss.html

Other Excellent Sources

· Blom-Dahl, Christen . (2001) The Third Source. Swedenborg: A Physical and Metaphysical Revelation. http://www.theisticscience.org/blomdahl/Sweden.htm

· Taylor, Eugene. (1997) A Psychology of Spiritual Healing. Chrysalis Books.

· Academy Collection of Swedenborg Documents (ACSD). Swedenborg Library, Bryn Athyn College. All known documents, letters, memorials, etc., relating to the life of Emanuel Swedenborg. http://www.brynathyn.edu/Library/SwedenborgDocuments/

· The Swedenborg Library, Bryn Athyn College. Swedenborg Library Online Catalog. Includes the largest collection of Swedenborgiana in the world. http://www.brynathyn.edu/Library/catalog/

· The Swedenborg Society (London). Includes the society’s library catalog and publications catalog. http://www.swedenborg.org.uk/

· The New Philosophy Magazine. Swedenborg Scientific Association. http://newphilosophyonline.org/

· Swedenborg Foundation. http://www.swedenborg.com/

 

 

 

O básico direito humano de eliminar o direito humano?

Indonesian students protesting the French government's banning of the use of ...

Indonesian Students

REUTERS – Wed 07 Mar, 08:28 PMIndonesian students protesting the French government’s banning of the use of religious attire such as the Islamic Hijab, in Jakarta, January 23, 2004. Canadian Muslims may launch a human rights complaint against football’s governing body after a Quebec referee ordered an 11-year-old girl to quit a tournament for refusing to remove her hijab. REUTERS/Supri en/TW ”

Primeira questão:

Acho que todos podem ver pelo título do meu artigo: quem rejeita o direito, e retira a outros o seu direito, não pode exigir direito! Está a usar como argumento e motivo para adquirir o seu direito, o mesmo argumento e motivo que ele próprio rejeitou anteriormente.

Apesar de isto parecer óbvio, é extraodinário ver como na prática, não o é.

As culturas surgem de uma comunhão muito especial dos hábitos, da língua, de aprendizagens e vivências. Permiti-las, respeitá-las e até ser militante, como eu o sou, pela sua existência e protecção, nada tem a ver com apoiar a atrocidade.

A atrocidade e o barbarismo são a atrocidade e o barbarismo – não se trata do ”direito” de rezar ou não rezar, de religião ou não religião, trata-se do direito de fazer ou não fazer atrocidades e horrores às mulheres e crianças.

Por exemplo, (entre tantos outros) a Inquisição torturou pessoas, sobretudo mulheres (embora os homens queimados, sejam muito mais vezes mencionados). Tal não foi usufruto de um direito religioso, mas sim contra os direitos humanos. Tivessemos tido algures uma autoridade que soubesse tal ter proibido com base nos direitos humanos mais básicos. Estejam muitos dos que mencionam as torturas da Inquisição, (aliás na maioria das vezes como argumento comprovativo da barbaridade da religião), mais preocupados com as torturas que hoje se praticam, pelos poderes seculares!

Vulvas cortadas não são um direito a que se tem direito. Órgãos sexuais amputados, e morrer-se apedrejada (porque se mostrou a franja, ou qualquer outro motivo), dói, e é um horror em todas as culturas.

Segunda questão:

Direito, é o direito de lutarmos pela verdade- e isso inclui lutarmos contra o facto de as nossas irmãs, mulheres de todo o mundo, serem educadas sendo programadas e condicionadas para a mentira e para a escravidão. Mas isso inclui fazermos nós o nosso trabalho de casa, que é:

Compreendemos até que ponto nos acontece a nós a mesma coisa? Somos capazes de reconhecer EM QUE É QUE nós fomos condicionados e programamdos? Aprofundámos este fenómeno do condicionamento e da programação humana?

Isso é a condição para podermos ajudar aquelas pobres criaturas na foto, e os milhares de crianças (RAPARIGAS) barbaramente amputadas da parte mais extraordinariamente sensível do seu corpo (a sangue frio, também). Porque até lá, muito infelizmente, sem o sabermos, podemos estar a ajudar o lado contrário ao que pensamos estar a ajudar.

Parece que afinal, ainda não fizemos o nosso trabalho de casa: só essa pode ser a razão dos males do islamismo, e outros, afinal, se terem multiplicado milhares de vezes, sob os nossos olhos, que pretensiosamente, estariam abertos, e apesar  dos dedos apontados dos intelectuais, filósofos e artistas de todo o mundo, repetindo avisos e mais avisos, desde à mais de um século.

 

 

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