Pesquisar

A ILHA DOS AMORES – I

Etiqueta

REFLEXÕES

“Profissão: chicoteador de mulheres”

Sexta-feira, Março 17, 2006
Sobre: “Profissão: chicoteador de mulheres”

Foi publicado, na última edição da Corrier Internacional – Edição Portuguesa (nº49), um artigo no mínimo inquietante; e certamente revelador, para aqueles que não são conhecedores das diferentes realidades deste mundo. Trata-se de uma entrevista ao muçulmano Moubarak Bin Hamad Bin Rachid Al-Fadhi, um sargento de quarenta e sete anos, «executor de penas religiosas» na Arábia Saudita. Há vinte anos que segue os ensinamentos do Profeta, venerando Deus todo-poderoso, diz o próprio – ou seja, chicotea as mulheres que são enviadas para a prisão de Riad e condenadas ao sofrimento. Comenta que já nem se lembra da primeira vez que o fez, uma vez que considera esta pena «uma forma de compaixão»: «Deus fez as suas leis para o bem-estar dos crentes, para os colocar no bom caminho e conduzi-los à salvação. O Todo-Poderoso é misericordioso, justo e sábio». Acrescenta que «se a mulher estiver doente ou grávida, a execução da pena é adiada».

Obrigada a http://segredos-do-oceano.blogspot.com/2006/03/sobre-profisso-chicoteador-de-mulheres.html

http://snipurl.com/3ezvl

Anúncios

Mensagem de Natal 1

Uma mensagem de Natal

 

A Maria do Mar . alguém de quem gosto muito, escreveu uma resposta numa discussão do forum, a qual escolho como uma mensagem de Natal:

Eu dou já aqui a minha opinião : os males do mundo não vêm do racismo, da religião, da ciência. Vêm da nossa própria natureza ! Vêm do modo como todos nós nos relacionamos com os outros ! É essa deficiência na nossa estrutura psicológica que faz com que o “bom” seja transformado em “mau”. O Mal e o Bem existem como entidades absolutas ?

Racismo – quando ouvimos falar nesta palavra pensamos sempre na discriminação do negro pelo branco. E a discriminação do branco pelo negro, que chega a ser ainda mais vincada ?
Assim, a emoção do racismo não é privilégio do branco. É uma má característica da espécie humana.

Religião – o que é que, verdadeiramente, estraga uma religião ? É a crença ? Não ! É a incapacidade de aceitar os outros ! Isto é característico do Cristianismo, ou do Islamismo ? Nem por sombras ! É característico da espécie humana. A emoção do fanatismo religioso é comum a toda a espécie humana.

Ciência – porque é que a Ciência não traz o bem-estar que prometeu ? Falha dela ? Não ! Falha da espécie humana que a usa para fins destrutivos. Falta de ética e moral.

Junte-se a isto tudo a desenfreada necessidade de poder e dinheiro…e teremos uma Humanidade sentada num barril de pólvora ! É o que somos !

Assim, se se quer mudar o Mundo, isso não passa por eliminar a Religião, a Ciência ou mesmo a Política. Passa, isso sim, por modificar os comportamentos e as atitudes.

Maria do Mar

É que há muitos a bradar, mas quem quer realmente mudar de comportamentos e atitudes? Reflectir sobre o que é que cria e forma os comportamentos e atitudes? Reflectir sobre os caminhos andados ao longo de séculos – e ver: onde fomos dar? O que está errado?

Mas não: viramo-nos para um lado – e que bramam? Fora os ecologistas! Sem essa cambada de criminosos… estávamos mal, mas estávamos bem – como até aqui (desde que eu possa fumar… a vida vai-se vivendo). Acabou-se a liberdade! Dizem, espantados. Para logo a seguir desatarem a ajudar os mesmos que dão essas ordens, por interesses que não a saúde, e a morder na mão dos que lutam por liberdade…

Viramo-nos para outro lado – e que bramam? Fora os de esquerda! Sem essa cambada de criminosos… estávamos muito menos mal – quase bem….

Viramo-nos para outro lado – e que bramam? (Esta é a maioria) Fora as religiões! Sem essa cambada de cretinos…. não havia nada de mal neste mundo: nem guerras, nem lutas, nem nada. (É de alto nível, o rigor científico destas afirmações. Fora! A Religião é a causa das guerras e Deus a história da carochinha dos cobardes e atrasados (mentais).

Viramo-nos para os protestantes – e que bramam? (Ano 2001!) Fora os Católicos! Cambada de ladrões corruptos que não conhecem Deus! Roma – oh a Roma que nos reprime! Que nos oprime – tudo tudo é por culpa desses Romanos! Desde há 2000 anos! (estas coisas não costumam chegar aos ouvidos dos ”romanos”) – Fora o horroroso mundo clássico! (- a Renascença – blá !- fora!) E todos os problemas serão resolvidos. (a diferença com estes, – é que não bramam: fazem e ganham dinheiro)
Viramo-nos para os católicos – e que bramam? Fora os gnósticos, e mais a Nova Era!! Cambada de ignorantes – fora com eles e estaremos bem – estaremos ao menos como sempre estivemos. (esconde aí o Nag Hammadi mais o resto). Fora, fora, fora, tudo o que escondemos há dois mil anos tão bem guardado, aliás, porque deixàmos de perceber fosse o que fosse – e se deixares entrar quem se dedicou a tal, é a nossa morte. Fora! Fora!
… a lista é longa… mas no entanto, é monótona, sempre igual – e, em vez de a terminar, não será um caminho mais curto perguntar, finalmente:

mas afinal, o que sabemos nós do que está dentro?

___________

E tinha eu acabado de alinhavar estas pobres palavras, quando encontrei isto, no Otorgal

O mais além é sabermos e sentirmos que por dentro das coisas é que as coisas são.

José Adelino Maltez, Sobre o Tempo que Passa

 

____________

 

Assim, se se quer mudar o Mundo, isso não passa por eliminar a Religião, a Ciência ou mesmo a Política. Passa, isso sim, por modificar os comportamentos e as atitudes.

Looker .

 

Será que esse sentirmos por dentro e o dentro, é que é o princípio de modificarmos os comportamentos e as atitudes?

 

 

O chapéu de chuva – 4

Comentários:

Finalmente, respondi… e agradeço as reacções à minha pergunta sobre o chapéu de chuva…. E aliás quem quiser continuar a responder, é muito bem vindo, claro.

Uma possibilidade é que alguém não responda por pudor… mas acho essa razão inválida. Isso seria andar a expôr-se como super-honesto, quando não é preciso para nada. Ora como se vê, é bem preciso.

Resultado de mais inquirições:

Depois da minha história sobre o chapéu de chuva, a minha amiga que aí mencionei, perguntou a várias pessoas o que é que elas fariam, isto aqui na Holanda, e todas responderam que não trariam o chapéu-de-chuva aos perdidos e achados…… !!

Para coisas ”mais importantes”, foi mencionada a possibilidade de ”deixar algures perto do lugar” para a pessoa poder reencontrar (bem, este pormenor, devo dizer que foi mais a experiência de alguém que gostara que tal lhe tivesse acontecido… a pessoa em questão perdera um casaco…e encontrara-o atado a uma árvore, perto do local onde o perdera, o que achara uma óptima ideia). Claro, quando é ao contrário….

A minha caneta, a ver vamos:

Eu no outro dia deixei algures a minha caneta de tinta permanente… já devem imaginar para quantas pessoas, a caneta ”vale” tanto como o chapéu-de-chuva, não é? No entanto para mim, vale. E no entanto, quem a levasse, não se considerará ladrão… E porquê? Digo já que neste País, se alguém a foi entregar… será uma coisa bestial. (hehe). Mantenho-me com a certeza de a ir encontrar… como sei que haveria boa chance em Portugal… foi na minha Faculdade. Ainda por cima… falei com as pessoas que estiveram no local onde inconscientemente tinha a caneta. Ou seja, aqueles estudantes, se guardaram, falaram comigo… A lógica diria que se quisessem entregar, também me teriam perguntado se era minha… mas mantenho-me positiva. A caneta é me indispensável, mas se desapareceu, deixo-a ir… no mesmo momento.

Frutos imediatos da conversa:

No mesmo dia encontrei um estojo sem dono, o qual não deixei no lugar, fui logo entregá-lo, antes que alguém o levasse. (Antes desta conversa talvez a tivesse lá deixado, para ”não mexer” – e por pensar que era lugar seguro… uma espécie de indecisão…)

Entregar dinheiro:
Leram os comentários da Lalage? Aqui, no ”o chapéu de chuva….” Obrigada Lalage. Acho que vocês foram impecáveis.

Pergunto a respeito desse exemplo: não é possível haver um regulamento para casos assim, de forma a que a polícia seja obrigada a dar satisfações, isto é a comprovar se o dono foi buscar, quem, quando? Ou seja, a entrega da Lalage e irmã deveria ser registada. E dever-lhes-ia ser possível pedir satisfações à Polícia, não? Acredito que muitas das pessoas que entregam coisas, também entregam ou gostariam de entregar com o dinheiro, se fosse possível fazê-lo chegar ao dono! Lembro-me de estar nos perdidos e achados em Lisboa, e de ficar embasbacada com a quantidade de mil e uma coisas que por lá há, tudo à espera dos donos, e desacredito agora aquela frase típica, também nas bocas dos polícias ou empregados que lá trabalhavam: não, isso o dinheiro, já se sabe, tiram sempre”…

O que fazer:

Parece-me que já que tanta gente tira… a solução de deixar no lugar… em certos países… e situações, não é boa ideia: talvez na maioria dos casos.

E vou terminar com uma coisa que pensei agora: Deixe-se um papel colado no local onde se encontra o objecto, a dizer que se levou para tal e tal lugar, ou que se levou para entregar, e que a pessoa deve procurar nos perdidos e achados em questão! Pronto! Uma data de chatices poupadas. (não sei se vou passar a andar com fita-cola, para o caso… :))

Kant na prática:

No outro dia, na aula de Ética, ao aprendermos Kant (o tipo é maravilhoso nisto), os exemplos foram escritos a branco sobre o verde, no quadro. O exemplo que a professora escolheu, muito infelizmente não foi um chapéu de chuva! Foi um I-pod. Infelizmente também, pôs-se a questão como se se pudesse dar de imediato à pessoa….. (que o teria deixado caír na rua, sem dar por nada, continuando a andar, e sem que ninguém tivesse visto, nós poderíamos nas calmas ficar com o I-pod, – ou correr a entregá-lo). …. Dá pano para mangas, tudo isto…. a questão está em que ninguém daquela aula se considerará uma pessoa desonesta. Ao discutir Kant, quem se auto-examina seriamente? E quem se conhece a si próprio? Uma Faculdade só é composta de turmas como a minha. No entanto…sabemos como há pouca chance de eu reaver a minha Parker. Estão a ver a relação? Penso que quase todas as pessoas ali pensaram, naquele momento, que ”claro que entregariam o I-pod de volta…”…

Esta é a questão essencial: a diferença entre aquilo que pensamos que faríamos, e aquilo que fazemos quando a situação está a acontecer. Em coisas pequenas e em coisas grandes….!

Outra questão é, a diferença entre o facto de ser preciso levar aos achados, ou ir entregar a alguém, ou de ser só uma questão de dar porque a pessoa está perto…. Isso parece fazer diferença, mas moralmente, não faz qualquer diferença! Ou melhor: até faz diferença no sentido em que dar o I-pod de volta apenas coajidos pelo facto de a pessoa estar perto, é menos moral do que entregar porque se quer entregar, mesmo que isso requira algum esforço.

______

Interrompo aqui esta reflexão, não porque esteja acabada, mas justamente porque não acabava! Uma coisa é certa. Reflectindo-se sobre estas pequenas coisas, chega-se às grandes. Não são pequenas coisas!

Tem continuação, e quanta!

A minha mudez, a falsidade e as bocas

Ainda em continuação do postal anterior, interessante foi também a coincidência frapante da expressão do professor: ”contra os bacanais do ódio”:

Naqueles mesmos dias, eu recebi, através dos bastidores do meu blog, ligações para postais que só assim se podem qualificar, de pessoa(s) que seria(m) suposta(s) amiga(s-os); de tal forma, que, fiquei muda.

Prefiro muda, a revelar a identidade e traição da tal suposta ”amiga”! A duplicidade (palavras amiguinhas pela frente, obscenidade cínica por de trás como arma de tiro) será resultado de (não diagnosticada) esquizofrenia? Ou apenas, resultado de tanta confusão metida nos genes, de quem pensa que sabe pensar? A triste realidade é que está num ponto avançado da perversão e decadência, nomeadamente:

1 – estar-se convencido de que o que é pornografia e cinismo – ausência do ”sentir são” e da ”razão do coração”, ”vernunft”*, e consciência humana – é a liberdade do amor pela qual lutaram os corações de gente tudo menos obscena.

2 – Estar-se convencido de que quem defende as palavras que eu acima coloquei entre aspas, é puritano; ou quando isso falha, então, é pelo menos ”moralista”, outro dos gritinhos histéricos que por aí lamuria quem não passa dois dias sem substituir as vestimentas de espantalho de um velho tabú, por outro pior.

E se falo do assunto, arriscando a invasão ao blog de gentinha da pior laia, que procura na net alimentar-se das palavras dos assuntos que criticamos – é porque ele é bem relevante. Afinal de contas, a confusão é praticamente geral.

Disseram-me que possivelmente, a obscenidade expressa pela tal ”amiga” não era muito mal intencionada, mas apenas uma espécie de ”catarse que todos praticam hoje em dia na Net”. ?? Hehe, sou especialista em ”catarse”, e posso apenas afirmar que ofender expressamente outros e cisnimo, está no polo oposto de seja que catarse for. Ainda por cima, à socapa. Não é catarse nem purga nem limpeza nem libertação nenhuma. É apenas podridão na alma. No melhor dos casos, leite azedo mantido como relíquia e jóia, num tesouro, à cabeceira.

*Vernunft – penso que é assim que se escreve, à parte o faltar-lhe o treuma – é a primeira vez que uso tal palavra maravilhosa, hehe. Vão ouvir falar mais dela neste diário. Pour le moment, c’est vraiment ma parolle favourite.

Nota acrescentada dia 24: na última frase, onde está ‘tesouro’, deverá estar ‘cofre’. Obrigada.

Liberdade

Porque me tornei rebelde:

A liberdade não é uma concessão do príncipe ou da revolução, é uma conquista do homem revoltado contra a servidão voluntária. Ler em Sobre o tempo que passa

Mas servidão a quem, a quê?

Basta que não tenhamos medo, conforme o projecto de Étienne la Boétie: ”n’ayez pas peur, na servitude volontaire o grande ou pequeno tirano apenas têm o poder que se lhe dá, um poder que vem da volonté de servir das multidões que ficam fascinadas e seduzidas por um só”.

Mas essa fascinação e sedução, é a maior benção: O que tem é que tornar-se Fascinação e Sedução, pelo Eterno…

 

Andrea Mantegna, “Camera degli Sposi”

Aliás, todos os que se tornaram servidores do Eterno, foram radicalmente rebeldes. Rebeldes até contra si próprios. Rebeldes, contra a prisão do príncipe deste Mundo, que é acima de tudo o príncipe da Mentira.

Ele nunca funciona pelo mal visivel. No entanto gastamos nosso tempo reagindo contra esses sintomas. Ele está sempre escondido. Ele nunca assusta, ele seduz. Ele não é pavoroso. Ele aparenta ser maravilhoso. Ele não é feio. Ele aparenta ser belo. Ele não afasta. Ele atrai a si os que estão perto de realizar algo especialmente Bom, criando situações de forma genial e complexa, para que esse Bem não possa acontecer. Ele subrreticiamente cerca e enche de obstáculos o caminho que leva à Liberdade.

É por ele que o caminho para o Monte Abiegno é tão penoso, difícil e raro. É por ele que é preciso tanto Amor para que alguns lá possam chegar…

Saiba mais sobre: Energia nuclear

Recente investigação e publicação por 6 cientista

”An Account of Events in Nuclear Power Plants
Since the Chernobyl Accident in 1986” – April 2007 – Download:

www.greens-efa.org/cms/topics/dokbin/181/181995.residual_risk@en.
Résumé de l’étude en Français

Já anteriormente disponível, uma boa brochura com informação básica para o

Download Brochure


Brochure to know more about nuclear power
Download Brochure (9 MB)

You will meet all kinds of arguments in favor of nuclear energy. In this double-paged sheet of Questions and answers we explain why these arguments are invalid.
In order to fight the comeback of nuclear power, we have collected more than half a million signatures against nuclear power in Europe. The nuclear industry hopes for a nuclear come-back — despite its dangers, despite its astronomical costs. A disaster like the Chernobyl accident, now 20 years ago, can happen anytime anyplace, and since Chernobyl, there were 22 serious nuclear accidents around the world..

… globalised terrorism makes nuclear power stations and the uncontrolled proliferation of nuclear material a serious security hazard.

Despite this, and despite the fact that many EU Member States and the majority of their citizens are not in favour of nuclear energy, the so-called EURATOM Treaty officially obliges all EU countries to promote nuclear power. Clearly, this treaty must be abolished, it being an old relic that has
no role to play in a modern Europe.

Advanced Media Briefing to know more about the Euratom Treaty

Download Media Briefing

Ler: Safe energy for Europe

Brussels 5th June – In Brussels today and in over 20 cities across Europe, protests by environmental groups intensified pressure on BNP Paribas to withdraw its funding of the controversial Belene Buglarian nuclear power plant.

Ler: Europe-wide protests against bank’s funding for dangerous Belene nuclear plant

Os sítios:

Friends of the Earth Europe

Millions against nuclear power


Aprofundando…

Sem profundidade, não há elevação.

E é interessante como em astronomia se chama o ”céu profundo” ao céu altíssimo… mas ao mesmo tempo….se chama ”mar alto” ao mar profundíssimo…

Como poderíamos elevar-nos, se não fosse vindo de baixo, e havendo um ”baixo”?

Como poderíamos encontrar, se não perdessemos primeiro?

É na escura e pesada terra que brotam as sementes que crescem para a luz.

Bater nas crianças – NÃO!!!

Dado o tema de que se trata, cito aqui o que disse uma ou outra evangelista americana de TV, palavras que uma bloguista portuguesa apoiou a ponto de as publicar e aclamar!!!

Publico o texto, seguido do comentário que deixei no blog ! De momento não tenho tempo para mais… mas o assunto é tão importante que eu não pude deixar passar.

Com respeito aos acontecimentos de Blacksburg, encontrei n’ O Melhor dos Blogs um texto de Anne Graham, a filha do grande evangelista baptista Billy Graham, que já conhecia mas que vem bem a propósito:
À pergunta que lhe foi feita na televisão: “Como é que Deus permitiu uma coisa tão horrorosa, como foi o 11 de Setembro em Nova Iorque?”, Anne Graham respondeu:
“Eu creio que Deus ficou profundamente triste, como nós ficámos. Há muitos anos que vimos pedindo para Deus não interferir nas nossas escolhas pessoais, para saír do nosso governo e das nossas vidas. Sendo respeitador como é, calmamente, Deus deixou-nos. Sendo assim, como podemos esperar que Deus nos dê a sua bênção e a sua protecção?
E continuou:– É verdade! Gritamos, quando há ataques terroristas e tiroteio nas escolas! No entanto, eu creio que tudo começou desde que Madeleine Murray 0’Hare (que acabou também ela por ser assassinada), disse que era impróprio fazer oração nas escolas americanas, como era costume. E concordámos com a sua opinião! Depois, alguém disse que era melhor não ler mais a Bíblia nas escolas! E concordámos!
– Em seguida, – prosseguiu – o Dr. Benjamim Spock disse que não devíamos bater nos nossos filhos quando se comportassem mal, porque a sua personalidade, em formação, ficaria distorcida e prejudicaríamos a sua auto-estima! O seu filho suicidou-se! E dissemos: Um perito neste assunto deve saber o que está a dizer! E concordámos com ele!
Mais tarde, alguém disse que os professores e directores das escolas não deviam disciplinar nem corrigir os nossos filhos, quando se comportassem mal!– Foi decidido, de imediato, que nenhum professor podia tocar nos alunos! Uma coisa é disciplinar, outra é tocar, bem o sabemos!
– Alguém sugeriu, ainda, que deveríamos deixar que as nossas filhas fizessem aborto, se assim o quisessem! E aceitámos sem pestanejar. Sem nos interrogarmos!
– Foi dito, ainda, que devíamos dar aos nossos filhos os preservativos, tantos quantos quises-sem, para fazerem sexo até à saciedade; dar-lhes revistas com mulheres nuas e colocar, na internet, fotos de crianças nuas!– E dissemos: Está bem! Isto é democracia e eles têm o direito de apreciar o corpo feminino, de fazerem o que quiserem, porque tudo isto é sadio!…
Agora, perguntamos:– Porque é que os nossos filhos não sabem distinguir o bem do mal, o certo do errado, não têm consciência, nem se incomodam de matar… mesmo os colegas de escola ou a si mesmos?!”
A resposta é uma só: – Colhemos aquilo que semeámos!

Minha crítica:
Cara Senhora,
Considero este assunto tão importante, que vou publicá-lo no meu blog! Uma criança que tenha apanhado menos devido a algum pai que leia isto, e já valeu a pena. Mas discutindo, poderemos fazer muito mais, e que sejam muitas as crianças e os pais que leiam… e que ao ir bater… pensem: É INÚTIL E ERRADO. ERRADÍSSIMO!!!!!!!

Lamento que apoie – ainda por cima a ponto de publicar e elogiar texto tão detestável, o qual, defende, entre outras coisas péssimas, que se espanque crianças! Por outro lado, agradeço que o tenha tornado público, a esse seu apoio, assim como o de todos os que não reagiram com horror a tais palavras. Torna assim possível a discussão, e que se tire das cabeças bem intencionadas, as ideias erradas e mentiras a este respeito.
Tem uma criança de semanas ao colo, e anda a fazer a apologia de pessoas que defendem o retorno da violência sobre as crianças, ignorando completamente o significado da descoberta e compreensão tão recente (neste período humano) de que é com o amor, a inteligência, a compreensão, a empatia, a beleza, o exemplo, a imaginação, a compaixão, a reflexãoa e a meditação, a liberdade, o exercício, a arte, a cultura, que se educa as crianças bem; NÃO bater-lhes como método: fruto do ódio, da ira, da mesquinhez, da estupidez, da ignorância, da maldade, e de ideias erradas, mentiras.

A todos os que se sintam atraídos por tais métodos, peço que leiam livros sobre psicologia… as crianças espancadas não são de forma alguma mais bem educadas.

Deu muito trabalho a algumas pessoas corajosas, pioneiros, acabarem com milénios de história de crueldade legitimizada como método necessário e eficiente de educação!

Graças a eles, milhares de crianças desenvolvem-se hoje em dia, dezenas ou centenas de vezes melhor, tanto mentalmente, como fisicamente, como emocionalmente.

Aconselho todos os que pensam que bater nas criancinhas é necessário, a investigarem o assunto.  Bater nas crianças é precisamente equivalente a homens baterem nas mulheres, ou donos que batiam nos escravos! Tão ignorante, tão estúpido e tão inútil quanto pensar que deve bater nas mulheres, e nos empregados, porque ”quando não eles não aprendem”.

O outro é o paraíso

 (Este texto está muito mal escrita. Tem também a ver com os efeitos estranhos que tem sobre mim  escrever directamente no ”editor” do blog…)

O outro é o paraíso.

Ontem, quando eu tentava exprimir a experiência, que se repete, da incapacidade de comunicar o amor, alguém disse ”sim, é o problema do outro – encontra-se outra pessoa – esse é o problema. Gostaríamos que não houvesse o outro, que fossemos todos só um…”

Oh equívoco dos equívicos!

Isto prova aliás a insuficiência, não da linguagem, mas da nossa linguagem correspondendo ao nosso presente estado de consciência – primitivo.

Quando se diz ”somos todos um”… as pessoas, pensando estar em acordo, podem estar a dizer duas coisas opostas:

Para uns, é a anulação de todos.

Para outros, a harmonia de todos, porque unidos à mesma fonte. Na fonte, somos um, em todos. O nosso todos, é o Uno. Contém todas as partes, não as anula.

Eu GOSTO de encontrar os OUTROS, diferentes de mim. Essas diferenças é que nada têem a ver com o que habita as nossas mentes e nos faz sermos como torres de defesa uns para os outros…

Significados da Ilha dos Amores

A Ilha é, assim, o restabelecimento da Harmonia, de modo que a consagração e a transfiguração mítica dos heróis, que na ilha e pela ilha se opera, são, também e sobretudo, a recolocação do Amor, do verdadeiro Amor, como centro da Harmonia e do Mundo. A Ilha é uma catarse total, não apenas de todos os recalcamentos, mas das misérias da própria História, e das misérias da vida no tempo de Camões e fora dele. É a reconciliação, a transcendência. (SENA, 1980: 76)

 

 

 

 

 

Ler: Imaginário da salvação na ilha dos amores camoniana
José Santiago Naud

...Isso nos impõe a razão da missão terrestre: preparar a Parusia, no exercício fraterno….

 

Ler: O SONHO DO QUINTO IMPÉRIO – MÁRIO MÁXIMO

A filosofia portuguesa não existe sem a poesia. É uma espécie de herança que não admite renúncia nem utilitarismo. As riquezas de tal herança são frugais. Ou melhor, são faustas e imensas, mas no plano da libertação interior. No plano espiritual e metafísico. Talvez no plano místico. Ao nível do profano são mesmo frugais, tais riquezas. Os impérios da filosofia portuguesa não abarcam sujeições. Talvez por isso o efectivo poder político-económico português tenha sido assumido de forma tão efémera e apenas num passado longínquo. Ou seja, que tarda em repetir-se.


Em Muita Letra – Letras à moda do Porto

Estudei, como muitas gerações de portugueses, a obra de Camões na escola preparatória e vem daí a minha aversão por ela. A professora utilizava os versos rebuscados para ensinar gramática aos alunos, obrigando-nos a dividir e identificar as várias orações de cada estrofe. Estava o caldo entornado…

A continuar…

Uma introdução à obra do sueco E. Swedenborg – 1688-1772

Site que apresenta o trabalho de Emanuel Swedenborg, em português do Brasil: http://www.swedenborg.com.br/

Uma introdução a Emanuel Swedenborg:

Cientista

Estudou e publicou várias obras que abrangiam áreas tão diversas como: química, óptica, matemática, magnetismo, hidráulica, acústica, metalurgia, anatomia, hidrostática, fisiologia, pneumática, geologia, mineração, cristalografia, cosmologia, cosmogonia, dinâmica, astronomia, álgebra, mecânica geral e outras.

Filósofo
Além de publicar diversos tratados de filosofia, formulou e desenvolveu as doutrinas filosóficas sobre o influxo, os graus, as formas, as séries e a ordem.

Na área da psicologia, publicou, entre outros, os tratados: Psicologia empirica (1733), um estudo sobre a obra de Chirstian Wolff, e Psicologia Racional (1742), contendo muitos princípios filosóficos e observações inédtias baseados nas suas observações sobre anatomia.

Teólogo
Nos últimos 27 anos de sua vida, escreveu mais de 40 títulos de exegese bíblica, Cristologia, escatologia e doutrina geral, expondo, por meio da Ciência das Correspondências, o sentido interno ou espiritual que jazia oculto na Palavra. Assim, restaurou os fundamentos primitivos do cristianismo, a saber, a fé em Jesus Cristo como Deus que Se fez carne, bem como outras doutrinas básicas, sobre a fé, a caridade, a vida, a Escritura Santa, o casamento etc.

Inventor
Fez esboços, em 1714, de uma “máquina de voar“, que foi considerada pela Academia Real Britânica de Aeronáutica como o primeiro projeto racional de um avião. Inventou vários outros artefatos e instrumentos mecânicos; alguns construiu, outros deixou apenas em esquemas, como uma bomba hidráulica; um dique para construção naval; um guindaste; um compressor a mercúrio; uma carreta mecânica com guindaste; um máquina de parafusar; um instrumento de sopro; uma metralhadora; uma máquina elevadora para extração de minério, um “navio capaz de submergir com a sua tripulação e assim escapar da esquadra inimiga ” (o submarino!) além de outros.

Descobridor pioneiro, foi o primeiro a propor a hipótese nebular da criação do universo, meio século antes de Kant e Laplace; fez descobertas que deram origem à ciência da cristalografia; desenvolveu teorias sobre a natureza da energia; descobriu que o cérebro funciona em sincronia com os pulmões; deduziu o uso do fluido cerebro-espinal; foi pioneiro no estudo do magnetismo; apresentou a teoria de galáxias serem constituídas por estrelas com sistemas planetários.

Político, foi membro atuante do Parlamento por vários anos, tendo apresentado muitas propostas para o desenvolvimento industrial, financeiro e social da Suécia.

Artífice, praticou as artes da música (como organista), criou instrumentos musicais, aprendeu a fazer encadernação de livros, técninas de relojoaria, gravação de metal, marmoraria, polimento de lentes, jardinagem etc.

Literato: Além das obras científicas e teológicas relacionadas nesta página, Swedenborg publicou a primeira álgebra na língua sueca, escreveu poemas e fábulas, editou um jornal científico intitulado Daedalus Hyperboreus, escreveu biografias e histórias.

Poliglota, falava sueco, holandês, inglês, francês, alemão, hebraico, grego, latim e italiano.

 

Foi catedrático de Matemática na Universidade de Uppsala, ao mesmo tempo que pesquisava a fundo áreas tão distintas quanto anatomia e geologia, astronomia e hidráulica. Quando dominava o assunto, publicava obras sobre suas conclusões, obtendo o respeito de outros especialistas e autores das diversas áreas. Vários conceitos emitidos por Swedenborg, nesses estudos, são considerados como pioneiros. Em razão dessas realizações, Swedenborg passou a ser considerado um dos heróis nacionais na Suécia, razão porque seu retrato se encontra no hall da Academia de Ciências daquele país e seu túmulo entre os de reis suecos, numa catedral de Estocolmo.

Os Escritos admiráveis que foram publicados a partir desse período têm influenciado mentes de homens, mulheres e crianças, tanto pessoas humildes quanto da realeza, anônimos ou ilustres famosos, como Carlyle, Ralph Waldo Emerson, Baudelaire, Balzac, William Blake, Helen Keller e Jorge Luis Borges. No entanto, esses mesmos Escritos teológicos e espirituais são motivo para que se façam julgamentos parciais e de interesses, lançando dúvida sobre a sanidade mental do autor e sua reputação científica anterior. Por causa de sua teologia, Swedenborg sofreu censura e forte perseguição por parte de religiosos cristãos em seu país, onde seus livros foram proibidos. De fato, a doutrina por ele exposta abala as bases da crença tradicional do cristianismo, a saber, em um Deus dividido em três pessoas, num sacrifício sanguinário de uma pessoa (o Filho), para aplacar a ira da outra pessoa (o Pai).

Por confrontarem à teologia cristã atual, suas obras foram tidas como heréticas, embora todas as suas proposições doutrinais estejam farta e firmemente confirmadas pelo textos do Antigo e Novo Testamentos da Bíblia. Do princípio ao fim, do primeiro ao último de seus Escrito, Swedenborg não faz outra coisa senão revelar e exaltar o caráter Divino do Senhor Jesus Cristo, sendo ali revelado como o próprio Deus que “Se fez carne e habitou entre nós”. Esse caráter Divino de Jesus nunca foi tão claramente exposto nem defendido em nenhum outro tratado teológico até hoje. Mas ele estava bem ciente da dificuldade com que seus Escritos seriam aceitos, pois escreveu:

“Prevejo que muitos dos que lerem as explicações que se seguem e as descrições, no final dos capítulos, das coisas por mim presenciadas no mundo espiritual, suporão que se trata de pura imaginação. Asseguro, porém, que não foram por mim inventadas, mas existiram em realidade e foram vistas em estado de completa vigília. E isto porque aprouve ao Senhor manifestar-Se a mim e fazer de mim Seu instrumento no ensino da doutrina da nova igreja. Assim, foram-me abertos os interiores da mente e do espírito, o que me permitiu estar simultaneamente em contato com os anjos no mundo espiritual e com os homens no mundo natural, e isto durante anos”.

E, quando se dirigiu ao Rei da Suécia, afirmou solenemente:

“Que nosso Salvador Se revelou a mim visivelmente e me mandou fazer o que tenho’ feito e ainda tenho de fazer, e que me permitiu comunicar-me com anjos e espíritos, eu o tenho declarado a toda a cristandade, tanto na Inglaterra, Holanda, Alemanha e Dinamarca, como na França e Espanha, e também neste país, em várias ocasiões, diante de Vossas Majestades Reais, e especialmente quando fui honrado em me assentar à mesa da família real, diante da qual e de cinco senadores minha missão foi o único assunto da conversa. Mais tarde, expus o mesmo assunto diante de cinco senadores. Entre eles, os condes Tessin, Bonde e Hopkin julgaram que assim é, em verdade. Além dessas, muitas outras pessoas, tanto do país como do estrangeiro, entre as quais se encontram reis e príncipes, têm tido conhecimento de minha missão. Apesar de tudo isso, o Ministério da Justiça declara que esses fatos são falsos, quando não o são. Se dissessem que tais fenômenos são incompreensíveis, nada teria eu a replicar, uma vez que não posso convencer os outros da minha capacidade de ver e ouvir aquilo que eles não vêem e ouvem. Também não posso fazer com que os anjos e espíritos conversem com eles: o tempo dos milagres já passou. Com sua própria inteligência, entretanto, poderão examinar o assunto e preparar-se para compreender esses fenômenos, ao lerem e meditarem sobre meus escritos, nos quais se descrevem muitas coisas sobre as quais jamais alguém escreveu e não poderiam ser descobertas senão por visões ou por comunicação com aqueles que estão no mundo espiritual. Para compreender isto, basta que seja examinado o que foi dito relativamente ao assunto no meu livro sobre o Amor Conjugal. Se restar, ainda, alguma dúvida, estou pronto para testificar, com o juramento mais solene que se me possa prescrever, que o que acabo de dizer é inteiramente verdadeiro e real, sem o menor exagero. Isto me foi permitido experimentar por nosso Salvador, não por meu merecimento, mas por amor a todos os cristãos. Sendo isso o que tem ocorrido de verdadeiro, mal é que o declarem inexato e falso, embora possam alegar que se trate de algo incompreensível”

(Tafel, Documentos Sobre Swedenborg).

 

 

 

Swedenborg: Appearance and Reality

Swedenborg: Appearance and Reality

 

Appearance and Reality

Everything at all visible in the universe is representative of the Lord’s kingdom, so much so that nothing exists in the starry sky above, or on this planet, which is not in its own way representative. For every single thing within the natural order is an outermost image, in that the Divine issues forth into celestial things, which are expression of good; celestial things issue forth into spiritual things, which are expressions of truth; and celestial and spiritual things issue forth into natural things. This shows how stupid, indeed, how topsy-turvy, human intelligence is which separates or isolates natural forces from that which is prior to them and flows into them—that’s is, from their efficient cause—and then attributes everything to natural forces. And people who think and talk in this fashion seem to themselves to be wiser than anybody else, that is to say, by their attribution of everything to natural forces. Angelic intelligence however is quite the reverse—it attributes nothing to natural forces but every single thing to the Lord’s Divine, and so to life, not to anything devoid of life.

Emanuel Swedenborg
Arcana Caelestia (1749-1756)

Emanuel Swedenborg – Ligações e info

In its inmost elements, the human form from its creation is a form of love and wisdom. All the human affections of love in a person and so all his perceptions of wisdom are arranged in a most perfect order, so that together they form a harmonious and thus united whole.

– Emanuel Swedenborg

Swedenborgiana Links

 

Sources

 

· Sigstedt, Cyriel Sigrid (Ljungberg Odhner). (1952) The Swedenborg Epic: The Life and Works of Emanuel Swedenborg. Swedenborg Digital Library. http://www.swedenborgdigitallibrary.org/ES/epicfor.htm

Tafel, R.L. (1875-1877) Documents Concerning the Life and Character of Emanuel Swedenborg. Swedenborg Society. Two volumes, bound as three.

· Synnestvedt, Sig, ed. (1977) The Essential Swedenborg: Basic Religious Teachings of Emanuel Swedenborg. Swedenborg Foundation.

· James, Leon. Swedenborg Glossary of Theistic Science. http://www.soc.hawaii.edu/leonj/leonj/leonpsy/instructor/gloss.html

Other Excellent Sources

· Blom-Dahl, Christen . (2001) The Third Source. Swedenborg: A Physical and Metaphysical Revelation. http://www.theisticscience.org/blomdahl/Sweden.htm

· Taylor, Eugene. (1997) A Psychology of Spiritual Healing. Chrysalis Books.

· Academy Collection of Swedenborg Documents (ACSD). Swedenborg Library, Bryn Athyn College. All known documents, letters, memorials, etc., relating to the life of Emanuel Swedenborg. http://www.brynathyn.edu/Library/SwedenborgDocuments/

· The Swedenborg Library, Bryn Athyn College. Swedenborg Library Online Catalog. Includes the largest collection of Swedenborgiana in the world. http://www.brynathyn.edu/Library/catalog/

· The Swedenborg Society (London). Includes the society’s library catalog and publications catalog. http://www.swedenborg.org.uk/

· The New Philosophy Magazine. Swedenborg Scientific Association. http://newphilosophyonline.org/

· Swedenborg Foundation. http://www.swedenborg.com/

 

 

 

Milénios depois de Pitágoras

“If a woman grows weary and at last dies from childbearing, it matters not. Let her die from bearing, she is there to do it.” – Martin Luther

Para ler mais na nossa página, clique: Misoginia

Create a free website or blog at WordPress.com.

EM CIMA ↑