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A ILHA DOS AMORES – I

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MULHER

Mulher violada é condenada a 200 chibatadas

Arábia Saudita:
Mulher violada é condenada a 200 chibatadas

Um tribunal saudita condenou hoje a 200 chibatadas e seis meses de prisão uma mulher que foi vítima de violação em grupo, por infringir as leis de segregação por sexo do país.

A mulher, 19 anos, membro da comunidade xiita, foi violada 14 vezes durante o ataque de um gangue na região leste do país.

Inicialmente foi condenada a 90 chibatadas por violar as leis sauditas, que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. A mulher tinha estado no carro de um homem desconhecido durante o ataque.

Quando a vítima apelou à Justiça, os juízes encarregados do caso afirmaram que ela teria tentado usar os meios de comunicação social para influenciar a decisão do tribunal, decidindo por isso duplicar a pena e condenar a vítima à prisão.

Os juízes também duplicaram a pena dos violadores, inicialmente condenados a cinco anos.

Segundo os jornais sauditas, a violação ocorreu há um ano e meio numa província do leste do país.
Sete homens da maioria sunita do país foram considerados culpados pela violação e condenados a penas de um a cinco anos. As penas foram duplicadas depois do apelo, mas mesmo assim foram consideradas brandas, uma vez que o país prevê pena de morte para violadores.

Os jornais sauditas citaram a declaração de um responsável que afirmou que os juízes decidiram punir a vítima porque esta teria tentado influenciar o poder judiciário através dos media.

O advogado da vítima foi suspenso do caso, teve a respectiva licença confiscada e enfrenta um processo disciplinar.

É a segunda vez que publico esta notícia, embora não com o diagrama.

Não é ler-se muito em quantidade, mas sim ler-se-se bem e muitas vezes, o que é bom ler, que se aprende algo mais… do mundo interno do ser humano.

Gostaria de vir a saber mais sobre a exactidão destas notícias assim como de aquirir mais dados sobre esta mulher e este caso… Se souber, ou se souber quem possa vir a saber, diga-me, por favor.







Mutilação Genital Feminina

”I always admired the strength of women like Therese of Lisieux and Teresa of Avila.
When I read Teresa of Avila’s “The Interior Castle”, I remember thinking of the impact her writings must have had in the women of those of times and of the strength she must have had to stay true to her spiritual reality.
I like Sophia de Mello Breyner’s quote, and looking back at all women have suffered because of their sex, I ask… Isn’t it there also sanctity in the simple fact of being a Woman?”

(Comentário da Isabel à recente entrada ”O sexo impede”.)

Ler por favor este artigo no Marquesa, da Drª Cristina. Também guardei eu própria uns excertos, aqui:

Depois seguem-se os meus comentários:

Há muitas mulheres (não mutiladas, no mundo ocidental) que dizem que o pior do parto, foi a episitomia, e as complicações e dores que ela frequentemente provoca a seguir ao parto. A episitomia continua a ser feita em série, nos hospitais, sem qualquer necessidade, e apesar do sofrimento que provoca. Tem imensa influência na capacidade da mãe para um bom começo da maternidade e relação com a criança. No entanto, repito, continua a praticar-se em série (provavelmente menos em Portugal do que nos Paízes ”avançados”), como se o corpo da mulher, um bocado de carne fosse.

Voltando à questão da mutilação genital feminina, se a episitomia já é prejudicial e dolorosa, imagine-se o que é viver com as feridas e dores das mutilações nesses orgãos mais sensíveis do corpo.

No entanto, este crime é apenas uma pequena parte, – apesar da sua imensidade -, do sofrimento infligido às mulheres, graças ao conceito milenar de que a mulher é o mal, e o pecado. Eles são tantos assim, e outros ainda mais graves.

Um tribunal saudita condenou hoje a 200 chibatadas e seis meses de prisão uma mulher que foi vítima de violação em grupo, por infringir as leis de segregação por sexo do país.
A mulher, 19 anos, membro da comunidade xiita, foi violada 14 vezes durante o ataque de um gangue na região leste do país. Inicialmente foi condenada a 90 chibatadas por violar as leis sauditas, que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. Ler aqui

”looking back at all women have suffered because of their sex, I ask… Isn’t it there also sanctity in the simple fact of being a Woman?” – (Isabel)

Bispos podem ser do sexo feminino

Setembro 30, 2007

O tribunal supremo da Igreja Anglicana na Austrália, conhecido como Appellate, decidiu nesta sexta-feira permitir a sagração de mulheres como bispos.

Os membros da diocese de Sydney, conservadora, que se opõem frontalmente à ordenação de mulheres, alertaram que a decisão causará problemas durante décadas.

O tribunal discute a questão desde 2005.

 

A mulher segundo Pessoa

 Se eu fosse mulher – na mulher os fenómenos histéricos rompem em ataques e coisas parecidas – cada poema do Álvaro de Campos (o mais histérico de mim) seria um alarme para a vizinhança.   F. Pessoa

More women should have babies at home, not in hospital

Childbirth revolution: Mummy State 6 April 2007 23:2 > News > Med

More women should have babies at home, not in hospital, says Health Secretary -By Marie Woolf and Sophie Goodchild – Published: 14 May 2006

Pregnant women are to be advised to give birth at home as part of a revolution in childbirth policy that will reverse decades of medical convention.

Patricia Hewitt, the Secretary of State for Health, is to “challenge the assumption”, prevalent since the 1970s, that the safest place to give birth is in hospital and that home births can be dangerous.

In what is being billed as a historic shift in the politics of childbirth, doctors will be told to offer all pregnant women the chance to deliver their baby at home with the help of a midwife and their own choice of pain relief.

The Independent on Sunday can today reveal that the Government is planning a “strategic shift” in childbirth policy away from hospital delivery and towards births in the reassuring surroundings of home. It has commissioned research to support the case for home births and “challenge the assumption that births should take place in hospitals”. The Secretary of State wants to “demedicalise” pregnancy and challenge the “presumption” that birth should take place under the supervision of a doctor.

“A strategic shift towards more home births is part of the Government’s move for more care to be provided in the community and in the home, and away from acute hospitals,” said a Health Department source.

The move comes as new figures reveal that more than 200,000 women, a third of all who give birth every year, suffer some psychological distress after delivery.

Pode ler o resto:> News > Med

Revolução do Nascimento/Parto

Este artigo está relacionado com o seguinte, e lamento que esse seja em inglês pois não tenho tempo para o traduzir.

Eis o que aparece no Google, na PubMed, quando se procura ”birht revolution”:

Related Links

Mas isto é desinformação e mentira.

Revolução do nascimento, não é de forma alguma, nunca foi, a indústria da fertilização, dos laboratórios de bébés proveta, etc. Muito pelo contrário!

A revolução do nascimento, é o movimento começado, pela luta de pioneiros que foram marginalizados. Devido a estes pioneiros, os quais aliás raramente recebem sequer uma menção, quanto mais o reconhecimento que merecem, é que temos a ”revolução”, a qual aliás é uma transicção, uma profunda modificação, transformação, pacífica, na visão e prática do parto.

Compreendamos hoje em dia que mais tarde, essas compreensões ou descobertas de pioneiros, só começam a ser aplicados massivamente, quando um pequeno grupo de pessoas adquire o controle sobre a (gigantesca) vantagem financeira que pode extraír dessas verdades pioneiras, e começa a sua acção. É o que se passa agora com a ”Revolução do nascimento”, como pode ver no artigo seguinte, cujo título no Independente é esse mesmo.

A gigantesca desonestidade, está (sempre?) em esconder metade da verdade…

O estabelecimento industrial, patriarcal, lucrativo, utilitarista, técnicológico e materialista, médico, de saúde, farmácia, etc., justamente, defendeu, apoiou, perpetuou e lucrou com a prática desumana de técnicas de tortura atroz, durante o parto, – ou com a destruição do parto – e com o impedimento do esclarecimento e desenvolvimento da compreensão e da libertação, que tornam possível um parto totalmente diferente, humano, e até mesmo, belo, que merece o nome de ”dar à Luz”.

E agora… agora até vão começar a dizer que graças ao grande desenvolvimento técnológico, que faz possível o avanço da ciência e da medicina, se descobriu que o parto ”natural” é melhor… em casa? É mentira, pura e simplesmente! Vão fingir serem eles os autores de uma descoberta… que fizeram tudo por combater, reprimir e esconder.

O que se passa é que o parto natural e consciente, que aos poucos se está a tornar conhecido das mulheres, apesar do ”estabelecimento e regime industrial”, é completamente incompatível com esse estabelecimento! Não é forçosamente incompatível com um Hospital – é sim incompatível com os Hospitais que se têem vindo a desenvolver mundo fora, só interessados em lucro, e desumanos.

O parto natural, não se deixa comandar à hora, e ao esquema dos interesses financeiros de gente idiota de quem só pensa em dinheiro. O parto natural não é instantâneo nem fácil, nem a repetição maquinal barata de uma fábrica… É para ele que as Maternidades e a boa tradição portuguesa das boas Maternidades, deveriam existir!

PARTO NATURAL: Dar à luz segundo uma outra ciência

photo of baby. They are all pics of babies...

Para ler mais sobre como ter um parto muito melhor, para si, para a sua criança e para a vossa futura relação, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para ler o lindo livro que todas as mães deveriam ler, ‘‘Nascimento sem Violência”, do pioneiro, ginecologista francês, Frederic Leboyer, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para encontrar muito mais informação, ligações, sites sobre o nascimento e maternidade, e contactos reais, por favor consulte o tema ”Maternidade”, na lista de ligações, na barra lateral deste blog, e os tag Maternidade e Parto.

Ary dos Santos: Coragem de correr contra a ternura

Poema de Ary, que aqui nesta entrada dedico à memória e em honra de grandes mulheres que, dedicadas a causas maiores para a humanidade, sofreram ignóbilmente na solidão e na obscuridade, como Camille Claudel e Meliva Maric, recebendo, em resposta ao cuidado e dedicação, ao amor e carinho, à grandeza de espírito e ao árduo trabalho – nem reconhecimento, nem uma mão amiga, nem subsistência, nem às vezes, sequer um lar.

Este o poema de amor e gratidão que elas mereciam ter ouvido de seus amantes, de seus maridos …

Quem concorda comigo? E não é grande e belo este poema?
***

Minha laranja amarga e doce
meu poema
feito de gomos de saudade
minha pena
pesada e leve
secreta e pura
minha passagem para o breve breve
instante da loucura.

Minha ousadia
meu galope
minha rédea
meu potro doido
minha chama
minha réstia
de luz intensa
de voz aberta
minha denúncia do que pensa
do que sente a gente certa.

Em ti respiro
em ti eu provo
por ti consigo
esta força que de novo
em ti persigo
em ti percorro
cavalo à solta
pela margem do teu corpo.

em ti persigo
em ti percorro
cavalo à solta
pela margem do teu corpo.

Minha alegria
minha amargura
minha coragem de correr contra a ternura.

Por isso digo
canção castigo
amêndoa travo corpo alma amante amigo
por isso canto
por isso digo
alpendre casa cama arca do meu trigo.

Meu desafio
minha aventura
minha coragem de correr contra a ternura.

José Carlos Ary dos Santos

Women Running on Beach - Pablo Picasso

Pablo Picasso. Mulheres Correndo na Praia. 1922. Oleó sobre madeira. Museu Picasso, Paris, França


Einstein – Seguinte anotação

http://www.pbs.org/opb/einsteinswife/

Einstein’s wife – The life of Mileva Maric Einstein

Enfim, na verdade quem tenho lido os artigos que referi, e mais este ATÉ AO FIM, isto é, lendo também a defesa, que surge no final, está informado.

The Ombudsman Column

Einstein’s Wife: The Relative Motion of ‘Facts’ By Michael Getler December 15, 2006

Eisntein – Anotações

Einstein e Mileva
Este artigo é em Português do Brasil, e defende que nada de errado existe no facto de anteriormente ”ninguém” ter ouvido falar em Mileva Maric – defende os vários biógrafos anteriores, como Abraham Pais, cuja biografia de Einstein eu comprei logo à sua primeira edição em 1994, em inglês.
Considerando apenas este pequeno factor, o dos anteriores biógrafos – (que se provam, afinal, ser, não pessoas conscientemente desonestas – de forma nenhuma é isso que está em questão – , mas sim, pessoas radicalmente inconscientes de toda uma realidade – afinal, mais real do que aquela que anteriormente era vista, a qual subitamente se revela irreal, parcial, espantosamente perversa, quando se faz brilhar sobre ela uma nova luz) ou os interesses das editoras, já se poder imaginar um pouco a miríade infinita de interesses, e forças poderosas postas em questão, pessoais e sócio-políticas, para revelar o que está na obscuridade, para desenterrar o que está enterrado.

O quão tendencioso o artigo é, revela-se já pelo facto de negar que haja alguma coisa que necessite correção ou estudo. Segundo o autor, toda a conversa se resume a ”sensacionalismo’, e escândalo, ”normal” segundo ele, ”em torno de pessoas de génio”.

Interessante, como este sensacionalismo nunca surgiu, todo este tempo… em torno de Albert – e surge só agora, que alguém falou de Mileva Einstein.

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The Road to Mileva Marić-Einstein: Private Letters

Svenka Savić
Uma análise feminista das cartas dos Einstein, que contém variada informação:

In the last two years, both on the local scientific public scene and in publishing generally, quite a lot of information and articles have been published about Mileva Marić-Einstein (1875-1948), the first wife of the renowned scientist Albert Einstein, the first woman from this region to obtain a degree in mathematics and physics at the Scientific College in Switzerland. The basic intention of the papers was to specify to what an extent Mileva Marić was unjustly neglected when it came to recognising her contribution to physics, and also to discuss the extent of her contribution to new twentieth-century theories in the field of physics was. By “new theory” we mean the special theory of relativity (STR), made public in 1905 in the German periodical Annalen der Physik, undersigned by Albert Einstein only. There exists the controversial testimony of a Soviet National Academy member, Jofe, saying that he saw a manuscript in the editorial office signed by A. Einstein – Marity, which made him think there had been two authors.
We have been following articles about Mileva Marić-Einstein in the local daily “Politika” and have come to some conclusions about the (mis)use of a knowledgeable woman for particular aims in society.

http://www.zenskestudie.edu.yu/wgsact/e-library/e-lib0027.html

Mileva Maric Einstein – In Appreciation:

http://www.geocities.com/cherzenberg/Mileva_Maric_Einstein.html

A mulher, na Ilíada

”For the winner there was a big three-legged cauldron to stand over a fire – it was worth a dozen oxen by the Greek’s reckoning – and for the loser he brought forward a woman thoroughly trained in domestic work whom they valued at four oxen.”

(Um dia com tempo terei que procurar este verso, e verificar esta informação. )

O que pensava Pitágoras das mulheres?

”There is a good principle which created order, light, and man, and an evil principle which created chaos, darkness, and woman”.
Pythagoras

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