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A ILHA DOS AMORES – I

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Protegido: O ”não” na prática – I

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Bater nas crianças – NÃO!!!

Dado o tema de que se trata, cito aqui o que disse uma ou outra evangelista americana de TV, palavras que uma bloguista portuguesa apoiou a ponto de as publicar e aclamar!!!

Publico o texto, seguido do comentário que deixei no blog ! De momento não tenho tempo para mais… mas o assunto é tão importante que eu não pude deixar passar.

Com respeito aos acontecimentos de Blacksburg, encontrei n’ O Melhor dos Blogs um texto de Anne Graham, a filha do grande evangelista baptista Billy Graham, que já conhecia mas que vem bem a propósito:
À pergunta que lhe foi feita na televisão: “Como é que Deus permitiu uma coisa tão horrorosa, como foi o 11 de Setembro em Nova Iorque?”, Anne Graham respondeu:
“Eu creio que Deus ficou profundamente triste, como nós ficámos. Há muitos anos que vimos pedindo para Deus não interferir nas nossas escolhas pessoais, para saír do nosso governo e das nossas vidas. Sendo respeitador como é, calmamente, Deus deixou-nos. Sendo assim, como podemos esperar que Deus nos dê a sua bênção e a sua protecção?
E continuou:– É verdade! Gritamos, quando há ataques terroristas e tiroteio nas escolas! No entanto, eu creio que tudo começou desde que Madeleine Murray 0’Hare (que acabou também ela por ser assassinada), disse que era impróprio fazer oração nas escolas americanas, como era costume. E concordámos com a sua opinião! Depois, alguém disse que era melhor não ler mais a Bíblia nas escolas! E concordámos!
– Em seguida, – prosseguiu – o Dr. Benjamim Spock disse que não devíamos bater nos nossos filhos quando se comportassem mal, porque a sua personalidade, em formação, ficaria distorcida e prejudicaríamos a sua auto-estima! O seu filho suicidou-se! E dissemos: Um perito neste assunto deve saber o que está a dizer! E concordámos com ele!
Mais tarde, alguém disse que os professores e directores das escolas não deviam disciplinar nem corrigir os nossos filhos, quando se comportassem mal!– Foi decidido, de imediato, que nenhum professor podia tocar nos alunos! Uma coisa é disciplinar, outra é tocar, bem o sabemos!
– Alguém sugeriu, ainda, que deveríamos deixar que as nossas filhas fizessem aborto, se assim o quisessem! E aceitámos sem pestanejar. Sem nos interrogarmos!
– Foi dito, ainda, que devíamos dar aos nossos filhos os preservativos, tantos quantos quises-sem, para fazerem sexo até à saciedade; dar-lhes revistas com mulheres nuas e colocar, na internet, fotos de crianças nuas!– E dissemos: Está bem! Isto é democracia e eles têm o direito de apreciar o corpo feminino, de fazerem o que quiserem, porque tudo isto é sadio!…
Agora, perguntamos:– Porque é que os nossos filhos não sabem distinguir o bem do mal, o certo do errado, não têm consciência, nem se incomodam de matar… mesmo os colegas de escola ou a si mesmos?!”
A resposta é uma só: – Colhemos aquilo que semeámos!

Minha crítica:
Cara Senhora,
Considero este assunto tão importante, que vou publicá-lo no meu blog! Uma criança que tenha apanhado menos devido a algum pai que leia isto, e já valeu a pena. Mas discutindo, poderemos fazer muito mais, e que sejam muitas as crianças e os pais que leiam… e que ao ir bater… pensem: É INÚTIL E ERRADO. ERRADÍSSIMO!!!!!!!

Lamento que apoie – ainda por cima a ponto de publicar e elogiar texto tão detestável, o qual, defende, entre outras coisas péssimas, que se espanque crianças! Por outro lado, agradeço que o tenha tornado público, a esse seu apoio, assim como o de todos os que não reagiram com horror a tais palavras. Torna assim possível a discussão, e que se tire das cabeças bem intencionadas, as ideias erradas e mentiras a este respeito.
Tem uma criança de semanas ao colo, e anda a fazer a apologia de pessoas que defendem o retorno da violência sobre as crianças, ignorando completamente o significado da descoberta e compreensão tão recente (neste período humano) de que é com o amor, a inteligência, a compreensão, a empatia, a beleza, o exemplo, a imaginação, a compaixão, a reflexãoa e a meditação, a liberdade, o exercício, a arte, a cultura, que se educa as crianças bem; NÃO bater-lhes como método: fruto do ódio, da ira, da mesquinhez, da estupidez, da ignorância, da maldade, e de ideias erradas, mentiras.

A todos os que se sintam atraídos por tais métodos, peço que leiam livros sobre psicologia… as crianças espancadas não são de forma alguma mais bem educadas.

Deu muito trabalho a algumas pessoas corajosas, pioneiros, acabarem com milénios de história de crueldade legitimizada como método necessário e eficiente de educação!

Graças a eles, milhares de crianças desenvolvem-se hoje em dia, dezenas ou centenas de vezes melhor, tanto mentalmente, como fisicamente, como emocionalmente.

Aconselho todos os que pensam que bater nas criancinhas é necessário, a investigarem o assunto.  Bater nas crianças é precisamente equivalente a homens baterem nas mulheres, ou donos que batiam nos escravos! Tão ignorante, tão estúpido e tão inútil quanto pensar que deve bater nas mulheres, e nos empregados, porque ”quando não eles não aprendem”.

Dia da mãe

Era uma vez uma rosa…

É como as flores dos cactos: não sei se há algumas que duram tão pouco assim: meia-hora.

E, mesmo assim, depois tira-se logo outra vez. Tudo.

Lança-se veneno, muito.

Deve ser porque acham que essa gente se pode envenenar à vontade, morder venenosamente à vontade, por 30000 cascáveis – que elas são imortais: se disserem alguma coisa, isso NÃO!!! ISSO é discutir e QUEIXAS.

Tudo para um. E nada para o outro. E quanto mais um tem, mais quer ter. Nunca lhe chega.

More women should have babies at home, not in hospital

Childbirth revolution: Mummy State 6 April 2007 23:2 > News > Med

More women should have babies at home, not in hospital, says Health Secretary -By Marie Woolf and Sophie Goodchild – Published: 14 May 2006

Pregnant women are to be advised to give birth at home as part of a revolution in childbirth policy that will reverse decades of medical convention.

Patricia Hewitt, the Secretary of State for Health, is to “challenge the assumption”, prevalent since the 1970s, that the safest place to give birth is in hospital and that home births can be dangerous.

In what is being billed as a historic shift in the politics of childbirth, doctors will be told to offer all pregnant women the chance to deliver their baby at home with the help of a midwife and their own choice of pain relief.

The Independent on Sunday can today reveal that the Government is planning a “strategic shift” in childbirth policy away from hospital delivery and towards births in the reassuring surroundings of home. It has commissioned research to support the case for home births and “challenge the assumption that births should take place in hospitals”. The Secretary of State wants to “demedicalise” pregnancy and challenge the “presumption” that birth should take place under the supervision of a doctor.

“A strategic shift towards more home births is part of the Government’s move for more care to be provided in the community and in the home, and away from acute hospitals,” said a Health Department source.

The move comes as new figures reveal that more than 200,000 women, a third of all who give birth every year, suffer some psychological distress after delivery.

Pode ler o resto:> News > Med

Revolução do Nascimento/Parto

Este artigo está relacionado com o seguinte, e lamento que esse seja em inglês pois não tenho tempo para o traduzir.

Eis o que aparece no Google, na PubMed, quando se procura ”birht revolution”:

Related Links

Mas isto é desinformação e mentira.

Revolução do nascimento, não é de forma alguma, nunca foi, a indústria da fertilização, dos laboratórios de bébés proveta, etc. Muito pelo contrário!

A revolução do nascimento, é o movimento começado, pela luta de pioneiros que foram marginalizados. Devido a estes pioneiros, os quais aliás raramente recebem sequer uma menção, quanto mais o reconhecimento que merecem, é que temos a ”revolução”, a qual aliás é uma transicção, uma profunda modificação, transformação, pacífica, na visão e prática do parto.

Compreendamos hoje em dia que mais tarde, essas compreensões ou descobertas de pioneiros, só começam a ser aplicados massivamente, quando um pequeno grupo de pessoas adquire o controle sobre a (gigantesca) vantagem financeira que pode extraír dessas verdades pioneiras, e começa a sua acção. É o que se passa agora com a ”Revolução do nascimento”, como pode ver no artigo seguinte, cujo título no Independente é esse mesmo.

A gigantesca desonestidade, está (sempre?) em esconder metade da verdade…

O estabelecimento industrial, patriarcal, lucrativo, utilitarista, técnicológico e materialista, médico, de saúde, farmácia, etc., justamente, defendeu, apoiou, perpetuou e lucrou com a prática desumana de técnicas de tortura atroz, durante o parto, – ou com a destruição do parto – e com o impedimento do esclarecimento e desenvolvimento da compreensão e da libertação, que tornam possível um parto totalmente diferente, humano, e até mesmo, belo, que merece o nome de ”dar à Luz”.

E agora… agora até vão começar a dizer que graças ao grande desenvolvimento técnológico, que faz possível o avanço da ciência e da medicina, se descobriu que o parto ”natural” é melhor… em casa? É mentira, pura e simplesmente! Vão fingir serem eles os autores de uma descoberta… que fizeram tudo por combater, reprimir e esconder.

O que se passa é que o parto natural e consciente, que aos poucos se está a tornar conhecido das mulheres, apesar do ”estabelecimento e regime industrial”, é completamente incompatível com esse estabelecimento! Não é forçosamente incompatível com um Hospital – é sim incompatível com os Hospitais que se têem vindo a desenvolver mundo fora, só interessados em lucro, e desumanos.

O parto natural, não se deixa comandar à hora, e ao esquema dos interesses financeiros de gente idiota de quem só pensa em dinheiro. O parto natural não é instantâneo nem fácil, nem a repetição maquinal barata de uma fábrica… É para ele que as Maternidades e a boa tradição portuguesa das boas Maternidades, deveriam existir!

O Parto n’A Ilha dos Amores

Devo dizer que há muito mais que posso dizer sobre o parto, e pretendo reunir informação mais completa, ou um melhor direcionamento, se e quando o tempo mo permitir.

Entretanto, grávidas que nunca ouviram falar das alternativas e do que é ”parto natural”, podem, mesmo através de informação incompleta no meu blog, informar-se melhor, contactarem a Associação de Doulas de Portugal – terem um melhor sentimento e conhecimento em relação ao parto. Isso é mais importante, para mim, do que esperar pela perfeição da minha informação.

Se por acaso é uma mulher que está para dar à luz dentro de pouco tempo… e que nada mais tem organizado para além de ir para o Hospital de forma totalmente normal, eu aconselho contactar as Doulas de Portugal. Uma boa doula a acompanhar o seu parto, é alguém que a respeita a si, seja qual forem as suas ideias pessoais, não interfere contra a sua vontade, e dá-lhe, tanto em casa como no Hospital, apoio no que puder, sem perturbar a assistência Hospitalar.

É compreensível não desejar ideias revolucionárias (talvez até à última da hora), mas como explico acima, as doulas compreendem isso muito bem, e nada tem a recear, pelo contrário.

PARTO NATURAL: Dar à luz segundo uma outra ciência

photo of baby. They are all pics of babies...

Para ler mais sobre como ter um parto muito melhor, para si, para a sua criança e para a vossa futura relação, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para ler o lindo livro que todas as mães deveriam ler, ‘‘Nascimento sem Violência”, do pioneiro, ginecologista francês, Frederic Leboyer, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para encontrar muito mais informação, ligações, sites sobre o nascimento e maternidade, e contactos reais, por favor consulte o tema ”Maternidade”, na lista de ligações, na barra lateral deste blog, e os tag Maternidade e Parto.

Milénios depois de Pitágoras

“If a woman grows weary and at last dies from childbearing, it matters not. Let her die from bearing, she is there to do it.” – Martin Luther

Para ler mais na nossa página, clique: Misoginia

10 Direitos do Nascimento

Acordados pela Organização Mundial de Saúde, O.M.S.:

Cómo nace y es recibido tu bebé es importante para su vida y la tuya.
Infórmate y decide

Derechos del Nacimiento

  • Primero: El bebé tiene derecho al reconocimiento de su capacidad física y
    emocional, en su vida intrauterina y extrauterina y, especialmente, durante
    el tránsito entre ambas.
  • Segundo: El bebé intraútero tiene derecho a que el bienestar emocional de su madre no sea alterado por un exceso y abuso de controles durante la gestación. (1)
  • Tercero: El bebé y su madre tienen derecho a que se respeten el momento, ritmo, ambiente y compañía en el parto-nacimiento y a que el mismo transcurra de forma fisiológica. Un bebé y madre sanos tienen derecho a no ser tratados como enfermos. (2)
  • Cuarto: El bebé y su madre tienen derecho a intimidad y respeto antes, durante y después del nacimiento-parto. (3)
  • Quinto: El bebé y su madre tienen derecho a permanecer juntos en las horas y días siguientes al nacimiento. Ninguna exploración ni estancia hospitalaria justifica la separación de ambos. (4)
  • Sexto: El bebé tiene derecho a disfrutar de lactancia materna a demanda, al menos, durante el primer año. A que durante su estancia en hospital se respeten los “10 pasos para una lactancia feliz” establecidos por UNICEF y la OMS y recomendados por la Asociación Española de Pediatría. (5)
  • Séptimo: El bebé tiene derecho a ser atendido personalmente por su madre, como mínimo, durante el primer año. La madre tiene derecho a disfrutar del contacto íntimo con su bebé cuanto crea necesario..
  • Octavo: El bebé prematuro tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre hasta que adquiera el peso y las condiciones optimas de salud. Ninguna unidad de neonatología es más saludable para el bebé que la piel materna. (6)
  • Noveno: El bebé tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre durante los primeros meses de vida extrauterina. El contacto cuerpo a cuerpo es vital para instaurar en el la seguridad y la confianza.
  • Décimo: El bebé tiene derecho a que sean sus padres quienes personalmente tomen las decisiones y quienes para ello busquen la información relacionada con su bienestar. (4)
  • Deferencias
    (1) Michael Odent. Primal Health. El efecto nocebo del cuidado prenatal.
    www.birthpsychology.com/primalhealth
    (2) OMS, 1996. Cuidadosen el parto normal: una guía práctica.
    www.elpartoesnuestro.es/components/com_docman/documents
    /Cuidados_parto_normal.pdf

    (3) Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R, Principios de la OMS sobre cuidado perinatal. Birth 2001; 28: 202-207.
    holistika.net/articulo.php?articulo=52002.html
    (4) Derechos del niño hospitalizado.
    hospitalalassia.com/burocratica/Derechoninosinternado.htm
    (5) Iniciativa Hospital Amigo de los niños.
    www.ihan.org.es/10pasos.htm
    (6) Método madre canguro para reducir la morbimortalidad de neonatos. revisión Cochrane.
    www.update-software.com/abstractsES/AB002771-ES.htm

El día 7 de Junio ha sido declarado por la Plataforma pro Derechos del Nacimiento y propuesto a la O.M.S. cómo “Día Mundial de los Derechos del Nacimiento“.

Plataforma pro Derechos del Nacimiento
web: www.pangea.org/pdn

Recomendações da OMS

7 de Junio
8º Día Mundial de los Derechos del Nacimiento

Defiende la experiencia más impactante de tu hijo/a: su nacimiento. La Organización Mundial de la Salud te apoya.

Principios de la Organización Mundial de la Salud (OMS) acerca del cuidado perinatal:
Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R. WHO principles of perinatal care: the essential antenatal, perinatal, and postpartum care course. Birth 2001; 28: 202-207.

Recomendaciones para establecer un buen contacto madre – hijo

Nacimiento:
• Ubicar al bebé sobre el abdomen de la madre y secarlo inmediatamente. Animar a que la madre participe. Quitar esa toalla y tapar a la madre y al niño con una segunda toalla que se encuentre seca.
• Cortar el cordón una vez que hayan cesado las pulsaciones del mismo mientras el bebé se encuentra con su madre, siempre y cuando no exista una hemorragia significativa.
• Incentivar el cuidado materno piel a piel con su bebé durante al menos las primeras dos horas después del parto, así como todo lo que sea posible durante el postparto inmediato y posteriormente.

Promover el amamantamiento:
• Incentivar la alimentación al niño cuando el mismo esté dando señales de que está listo para recibirla, mostrando salivación, movimientos orales, llevándose las manos a la boca y moviéndose hacia el pecho materno. No forzar la alimentación hasta que el bebé no esté listo.
• No separar al bebé de su madre en las primeras horas después del parto. Intentar realizar todos los exámenes necesarios para el recién nacido normal en la cama de la madre, en lugar de utilizar una mesa examinadora apartada.
• Retrasar la realización de los exámenes que no sean necesarios. Realizar los exámenes con la madre y el niño juntos; demorar la hora del baño por 6 horas o más.
• Demorar la profilaxis de la conjuntivitis gonocóccica, para evitar que el contacto visual madre – hijo se vea alterado.

Recomendaciones para los cuidados postparto
Promover el contacto madre – hijo y el amamantamiento:

• Seguir las guías de la Iniciativa del Hospital Amigo del Niño para la alimentación infantil: incentive la exclusividad del amamantamiento a demanda desde el nacimiento y evite cualquier suplemento para el bebé que contenga agua, glucosa, o sustitutos de leche materna.
• Ofrecer el alojamiento conjunto para todas la madres y bebés las 24 horas del día.
• Incentivar el contacto piel a piel durante la estadía postparto en el hospital.

Este acontecimiento se celebrará con distintas actividades simultaneamente en los siguientes lugares:

ESPAÑA Alicante Andalucía Cataluña Bilbao
Madrid San Sebastían Valencia Y otras
ARGENTINA CHILE ECUADOR FRANCIA MÉXICO
PORTUGAL URUGUAY

Parto Natural no Hospital

Um hospital espanhol abre as portas às ideias do parto com dignidade, segundo as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

Eis uma sucinta descrição de algumas das ”rotinas” médicas erradas mais básicas de que sofreram as mulheres nos hospitais, maternidades, etc.:

 Recomendaciones de la OMS

Entre éstas recomendaciones, que la OMS enumera para los partos de bajo riesgo y que el Hospital de La Plana ya cumple, figura la no realización de episiotomías de manera sistemática; no utilización de enemas si no es necesario; no administración de oxitocina; la no monitorización continua del feto; favorecer la movilidad de la mujer durante el proceso del parto; respetar la posición que la embarazada elija para parir; promover la lactancia materna cuanto antes; no rasurar el vello púbico; permitir a la mujer beber y comer; respetar la decisión de la mujer en cuanto a acompañamiento; y, entre otros, siempre que sea un parto de bajo riesgo, estar asistido por matronas.

Leia o artigo completo aqui

Reportagem: O parto é meu

Reportagem no EL PAIS sobre o movimento de reinvindicação dos direitos a um parto digno, natural, e humano:

Leia aqui, ”El parto es mío”

Extracto:

El pasado 13 de agosto, Rosa Montero publicaba su columna en esta revista bajo el título El desastre de parir. Se trataba de una reflexión a propósito del libro La revolución del nacimiento (Granica, 2006), de Isabel Fernández del Castillo. El ensayo ilustra -y deplora- el catálogo de actuaciones médicas con las que se aborda protocolariamente la asistencia al parto en España. Un rosario de actuaciones rutinarias -rasurado genital y aplicación de un enema a la madre; monitorización inmovilizante de parturienta y feto durante la dilatación; perfusión de oxitocina para acelerar las contracciones; la obligación de parir tumbada boca arriba, o la realización sistemática de un corte en el periné- que, según la doctrina de la Organización Mundial de la Salud, no sólo son innecesarias de forma general, sino que pueden provocar más sufrimiento que seguridad a madre e hijo.

….La respuesta de los lectores fue fulminante. Más de 200 correos electrónicos y cartas inundaron la redacción. Madres traumatizadas por la asistencia “intervencionista y deshumanizada” a su parto. Médicos y sanitarios ofendidos reivindicando su trabajo “por la seguridad de madres e hijos”…..

Amamentação e saúde

O final deste artigo é assaz confuso.

30/03/200710h08
Amamentação exclusiva reduz risco de infecção por HIV, diz estudo 

da France Presse

Mulheres infectadas pelo HIV que alimentam seus filhos apenas com leite materno podem reduzir de maneira significativa o risco de transmitir o vírus causador da Aids para as crianças, revela um estudo publicado na edição desta sexta-feira da revista médica britânica “The Lancet”.

A promoção da amamentação é um grande dilema para os envolvidos na prevenção da Aids, porque pode servir de vetor de transmissão do vírus para a criança.

Até agora, este risco de transmissão pós-natal era considerado muito alto: entre 10% e 20%.

O artigo diz, entretanto, que as estimativas de risco não distinguiam entre a amamentação exclusiva e a alimentação mista, na qual a criança é parcialmente amamentada e parcialmente alimentada com comida sólida ou fórmula infantil.

Os dados do estudo, focado na relação entre a alimentação infantil e a transmissão mãe-filho do HIV, realizado por dois cientistas sul-africanos, levaram a uma revisão das diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a prevenção da Aids em recém-nascidos.

Estudo

Os cientistas recrutaram grávidas atendidas em clínicas pré-natais em KwaZulu-Natal, a província da África do Sul mais afetada pela Aids.

A maioria das mulheres foi incluída em um grupo que apenas amamentou seus filhos. As outras foram incluídas em dois outros grupos: o primeiro, de alimentação mista, e o segundo, que adotou exclusivamente comida ou fórmula infantil para alimentar os filhos.

Depois de três meses, a taxa de infecção por HIV entre o grupo que amamentou exclusivamente foi de 4,04%.

Entre o grupo que fez uso da alimentação mista, os bebês que receberam a fórmula láctea junto com leite materno se mostraram duas vezes mais propensos à infecção por HIV.

Aqueles que se alimentaram com comida sólida –normalmente mingau de cereais– mostraram-se 11 vezes mais propensos à infecção do que o grupo exclusivamente lactente.

Além disso, a taxa de mortalidade aos três meses entre os bebês alimentados somente com leite materno foi de 6,1%, enquanto a dos que receberam alimentação substitutiva foi de 15,1%.

Causas

Um dos principais autores do estudo, Nigel Rollins, da Universidade de KwaZulu-Natal, disse que os motivos de a alimentação mista representar um risco maior de infecção ainda precisam ser investigados.

Uma das causas levantadas é que as proteínas encontradas na fórmula láctea aumentam a vulnerabilidade do organismo da criança ao HIV, afirmou Rollins.

Ao todo, 1.372 crianças foram acompanhadas no estudo, 83% das quais pertenciam ao grupo alimentado exclusivamente com leite materno.

OMS

O artigo é um dos três grandes estudos examinados em outubro passado por um painel de especialistas da OMS, que sugeriu mudanças nas diretrizes de amamentação da organização, estabelecidas em 2000.

Estas diretrizes recomendam às mulheres infectadas com HIV que amamentem exclusivamente seus bebês nos primeiros seis meses de vida, a menos que haja disponibilidade de comida substitutiva de boa qualidade, segura e acessível.

Quando esse alimento substitutivo estiver disponível, a mãe deve adotá-lo por completo e parar de amamentar, a fim de impedir o risco de infecção.

Segundo a agência OnuAids, a cada ano, mais de 300 mil crianças são infectadas com o vírus da imunodeficiência humana depois do nascimento.

Anestesia Peridural no Parto

I – anestesia peridural pode dificultar amamentação

II – Uma curta ”raportagem” da história do parto nos últimos séculos…

I

Parto com anestesia peridural pode dificultar amamentação, diz estudo

da France Presse, em Sydney

As mulheres que dão à luz com anestesia aplicada em injeção peridural (coluna) podem ter mais dificuldades para amamentar nos primeiros dias do que o daquelas que o fazem sem anestesia, indicou um estudo australiano. O estudo foi realizado com quase 1.300 mulheres e publicado no Jornal Internacional da Lactância.
Segundo os dados, o número de mulheres que deixam de amamentar durante os seis primeiros meses é duas vezes maior do que as que não tomam anestesia.
A epidemiologista Siranda Torvaldsen, da Universidade de Sydney, explica que 93% das mulheres envolvidas na pesquisa amamentavam os filhos na primeira semana.
“Descobrimos que, em um grupo de 1.280 mulheres, aquelas que o faziam apenas de maneira parcial ao fim da primeira semana, em geral, receberam uma anestesia peridural”, declarou.
O estudo também revelou que, além de fatores específicos, 72% das mães que tiveram parto natural continuavam amamentando seis meses depois –contra 53% do outro grupo.
Os autores do estudo explicaram que as substâncias contidas na anestesia podem provocar uma reação de sonolência no bebê, dificultando a amamentação nos primeiros dias.
“O mais importante é que as mães sejam corretamente informadas e aconselhadas para que saibam que se trata de um fenômeno temporário”, declarou Siranda Torvaldsen.

O sublinhado é meu.
Leia mais sobre a anestesia peridural na página Maternidade . Começa por um artigo de uma site que apoia os processos regulares hospitalares de nascimento; aí pode já ler informação médica sobre possíveis efeitos secundários da epidural. Esse artigo é seguido por explicações sobre as desvantagens desses processos em comparação com o parto natural, e sobre mais desvantagens da anestesia epidural.

II

 Esta má raportagem, revela um pouco o ”brincar” dos ”cientistas” e das ”autoridades”, jogando com questões de poder entre si, e manipulando o corpo e o sofrimento atróz da mulher a seu bel-prazer. A barbárie continua nesse artigo que coloco aqui apenas para demonstrar a sua ignorância: na verdade, chamar o uso da anestesia peridural como parto humanizado, é uma perversão do termo, ao serviço ainda de toda a espécie de interesses que não a mãe e a criança.

Por outro lado chamo também a atênção para esse facto referido no final do artigo, de que (isto é no Brasil, onde a cesariana – provavelmente sob influência americana – tem sido massivamente praticada por rotina, para despachar – acompanhada da moda de não amamentar as crianças) a anestesia peridural seja dada em todos os partos naturais em clínicas privadas, mas não às mães nos restantes hospitais, mesmo nos casos em que de facto ela seja necessária. Tudo isto pertence a um mundo de barbaridade, escondido por de trás das portas das salas de parto. É essa barbaridade que está a mudar.

Reportagem:  
Dar à luz sem sentir dor
Por Carolina Cantarino

 

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