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A ILHA DOS AMORES – I

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RELIGIÃO

Origens Calvinistas e Presbiterianas na Maçonaria

Resolvi fazer aqui uma visita à Ilha antiga.

Nos dias que correm, milhares de anglo-saxões clamam gritam e insultam o “Vaticano”, “os Jesuítas”, a Igreja católica, como sendo os satânicos de planos diabólicos de posse do mundo, causa de todos os males que ocoreem, os illuminati, os próprios maçons.O meu objectivo aqui não é defender nem uns nem outros, mas estudar um pouco sobre a maçonaria, esclarecer-me.
A origem da maçonaria moderna, não é somente 
anglo-saxónica. É protestante:  judaico-protestante. Porquê que foi fundada na Escócia? Devido às suas origens presbiterianas, as quais aliás se manifestam na sua constituição.
As citações em inglês que se seguem são dos artigos cujas ligações inseri. O texto é bi-lingue.

A Maçonaria foi iniciada na Itália, na cidade de Florença, com uma Loja Inglesa, fundada por um inglês, em 1737. 
A primeira Obediência portuguesa foi o Grande Oriente Lusitano, reconhecido pela Grande Loja de Inglaterra em 12 de Maio de 1802. O seu primeiro grão-mestre foi um neto do Marquês de Pombal. Que enterrou os projectos de P. António Vieira para o Reino de Cristo na Terra no caixote do lixo, e abraçou os planos anglo-saxónicos. Os protestantes já então tinham dois séculos de serem amamentados com o ódio aos católicos, jesuítas, ordens religiosas, desde o berço. Saíu-lhes o equivalente à sorte grande, ao terem um membro como o Marquês de Pombal… E … quase que  pareceu … (Deus) estar do lado deles, em 1755 ?
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YouTube – Veni Veni Emmanuel

YouTube – Veni Veni Emmanuel.

Veni, veni Emmanuel;
Captivum solve Israel,
Qui gemit in exilio,
Privatus Dei Filio
Gaude! Gaude! Emmanuel,
Nascetur pro te, Israel!

Veni, veni, O Oriens;
Solare nos adveniens,
Noctis depelle nebulas,
Dirasque noctis tenebras
Gaude! Gaude! Emmanuel,
Nascetur pro te, Israel!

Veni, Clavis Davidica!
Regna reclude caelica;
Fac iter tutum superum,
Et claude vias inferum
Gaude! Gaude! Emmanuel,
Nascetur pro te, Israel!

Veni, veni Adonai!
Qui populo in Sinai,
Legem dedisti vertice,
In maiestate gloriae
Gaude! Gaude! Emmanuel,
Nascetur pro te, Israel!

ver tradução no comentário

Documentário esclarece:”Nazismo e Ocultismo” – I

Quem eram realmente os Nazis?

Documentário revelador. Série de 11 vídeos de ± 10 minutos, em espanhol, com legendas em português.

Parte I – vídeos 1 ,2 ,3


Imagine there’s no Heaven – Jhon Lennon

Imagine

Imagine there’s no heaven,
It’s easy if you try,
No hell below us,
Above us only sky,
Imagine all the people
living for today…

Imagine there’s no countries,
It isn’t hard to do,
Nothing to kill or die for,
No religion too,
Imagine all the people
living life in peace…

Imagine no possesions,
I wonder if you can,
No need for greed or hunger,
A brotherhood of man,
Imagine all the people
Sharing all the world…

You may say I’m a dreamer,
but I’m not the only one,
I hope some day you’ll join us,
And the world will live as one.

Eu não fazia ideia do que realmente se canta neste poema. Quando adolescente nunca percebi que nesta canção, da qual eu não desgostava, esse mundo sem Guerra, ao qual eu também aspirava, começava com “não haver Céu”:

Imaginem que não há Céu…

Nunca notei a discreta e pacífica indoctrinação. É uma texto que ensina que só pode haver paz no mundo, quando formos todos ateístas. Que infere que ter uma religião significa andar por aí a matar, ou apoiar que se mate o próximo e que se façam Guerras.


Ateus e ateus – faça-se luz!

…daquilo que é não só o que penso, mas que é também aquilo a que tenho dedicado a minha vida…

A partir disto, há ainda muito mais para dizer… mas só aqui, começa a vida. Só quando se compreendeu isto, só quando se encarnou isto:

Ateus e ateus

Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 15 e março de 2007

Há dois tipos de ateus: os que não acreditam que Deus existe e os que acreditam piamente que Deus não existe. Os primeiros relutam em crer naquilo de que não têm experiência. Os segundos não admitem que possa existir algo acima da sua experiência. A diferença é a mesma que há entre o ceticismo e a presunção de onissapiência.

Acima da distinção de ateus e crentes existe a diferença, assinalada por Henri Bergson, entre as almas abertas e as almas fechadas. Vou explicá-la a meu modo. Como tudo o que sabemos é circunscrito e limitado, vivemos dentro de uma redoma de conhecimento incerto cercada de mistério por todos os lados. Isso não é uma situação provisória. É a própria estrutura da realidade, a lei básica da nossa existência. Mas o mistério não é uma pasta homogênea. Sem poder decifrá-lo, sabemos antecipadamente que ele se estende em duas direções opostas: de um lado, a suprema explicação, a origem primeira e razão última de todas as coisas; de outro, a escuridão abissal do sem-sentido, do não-ser, do absurdo. Há o mistério da luz e o mistério das trevas. Ambos nos são inacessíveis: a esfera de meia-luz em que vivemos bóia entre os dois oceanos da claridade absoluta e da absoluta escuridão.

O simbolismo imemorial dos estados “celestes” e “infernais” demarca a posição do ser humano no centro do enigma universal. Essa situação – a nossa situação – é de desconforto permanente. Ela exige de nós uma adaptação ativa, dificultosa e problemática. Daí as opções da alma: a abertura ao infinito, ao inesperado, ao heterogêneo, ou o fechamento auto-hipnótico na clausura do conhecido, negando o mais-além ou proclamando com fé dogmática a sua homogeneidade com o conhecido. A primeira dá origem às experiências espirituais das quais nasceram os mitos, a religião e a filosofia. A segunda leva à “proibição de perguntar”, como a chamava Eric Voegelin: a repulsa à transcendência, a proclamação da onipotência dos métodos socialmente padronizados de conhecer e explicar.

A religião é uma expressão da abertura, mas não é a única. A simples admissão sincera de que pode existir algo para lá da experiência usual basta para manter a alma alerta e viva. É possível ser ateu e estar aberto ao espírito. Mas o ateu militante, doutrinário, intransigente, opta pela recusa peremptória do mistério, deleitando-se no ódio ao espírito, na ânsia de fechar a porta do desconhecido para melhor mandar no mundo conhecido.

Dostoiévsky e Nietzsche bem viram que, abolida a transcendência, só o que restava era a vontade de poder. Aquele que proíbe olhar para cima faz de si próprio o topo intransponível do universo. É uma ironia trágica que tantos adeptos nominais da liberdade busquem realizá-la através da militância anti-religiosa. As religiões podem ter-se tornado violentas e opressivas ocasionalmente, mas a anti-religião é totalitária e assassina de nascença. Não é uma coincidência que a Revolução Francesa tenha matado dez vezes mais gente em um ano do que a Inquisição Espanhola em quatro séculos. O genocídio é o estado natural da modernidade “iluminada”.

Os sublinhados são meus.

Copiei o artigo publicado pela Zazie num debate no AspirinaB de Fevereiro de 2008

(em que ela diz :

É que eu penso as questões em si mesmas. Se há quem chegue ao mesmo resultado que eu não vou agora mudar de ideias apenas porque não tenho afinidades ideológicas com essa pessoa.

Tudo deve ser pensado individualmente- daí o meu pó ao tribalismo e à terraplanagem por catálogo da moda.”   – O que dava um outro postal, intitulado “Pensar e pensar”…

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fotografia  http://www.jessstryker.com/national-parks/mammoth-cave/index.htm

Spiritual refreshers

For 38 years, the Roman Catholic Laymen’s Retreat League of Philadelphia has held an annual retreat for men near the little Pennsylvania town of Malvern. So popular have these spiritual refreshers become that last year the league held them in installments for a total of 11,882 men.

“Come unto Me”

San Inigo, founded by Jesuits, is the latest unit in a fast developing chain of “retreats,” which soon may gird Catholic America from coast to coast.

The pattern for these Catholic retreats is Mount Manresa, on Staten Island. For years this lay-monastery has provided spiritual haven for the harassed souls of business men. But already a Philadelphia institution, the Men of Malvern, has perhaps surpassed it in favor. The Philadelphians have consecrated to spiritual re-creation 100 acres just outside the city. They have improved a choice suburban landscape with a magnificent chapel, a large comfortable retreat house. The genius of inauguration was supplied by Father Terence Shealy, first director of retreats in the U. S.

“The widespread desire for a deeper life of the spirit,” “the instinct for interior discipline,” …

For centuries protestants and atheists were against catholic monasteries…

Now, they get their help to find themselves…and the Sacred.

Not that I ever heard one of them seeing it from this point of view… and thanking for it – but maybe the day comes.

Across the country, Catholic monasteries and convents, usually regarded as strange or the stuff of medieval myth, are besieged with would-be retreatants and booked months in advance. “Please don’t mention our name,” begs an abbot at a Vermont monastery where the wait for one of its 29 spaces stretches a year. “We’re overwhelmed.” There is even a popular guidebook, Sanctuaries, that helps readers choose a great monastery or convent. While organized church retreats are not new, what is startling is that much of the increase is in individual retreatants, including many Protestants and even non-Christians, who say the Catholic monasteries, with their ancient chants, beautiful grounds and prices at a pittance, offer the most refreshing vacation going. Now, say the monks, if only they could keep the growing horde down to the true spiritual seekers, not just vacationers at Club God.

Why the interest in these sanctuaries, amid a pop culture in which nuns and monks are usually depicted as demanding and dry or who, in their softest incarnations, wonder, “How do you solve a problem like Maria?”? Theories vary, but one reason is poet and novelist Kathleen Norris. She first hit the best-seller list in 1993 with Dakota: A Spiritual Geography, a meditation on the farm crisis, religion and the wind-whipped Plains state of North Dakota. That was followed in 1996 by The Cloister Walk, a log of the nine months that Norris, a married Protestant, spent living among the monks at St. John’s Abbey in Minnesota. Readers went wild, keeping it on the best-seller list for 27 weeks.

http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,988826,00.html

O lado de trás do ateísmo e do materialismo

Holy, Holy, Holistic

By URSULA SAUTTER/KoblenzThe Arenberg convent’s once somber guesthouse and sanatorium are being transformed into a bright and airy “wellness and meditation center.”

an increasing number of Germany’s 3,300 Catholic monasteries are opening businesses — and finding willing customers. “More and more people, especially from high-pressure professions, feel the need to escape from hectic everyday life,” says market researcher Joachim Scholz from the German National Tourist Board in Frankfurt-Main. The Arenberg sisters hope that people from all faiths will flock to their center. The visitors will find a peaceful, shady herb garden and candle-lit chapel overlooking the rolling, wooded hills of the Eifel region, beckoning them to sit, relax and think. At a 70% occupancy rate, they could bring the order €2 million a year.

Some monasteries simply allow guests to take part in daily prayers, while others offer meditation and bible classes, physical exercise courses and spiritual counseling. “The cloisters have realized that they have a product they can market: a meaningful way of life,”

“We live on tourism,” says Brother Georg, the website’s administrator. “That’s why we want to show people the beauty of the monastery.”

The five brothers at the St. Franziskus monastery in Dietfurt, Bavaria, offer a variety of Zen, qigong [a form of Chinese exercise and meditation], and tai chi classes as well as Christian contemplation. Father Nathanael, St. Franziskus’ guardian, thinks Eastern wisdom and Christianity go well together. “Zen is a form of meditation that can lead to other levels of consciousness,” he says. “We supply the spiritual basis.”

Critics argue that making a business out of spirituality demeans the faith. But the clergy say there is much more than their own financial welfare at stake. The mission of the Dominican nuns, for example, is “the salvation of the world.” If saving the world means a convent needs a pub, phytotherapy sessions and a jacuzzi, then Arenberg’s Sister Maris Stella says so be it. “We tried to find out what people need today and then offer them new forms of spiritual guidance and assistance to find it,” she says. God does work in mysterious ways.

http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,409520,00.html

Hindus call a Christian missionary, a Rishi (saint)

An Ashram (retreat) in Lucknow, India is the spiritual home, and sometimes the physical home, of the world’s greatest Christian missionary—Dr. Eli Stanley Jones, Methodist, author of The Christ of the Indian Road, evangelist to high-caste Hindus, who call him Rishi (a saint). From his Ashram last summer Dr. Jones wrote his friends about the Kingdom of God, declaring: “Never have I been so convinced that this is the one hope of the human race.

(O facto dos americanos (ou ingleses) acharem que sabem quem é o “maior missionário do mundo”, é uma outra questão – aliás, não religiosa.)

italics in the text are mine.

O que aqui me interessa é a relação Cristo-Índia.

Como vir a encontrar-se com Deus

O que é que preciso (fazer, realizar, proporcionar, proteger, tornar possível, deixar) para entrar em contacto com Deus? – insiste uma mulher. E ele, responde.

No outro dia, eu a perguntar-me se o tempo e esforço de A Ilha dos Amores, valia a pena. Logo na manhã seguinte dei com este vídeo*  classificado por outros de inspirador; também o é para mim e para a Ilha dos Amores; cuja existência se deve e se relaciona com …  tudo ISTO, inteiramente: na sua complexidade, na sua simplicidade, e nas suas dificuldades.

* no Visibilium

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Pitagóricos saudando o Sol nascente

Eliminei o postal anterior onde escrevera erradamente “pitagoreanos”.

http://arturovasquez.files.wordpress.com/2008/07/800px-bronnikov_gimnpifagoreizev.jpg

Um grupo de Pitagóricos, saudando o Sol nascente.

Personal confession of Faith (borrowed from W.B. Yeats):

We are Catholics, but of the school of Pope Julius the Second and of the Medician Popes, who ordered Michael-angelo and Raphael to paint upon the walls of the Vatican, and upon the ceiling of the Sistine Chapel, the doctrine of the Platonic Academy of Florence, the reconciliation of Galilee and Parnassus. We proclaim Michaelangelo the most orthodox of men, because he set upon the tomb of the Medici “Dawn” and “Night,” vast forms shadowing the strength of antediluvian Patriarchs and the lust of the goat, the whole handiwork of God, even the abounding horn. We proclaim that we can forgive the sinner, but abhor the atheist, and that we count among atheists bad writers and Bishops of all denominations. “The Holy Spirit is an intellectual fountain,” and did the Bishops believe that, the Holy Spirit would show itself in decoration and architecture, in daily manners and written style. What devout man can read the Pastorals of our Hierarchy without horror at a style rancid, coarse and vague, like that of the daily papers? We condemn the art and literature of modern Europe. No man can create, as did Shakespeare, Homer, Sophocles, who does not believe, with all his blood and nerve, that man’s soul is immortal, for the evidence lies plain to all men that where that belief has declined, men have turned from creation to photography. We condemn, though not without sympathy, those who would escape from banal mechanism through technical investigation and experiment. We proclaim that these bring no escape, for new form comes from new subject matter, and new subject matter must flow from the human soul restored to all its courage, to all its audacity. We dismiss all demagogues and call back the soul to its ancient sovereignty, and declare that it can do whatever it please, being made, as antiquity affirmed, from the imperishable substance of the stars.

Reditus: A Chronicle of Aesthetic Christianity

Sem Título

A propósito da Inquisição: ver as 5 entradas anteriores sobre a Inquisição

Torture aux USA : waterboarding

www.dailymotion.com/video/x56f26_amnesty-international-unsubscribe-w_news

Le débat politique sur la torture

Inquisição em Lisboa

Este postal está relacionada com o anterior.

Graças à enorme neutralidade que existe hoje em dia, graças à verdade, à eficácia que impera nos meios de comunicação, nos meios científicos e nas equipas de pesquisa. Graças ao facto de vivermos uma época política rica em justiça, paz, isenção, aplicação de justiça crítica, e de respeito para com os sofrimentos dos povos do mundo. Graças a termos passado aquele tempo em que uns dois grandes grupos de poderosos da humanidade se reunira deturpando tudo o que não era de seu interesse e defesa, obcecados apenas consigo e seu poder, branqueando toda a sua história e existência….

Bem, graças a tudo isto, não vejo qualquer motivo para preocupação com este projecto, neste momento da História Portuguesa…

Cinco milhões de imagens
19.01.2008 – 14h49 Inês Santinhos Gonçalves

Cinco milhões de imagens do arquivo da Inquisição de Lisboa vão estar disponíveis on-line. O processo de recuperação e digitalização integral dos 17.980 processos, referentes ao período entre 1536 e 1821, ainda vai demorar cerca de três anos a estar completo, mas constitui, sem dúvida, uma boa notícia para os investigadores.
O anúncio foi feito pelo director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Silvestre Lacerda. “Consideramos que a disponibilização destes processos é uma prioridade, já que são os mais consultados e os mais procurados por investigadores nacionais e estrangeiros.” O custo do projecto foi avaliado em um milhão de euros, mais de metade financiados pela REN (Rede Eléctrica Nacional), o mecenas desta iniciativa.

A Inquisição, como tribunal eclesiástico, perseguiu e condenou aqueles cujas acções e convicções diferiam das leis da Igreja católica. …

…”Para quando uma oliveira nas praças portuguesas, em Lisboa, Évora, Coimbra, onde mais de 2000 pessoas foram queimadas por expressarem opi-niões diferentes?”.

E vale a pena ler os comentários, sempre muito ajudados por brasileiros, nesta temática….

Bem eu por mim, gosto de oliveiras na Praça sempre. Para bem da Humanidade. Para a vinda do Espírito Santo… Agora que seja por essas 2000 almas de há quinhentos anos…. é curioso. Parece que todas estas pessoas só andam ocupadas em esconder a cabeça na areia!!! Em negar, em ignorar o que se passa em volta delas.

Isto é: relevante seria e será que se exija que não se façam as torturas pelas quais eles se indignam, AGORA, aos seres humanos agora torturados. Mas não. É como se se considerem humanos só a eles. Talvez sobre-humanos? Merecendo um tratamento muito superior a todos os outros. Não é?

Eu explico a seguir.

Inquisição – Mito e Realidade

Library Documents on the Inquisition
Various



Press Conference Interventions on L’Inquisizione: 15 June – Various
On the publication of L’Inquisizione, 15 June 2004, interventions were made to the Press by Cardinals Etchegaray, Tauran, and Cottier, and Professor Borromeo, providing information on the work of the Symposium in separating history from myth in regard to the Inquisition.

The Inquisition – Fr. William Most
Fr. William Most gives a summary of the information on the Inquisition found in Dr. Warren Carroll’s book The Glory of Christendom, available from Christendom Press.

Inquisitive About the Inquisition – Father William Saunders
Every now and then, I have heard people bring up the Inquisition and use it to slam against the Church. What are the facts about the Inquisition?

Questions Concerning the Spanish Inquisition – Terry W. Specht
Significant facts about the Inquisition in Spain, set in historical context.

Inquisition – Catholic Encyclopedia
The special court or tribunal appointed by the Catholic Church to discover and suppress heresy and to punish heretics. This file treats the subject as follows: I. The Suppression of Heresy during the first twelve Christian centuries; II. The Suppression of Heresy by the Institution known as the Inquisition under its several forms: (A) The Inquisition of the Middle Ages; (B) The Inquisition in Spain; (C) The Holy Office at Rome.

A New Look At the Spanish Inquisition – Edward O’Brien
New and startling information is beginning to blow away the dark cobwebs of lies and myths-that racist distortion of the Spanish national character and and Hispanic culture. On June 9th, 1995, the BBC documentary, The Myth of the Spanish Inquisition was aired on Ancient Mysteries. TV often trashes the Church, but not this time.

Beyond the Myth of The Inquisition: Ours Is the Golden Age – Brian Van Hove, S.J.
Enlightening article about the Inquistion which debunks the prevailing belief that the Catholic Church used it as a tool to crush its enemies. This article was taken from the Winter 1992 issue of “Faith & Reason”.


Provided Courtesy of:
Eternal Word Television Network
5817 Old Leeds Road
Irondale, AL 35210
www.ewtn.com

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