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A ILHA DOS AMORES – I

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AMOR

Mensagem de Natal: A Meditação das Estrelas

Esta mensagem é dedicada a minha filha bem-amada

Sobre a Arte de nos tornarmos filhos de Deus:


Olhar,

e Ver

https://ailhadosamores.files.wordpress.com/2007/12/pleiades-star-cluster.jpg

Dizer devagar,

Ouvir, e escutar

Saborear, As Palavras:    (retirar preconceitos, falar como  pela primeira vez, como um primeiro homem, fora seu coração um cálice de vinho rubro, e Virgem toda a Terra)

No princípio era a Palavra e a Palavra estava junto de Deus e a Palavra era Deus. Ela estava no princípio junto de Deus. Todas as coisas foram feitas por ela, e sem ela nada se fez do que foi feito. Nela estava a vida e a vida era a luz dos homens; e a luz resplandece nas trevas e as trevas não a compreenderam.

Paro agora. A Palavra é Deus?

É isso que lá está. Deus, Palavra……

E todas as coisas foram feitas por ela? Coisas feitas por uma Palavra? Mas então Deus não é aquele velho…? Palavra. É o que lá está.

– Vai gozar com outro. Desde quando é que uma Palavra cria alguma coisa… quanto mais o Mundo… quanto mais todas as coisas! Os homens é que criaram as palavras…..

– Sim, mas continua, ouve, saboreia (retirar preconceitos, falar como  pela primeira vez, como um primeiro homem, fora seu coração um cálice de vinho rubro, e Virgem toda a Terra)


[A Palavra] – devagar – era a verdadeira luz, – devagar – que ilumina todo o homem, – devagar – vindo ao mundo.

Ouves as estrelas?

Sentes um pássaro a cantar no coração? No teu cálice de vinho rubro?

Estava no mundo e o mundo foi feito por ela e o mundo não a conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não a receberam.

Mas, a todos quantos a receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, aos que acreditam no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.


– É misterioso, eu sei. E a Luz das estrelas, não o é? E o silêncio do Céu Profundo? Quanta Paz, Quanto Infinito aguardando, aguardando o nosso olhar atento, o nosso Amor em acção crescendo…

O Infinito aguardando o nosso Silêncio

onde toda a Luz surge

e se encontra

o Sorriso Original.

ps – esse Sorriso é aquele que Leonardo buscou e pintou. e os Gregos… e os escultores de Buda:

o Sorriso do Silêncio.

Aguardando

Aguardando

Por nós.


Prólogo de S. João

PS – E garanto que não é preciso aprender Hebraico! Nem Sânscrito, nem Tibetano tão pouco.

Amar


L’Ange Bleu
Chagall

La Mariee by Marc Chagall

La Mariee by Marc Chagall

.

.

AMAR

O segredo é Amar… Amar a Vida
Com tudo o que há de bom e mau em nós…
Amar a hora breve e apetecida,
Ouvir todos os sons em cada voz
E ver todos os céus em cada olhar…

Amar por mil razões e sem razão…
Amar, só por amar,
Com os nervos, o sangue, o coração…
Viver em cada instante a eternidade
E ver, na própria sombra, claridade.

O segredo é amar mas amar com prazer,
Sem limites, sem linha de horizonte…
Amar a Vida, a Morte, o Amor!
Beber em cada fonte,
Florir em cada flor,
Nascer em cada ninho,
Sorver a terra inteira como um vinho…

Amar o ramo em flor que há-de nascer
De cada obscura e tímida raiz…
Amar em cada pedra, em cada ser,
S. Francisco de Assis…
Amar o tronco velho, a folha verde,
Amar cada alegria, cada mágoa,
Pois um beijo de amor jamais se perde
E cedo refloresce em pão, em água!

Fernanda de Castro


Trinta e Nove Poemas / Líricas Portuguesas. 2.ª Série
(edição de Cabral do Nascimento)

Jesus e Maria acompanhados

Com o coração

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fresco do sec. XVII –

(É a única referência que tenho.)

 

 

Fillipo Lippi, sec XV

 

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Com o coração.

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PS – O ditado popular ”o coração é cego”, é uma coisa muito engraçada.

O Amor, o que é?


Lemmy Caution e Natacha Von Braun no filme

 

 

 


Alphaville – Jean-Luc Godard

03:05 From:

Bater nas crianças – NÃO!!!

Dado o tema de que se trata, cito aqui o que disse uma ou outra evangelista americana de TV, palavras que uma bloguista portuguesa apoiou a ponto de as publicar e aclamar!!!

Publico o texto, seguido do comentário que deixei no blog ! De momento não tenho tempo para mais… mas o assunto é tão importante que eu não pude deixar passar.

Com respeito aos acontecimentos de Blacksburg, encontrei n’ O Melhor dos Blogs um texto de Anne Graham, a filha do grande evangelista baptista Billy Graham, que já conhecia mas que vem bem a propósito:
À pergunta que lhe foi feita na televisão: “Como é que Deus permitiu uma coisa tão horrorosa, como foi o 11 de Setembro em Nova Iorque?”, Anne Graham respondeu:
“Eu creio que Deus ficou profundamente triste, como nós ficámos. Há muitos anos que vimos pedindo para Deus não interferir nas nossas escolhas pessoais, para saír do nosso governo e das nossas vidas. Sendo respeitador como é, calmamente, Deus deixou-nos. Sendo assim, como podemos esperar que Deus nos dê a sua bênção e a sua protecção?
E continuou:– É verdade! Gritamos, quando há ataques terroristas e tiroteio nas escolas! No entanto, eu creio que tudo começou desde que Madeleine Murray 0’Hare (que acabou também ela por ser assassinada), disse que era impróprio fazer oração nas escolas americanas, como era costume. E concordámos com a sua opinião! Depois, alguém disse que era melhor não ler mais a Bíblia nas escolas! E concordámos!
– Em seguida, – prosseguiu – o Dr. Benjamim Spock disse que não devíamos bater nos nossos filhos quando se comportassem mal, porque a sua personalidade, em formação, ficaria distorcida e prejudicaríamos a sua auto-estima! O seu filho suicidou-se! E dissemos: Um perito neste assunto deve saber o que está a dizer! E concordámos com ele!
Mais tarde, alguém disse que os professores e directores das escolas não deviam disciplinar nem corrigir os nossos filhos, quando se comportassem mal!– Foi decidido, de imediato, que nenhum professor podia tocar nos alunos! Uma coisa é disciplinar, outra é tocar, bem o sabemos!
– Alguém sugeriu, ainda, que deveríamos deixar que as nossas filhas fizessem aborto, se assim o quisessem! E aceitámos sem pestanejar. Sem nos interrogarmos!
– Foi dito, ainda, que devíamos dar aos nossos filhos os preservativos, tantos quantos quises-sem, para fazerem sexo até à saciedade; dar-lhes revistas com mulheres nuas e colocar, na internet, fotos de crianças nuas!– E dissemos: Está bem! Isto é democracia e eles têm o direito de apreciar o corpo feminino, de fazerem o que quiserem, porque tudo isto é sadio!…
Agora, perguntamos:– Porque é que os nossos filhos não sabem distinguir o bem do mal, o certo do errado, não têm consciência, nem se incomodam de matar… mesmo os colegas de escola ou a si mesmos?!”
A resposta é uma só: – Colhemos aquilo que semeámos!

Minha crítica:
Cara Senhora,
Considero este assunto tão importante, que vou publicá-lo no meu blog! Uma criança que tenha apanhado menos devido a algum pai que leia isto, e já valeu a pena. Mas discutindo, poderemos fazer muito mais, e que sejam muitas as crianças e os pais que leiam… e que ao ir bater… pensem: É INÚTIL E ERRADO. ERRADÍSSIMO!!!!!!!

Lamento que apoie – ainda por cima a ponto de publicar e elogiar texto tão detestável, o qual, defende, entre outras coisas péssimas, que se espanque crianças! Por outro lado, agradeço que o tenha tornado público, a esse seu apoio, assim como o de todos os que não reagiram com horror a tais palavras. Torna assim possível a discussão, e que se tire das cabeças bem intencionadas, as ideias erradas e mentiras a este respeito.
Tem uma criança de semanas ao colo, e anda a fazer a apologia de pessoas que defendem o retorno da violência sobre as crianças, ignorando completamente o significado da descoberta e compreensão tão recente (neste período humano) de que é com o amor, a inteligência, a compreensão, a empatia, a beleza, o exemplo, a imaginação, a compaixão, a reflexãoa e a meditação, a liberdade, o exercício, a arte, a cultura, que se educa as crianças bem; NÃO bater-lhes como método: fruto do ódio, da ira, da mesquinhez, da estupidez, da ignorância, da maldade, e de ideias erradas, mentiras.

A todos os que se sintam atraídos por tais métodos, peço que leiam livros sobre psicologia… as crianças espancadas não são de forma alguma mais bem educadas.

Deu muito trabalho a algumas pessoas corajosas, pioneiros, acabarem com milénios de história de crueldade legitimizada como método necessário e eficiente de educação!

Graças a eles, milhares de crianças desenvolvem-se hoje em dia, dezenas ou centenas de vezes melhor, tanto mentalmente, como fisicamente, como emocionalmente.

Aconselho todos os que pensam que bater nas criancinhas é necessário, a investigarem o assunto.  Bater nas crianças é precisamente equivalente a homens baterem nas mulheres, ou donos que batiam nos escravos! Tão ignorante, tão estúpido e tão inútil quanto pensar que deve bater nas mulheres, e nos empregados, porque ”quando não eles não aprendem”.

Revolução do Nascimento/Parto

Este artigo está relacionado com o seguinte, e lamento que esse seja em inglês pois não tenho tempo para o traduzir.

Eis o que aparece no Google, na PubMed, quando se procura ”birht revolution”:

Related Links

Mas isto é desinformação e mentira.

Revolução do nascimento, não é de forma alguma, nunca foi, a indústria da fertilização, dos laboratórios de bébés proveta, etc. Muito pelo contrário!

A revolução do nascimento, é o movimento começado, pela luta de pioneiros que foram marginalizados. Devido a estes pioneiros, os quais aliás raramente recebem sequer uma menção, quanto mais o reconhecimento que merecem, é que temos a ”revolução”, a qual aliás é uma transicção, uma profunda modificação, transformação, pacífica, na visão e prática do parto.

Compreendamos hoje em dia que mais tarde, essas compreensões ou descobertas de pioneiros, só começam a ser aplicados massivamente, quando um pequeno grupo de pessoas adquire o controle sobre a (gigantesca) vantagem financeira que pode extraír dessas verdades pioneiras, e começa a sua acção. É o que se passa agora com a ”Revolução do nascimento”, como pode ver no artigo seguinte, cujo título no Independente é esse mesmo.

A gigantesca desonestidade, está (sempre?) em esconder metade da verdade…

O estabelecimento industrial, patriarcal, lucrativo, utilitarista, técnicológico e materialista, médico, de saúde, farmácia, etc., justamente, defendeu, apoiou, perpetuou e lucrou com a prática desumana de técnicas de tortura atroz, durante o parto, – ou com a destruição do parto – e com o impedimento do esclarecimento e desenvolvimento da compreensão e da libertação, que tornam possível um parto totalmente diferente, humano, e até mesmo, belo, que merece o nome de ”dar à Luz”.

E agora… agora até vão começar a dizer que graças ao grande desenvolvimento técnológico, que faz possível o avanço da ciência e da medicina, se descobriu que o parto ”natural” é melhor… em casa? É mentira, pura e simplesmente! Vão fingir serem eles os autores de uma descoberta… que fizeram tudo por combater, reprimir e esconder.

O que se passa é que o parto natural e consciente, que aos poucos se está a tornar conhecido das mulheres, apesar do ”estabelecimento e regime industrial”, é completamente incompatível com esse estabelecimento! Não é forçosamente incompatível com um Hospital – é sim incompatível com os Hospitais que se têem vindo a desenvolver mundo fora, só interessados em lucro, e desumanos.

O parto natural, não se deixa comandar à hora, e ao esquema dos interesses financeiros de gente idiota de quem só pensa em dinheiro. O parto natural não é instantâneo nem fácil, nem a repetição maquinal barata de uma fábrica… É para ele que as Maternidades e a boa tradição portuguesa das boas Maternidades, deveriam existir!

Significados da Ilha dos Amores

A Ilha é, assim, o restabelecimento da Harmonia, de modo que a consagração e a transfiguração mítica dos heróis, que na ilha e pela ilha se opera, são, também e sobretudo, a recolocação do Amor, do verdadeiro Amor, como centro da Harmonia e do Mundo. A Ilha é uma catarse total, não apenas de todos os recalcamentos, mas das misérias da própria História, e das misérias da vida no tempo de Camões e fora dele. É a reconciliação, a transcendência. (SENA, 1980: 76)

 

 

 

 

 

Ler: Imaginário da salvação na ilha dos amores camoniana
José Santiago Naud

...Isso nos impõe a razão da missão terrestre: preparar a Parusia, no exercício fraterno….

 

Ler: O SONHO DO QUINTO IMPÉRIO – MÁRIO MÁXIMO

A filosofia portuguesa não existe sem a poesia. É uma espécie de herança que não admite renúncia nem utilitarismo. As riquezas de tal herança são frugais. Ou melhor, são faustas e imensas, mas no plano da libertação interior. No plano espiritual e metafísico. Talvez no plano místico. Ao nível do profano são mesmo frugais, tais riquezas. Os impérios da filosofia portuguesa não abarcam sujeições. Talvez por isso o efectivo poder político-económico português tenha sido assumido de forma tão efémera e apenas num passado longínquo. Ou seja, que tarda em repetir-se.


Em Muita Letra – Letras à moda do Porto

Estudei, como muitas gerações de portugueses, a obra de Camões na escola preparatória e vem daí a minha aversão por ela. A professora utilizava os versos rebuscados para ensinar gramática aos alunos, obrigando-nos a dividir e identificar as várias orações de cada estrofe. Estava o caldo entornado…

A continuar…

O que pensava Pitágoras das mulheres?

”There is a good principle which created order, light, and man, and an evil principle which created chaos, darkness, and woman”.
Pythagoras

10 Direitos do Nascimento

Acordados pela Organização Mundial de Saúde, O.M.S.:

Cómo nace y es recibido tu bebé es importante para su vida y la tuya.
Infórmate y decide

Derechos del Nacimiento

  • Primero: El bebé tiene derecho al reconocimiento de su capacidad física y
    emocional, en su vida intrauterina y extrauterina y, especialmente, durante
    el tránsito entre ambas.
  • Segundo: El bebé intraútero tiene derecho a que el bienestar emocional de su madre no sea alterado por un exceso y abuso de controles durante la gestación. (1)
  • Tercero: El bebé y su madre tienen derecho a que se respeten el momento, ritmo, ambiente y compañía en el parto-nacimiento y a que el mismo transcurra de forma fisiológica. Un bebé y madre sanos tienen derecho a no ser tratados como enfermos. (2)
  • Cuarto: El bebé y su madre tienen derecho a intimidad y respeto antes, durante y después del nacimiento-parto. (3)
  • Quinto: El bebé y su madre tienen derecho a permanecer juntos en las horas y días siguientes al nacimiento. Ninguna exploración ni estancia hospitalaria justifica la separación de ambos. (4)
  • Sexto: El bebé tiene derecho a disfrutar de lactancia materna a demanda, al menos, durante el primer año. A que durante su estancia en hospital se respeten los “10 pasos para una lactancia feliz” establecidos por UNICEF y la OMS y recomendados por la Asociación Española de Pediatría. (5)
  • Séptimo: El bebé tiene derecho a ser atendido personalmente por su madre, como mínimo, durante el primer año. La madre tiene derecho a disfrutar del contacto íntimo con su bebé cuanto crea necesario..
  • Octavo: El bebé prematuro tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre hasta que adquiera el peso y las condiciones optimas de salud. Ninguna unidad de neonatología es más saludable para el bebé que la piel materna. (6)
  • Noveno: El bebé tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre durante los primeros meses de vida extrauterina. El contacto cuerpo a cuerpo es vital para instaurar en el la seguridad y la confianza.
  • Décimo: El bebé tiene derecho a que sean sus padres quienes personalmente tomen las decisiones y quienes para ello busquen la información relacionada con su bienestar. (4)
  • Deferencias
    (1) Michael Odent. Primal Health. El efecto nocebo del cuidado prenatal.
    www.birthpsychology.com/primalhealth
    (2) OMS, 1996. Cuidadosen el parto normal: una guía práctica.
    www.elpartoesnuestro.es/components/com_docman/documents
    /Cuidados_parto_normal.pdf

    (3) Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R, Principios de la OMS sobre cuidado perinatal. Birth 2001; 28: 202-207.
    holistika.net/articulo.php?articulo=52002.html
    (4) Derechos del niño hospitalizado.
    hospitalalassia.com/burocratica/Derechoninosinternado.htm
    (5) Iniciativa Hospital Amigo de los niños.
    www.ihan.org.es/10pasos.htm
    (6) Método madre canguro para reducir la morbimortalidad de neonatos. revisión Cochrane.
    www.update-software.com/abstractsES/AB002771-ES.htm

El día 7 de Junio ha sido declarado por la Plataforma pro Derechos del Nacimiento y propuesto a la O.M.S. cómo “Día Mundial de los Derechos del Nacimiento“.

Plataforma pro Derechos del Nacimiento
web: www.pangea.org/pdn

Recomendações da OMS

7 de Junio
8º Día Mundial de los Derechos del Nacimiento

Defiende la experiencia más impactante de tu hijo/a: su nacimiento. La Organización Mundial de la Salud te apoya.

Principios de la Organización Mundial de la Salud (OMS) acerca del cuidado perinatal:
Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R. WHO principles of perinatal care: the essential antenatal, perinatal, and postpartum care course. Birth 2001; 28: 202-207.

Recomendaciones para establecer un buen contacto madre – hijo

Nacimiento:
• Ubicar al bebé sobre el abdomen de la madre y secarlo inmediatamente. Animar a que la madre participe. Quitar esa toalla y tapar a la madre y al niño con una segunda toalla que se encuentre seca.
• Cortar el cordón una vez que hayan cesado las pulsaciones del mismo mientras el bebé se encuentra con su madre, siempre y cuando no exista una hemorragia significativa.
• Incentivar el cuidado materno piel a piel con su bebé durante al menos las primeras dos horas después del parto, así como todo lo que sea posible durante el postparto inmediato y posteriormente.

Promover el amamantamiento:
• Incentivar la alimentación al niño cuando el mismo esté dando señales de que está listo para recibirla, mostrando salivación, movimientos orales, llevándose las manos a la boca y moviéndose hacia el pecho materno. No forzar la alimentación hasta que el bebé no esté listo.
• No separar al bebé de su madre en las primeras horas después del parto. Intentar realizar todos los exámenes necesarios para el recién nacido normal en la cama de la madre, en lugar de utilizar una mesa examinadora apartada.
• Retrasar la realización de los exámenes que no sean necesarios. Realizar los exámenes con la madre y el niño juntos; demorar la hora del baño por 6 horas o más.
• Demorar la profilaxis de la conjuntivitis gonocóccica, para evitar que el contacto visual madre – hijo se vea alterado.

Recomendaciones para los cuidados postparto
Promover el contacto madre – hijo y el amamantamiento:

• Seguir las guías de la Iniciativa del Hospital Amigo del Niño para la alimentación infantil: incentive la exclusividad del amamantamiento a demanda desde el nacimiento y evite cualquier suplemento para el bebé que contenga agua, glucosa, o sustitutos de leche materna.
• Ofrecer el alojamiento conjunto para todas la madres y bebés las 24 horas del día.
• Incentivar el contacto piel a piel durante la estadía postparto en el hospital.

Este acontecimiento se celebrará con distintas actividades simultaneamente en los siguientes lugares:

ESPAÑA Alicante Andalucía Cataluña Bilbao
Madrid San Sebastían Valencia Y otras
ARGENTINA CHILE ECUADOR FRANCIA MÉXICO
PORTUGAL URUGUAY

Parto Natural no Hospital

Um hospital espanhol abre as portas às ideias do parto com dignidade, segundo as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

Eis uma sucinta descrição de algumas das ”rotinas” médicas erradas mais básicas de que sofreram as mulheres nos hospitais, maternidades, etc.:

 Recomendaciones de la OMS

Entre éstas recomendaciones, que la OMS enumera para los partos de bajo riesgo y que el Hospital de La Plana ya cumple, figura la no realización de episiotomías de manera sistemática; no utilización de enemas si no es necesario; no administración de oxitocina; la no monitorización continua del feto; favorecer la movilidad de la mujer durante el proceso del parto; respetar la posición que la embarazada elija para parir; promover la lactancia materna cuanto antes; no rasurar el vello púbico; permitir a la mujer beber y comer; respetar la decisión de la mujer en cuanto a acompañamiento; y, entre otros, siempre que sea un parto de bajo riesgo, estar asistido por matronas.

Leia o artigo completo aqui

Reportagem: O parto é meu

Reportagem no EL PAIS sobre o movimento de reinvindicação dos direitos a um parto digno, natural, e humano:

Leia aqui, ”El parto es mío”

Extracto:

El pasado 13 de agosto, Rosa Montero publicaba su columna en esta revista bajo el título El desastre de parir. Se trataba de una reflexión a propósito del libro La revolución del nacimiento (Granica, 2006), de Isabel Fernández del Castillo. El ensayo ilustra -y deplora- el catálogo de actuaciones médicas con las que se aborda protocolariamente la asistencia al parto en España. Un rosario de actuaciones rutinarias -rasurado genital y aplicación de un enema a la madre; monitorización inmovilizante de parturienta y feto durante la dilatación; perfusión de oxitocina para acelerar las contracciones; la obligación de parir tumbada boca arriba, o la realización sistemática de un corte en el periné- que, según la doctrina de la Organización Mundial de la Salud, no sólo son innecesarias de forma general, sino que pueden provocar más sufrimiento que seguridad a madre e hijo.

….La respuesta de los lectores fue fulminante. Más de 200 correos electrónicos y cartas inundaron la redacción. Madres traumatizadas por la asistencia “intervencionista y deshumanizada” a su parto. Médicos y sanitarios ofendidos reivindicando su trabajo “por la seguridad de madres e hijos”…..

Porquê dar à luz em casa

Aqui em baixo, publico uma cópia de um dos artigos de Ina May Gaskin, a mulher que é chamada a parteira mais famosa do mundo. Mais informação sobre ela, nos posts anteriores. (E tem a ligação para a site dela no ”blogroll” em Maternidade)

Articles

Home Birth—Why It’s Necessary
By Ina May Gaskin, CPM
Originally published by Ina May Gaskin Productions, 2007-01-14


Simply put, when there is no home birth in a society, or when home birth is driven completely underground, essential knowledge of women’s capacities in birth is lost to the people of that society—to professional caregivers, as well as to the women of childbearing age themselves. The disappearance of knowledge once commonly held paves the way for over-medicalization of birth and the risks which this poses. Nothing in medical literature today communicates the idea that women’s bodies are well designed for birth. Ignorance of the capacities of women’s bodies can flourish and quickly spread into popular culture when the medical profession is unable to distinguish between ancient wisdom and superstitious belief. To illustrate, I would cite a National Geographic article (1) which states that, “…we [humans] can give birth to babies with big brains, but only through great pain and risk.” The writer, depending upon the work of two U.S. anthropologists, explains that the fact that our species walks upright causes inevitable pain and risk during birth, forgetting how easily we can go to our hands and knees if need be.

I would have had no way to know how well healthy women’s bodies can work in labor and birth had I not experienced a rediscovery of women’s capacities in birth, along with several hundred other people, as we established a midwifery service in our newly founded community in 1970. Most people would have predicted that my diving headlong into attending home births for friends and then training a group of midwives to work with me would have ended in disaster, given that I came into midwifery only with the training afforded by two degrees in English literature. What happened instead is that I received timely and essential help from a few generous, wise physicians, and our service was able to help the first 186 women give birth vaginally (without instruments or other medical interventions) before our first cesarean was necessary. It was not until birth #324 that the second became necessary. All of this was accomplished without negative consequences to mothers or babies.

This degree of success is hard for many physicians to believe, because it runs counter to what they have been taught. For many decades, physicians have been taught that the female pelvis is often too small to permit the safe passage of a term baby through it. Still, over the last three and a half decades, more than 2400 births have been attended within our midwifery service, with our cesarean and instrumental delivery rates combined still below 2 percent, in sharp contrast to the U.S. cesarean rate, which is now nearly 30 percent and climbing.

The publication of our early data in my first book, Spiritual Midwifery, in 1975, helped to encourage the natural childbirth movement that began in North America during the late 1960s. (2) This movement caused U.S. hospitals to radically reassess their maternity care policies during the 1970s and 1980s, leading them, for the first time, to allow family members to be present at births; to allow women, for the first time, to choose midwives as birth attendants; and to change—again for the first time, their policy of mandatory episiotomy. The natural childbirth movement, which was greatly inspired by home birth pioneers, also had the effect of drastically reducing the incidence of forceps deliveries, which had previously been used in more than 40 percent of U.S. births.

Midwifery care blossomed in the U.S. because of the home birth movement, as women who didn’t themselves want home births but who did want care that did not involve routine and unnecessary medical interventions and practices, such as pubic shaving, enemas, being forced to remain still while lying supine during labor (the painful position possible) and often mandatory pain medication, wanted to be able to choose the midwifery model of care in the hospitals where they would give birth. Women themselves began to force these changes by opting for midwifery care and by insisting upon doula care. All of these transformations demonstrated both to laboring women and to their caregivers that women are fully capable of giving birth without the mandatory use of several interventions once considered by U.S. obstetricians to be not only important but essential to the health of mother or baby.

I have not yet mentioned the long list of techniques and practices common to home birth midwifery, which have made their way into progressive hospital maternity care practice. Among these are the use of water tubs for alleviation of pain during labor, the all-fours position (sometimes called the Gaskin maneuver) to resolve the serious complication of shoulder dystocia (3-5), upright positions for labor and birth, the safety of allowing almost all women to enter labor without induction, the use of nipple stimulation to release the body’s natural oxytocin to augment labor (6,7) and the possibility of sleeping, eating and drinking during labor. It is no exaggeration to say that none of these techniques would have been adopted into hospital practice, had it not been for their having first been developed and tested in the “laboratory” of home birth practice. Medical research is expensive and thus rarely focuses on preventive measures or those which don’t rely upon pharmaceutical or technological products.

Another extremely important concept that arises from home birth practice is the recognition of what I call “sphincter law.” (8) This concept describes the common phenomenon, which occurs often in women’s labors, in which stress sometimes causes the cervix, once dilated in labor, to suddenly close, or for labor to stop. Having first observed this phenomenon in the early years of my practice, I found that other midwifery colleagues working in and out of hospitals and many labor and delivery nurses were also familiar with it. We found that such cases could safely resolve themselves, without medical intervention, by waiting for labor to resume in less stressful circumstances. Looking deeper into medical books written during the period when home birth was the norm, I found many 19th century authors who had also documented this physiological phenomenon, which is dependent upon an imbalance of maternal hormones during labor which can take place when the woman feels greatly stressed during the birth process. If current medical knowledge included these concepts which it once did, fewer women would be subjected to the risks of induction drugs, the use of which has increased sharply over the last fifteen years—not always with good results. (9)

Of course, this is not to say that women should be required to have home births. However, the option to give birth in the place of choice should be open to those women who desire it, as long as their physical condition permits it as a safe choice. The body of knowledge available to all maternity caregivers depends upon a full range of choices being available to childbearing women.

Notes

1. Ackerman J. The downside of upright. National Geographic July 2006, 126-145.
2. Gaskin IM. Spiritual Midwifery (1975) Summertown, TN: The Book Publishing Company.

3. Meenan A and Gaskin IM, et al. A new (old) maneuver for the management of shoulder dystocia, The Journal of Family Practice, 1991: 32:625-29.

4. Bruner J and Gaskin IM, et al. All-fours maneuver for reducing shoulder dystocia, The Journal of Reproductive Medicine, 1998; 43:439-43.

5. Gabbe SG, Niebyl JR, and Simpson JL. Obstetrics: Normal & Problem Pregnancies, 4th ed. New York: Churchill Livingstone, 2002.

6. Curtis P. A comparison of breast stimulation and intravenous oxytocin for the augmentation of labor, Birth, June 1999; 26:115-122.

7. Curtis P. Breast Stimulation to Augment Labor: History, Mystery, and Culture. Birth, June 1999; 26: 123-6.

8. Gaskin, Ina May. Understanding birth and Sphincter Law, British Journal of Midwifery, Volume 12, Number 9, September 2004.
9. Wagner M. Born in the USA: How a Broken Maternity System Must Be Fixed to Put Women and Children First (2005) Berkeley, CA: University of California Press.


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