More women should have babies at home, not in hospital

Childbirth revolution: Mummy State 6 April 2007 23:2 > News > Med

More women should have babies at home, not in hospital, says Health Secretary -By Marie Woolf and Sophie Goodchild – Published: 14 May 2006

Pregnant women are to be advised to give birth at home as part of a revolution in childbirth policy that will reverse decades of medical convention.

Patricia Hewitt, the Secretary of State for Health, is to “challenge the assumption”, prevalent since the 1970s, that the safest place to give birth is in hospital and that home births can be dangerous.

In what is being billed as a historic shift in the politics of childbirth, doctors will be told to offer all pregnant women the chance to deliver their baby at home with the help of a midwife and their own choice of pain relief.

The Independent on Sunday can today reveal that the Government is planning a “strategic shift” in childbirth policy away from hospital delivery and towards births in the reassuring surroundings of home. It has commissioned research to support the case for home births and “challenge the assumption that births should take place in hospitals”. The Secretary of State wants to “demedicalise” pregnancy and challenge the “presumption” that birth should take place under the supervision of a doctor.

“A strategic shift towards more home births is part of the Government’s move for more care to be provided in the community and in the home, and away from acute hospitals,” said a Health Department source.

The move comes as new figures reveal that more than 200,000 women, a third of all who give birth every year, suffer some psychological distress after delivery.

Pode ler o resto:> News > Med

Revolução do Nascimento/Parto

Este artigo está relacionado com o seguinte, e lamento que esse seja em inglês pois não tenho tempo para o traduzir.

Eis o que aparece no Google, na PubMed, quando se procura ”birht revolution”:

Related Links

Mas isto é desinformação e mentira.

Revolução do nascimento, não é de forma alguma, nunca foi, a indústria da fertilização, dos laboratórios de bébés proveta, etc. Muito pelo contrário!

A revolução do nascimento, é o movimento começado, pela luta de pioneiros que foram marginalizados. Devido a estes pioneiros, os quais aliás raramente recebem sequer uma menção, quanto mais o reconhecimento que merecem, é que temos a ”revolução”, a qual aliás é uma transicção, uma profunda modificação, transformação, pacífica, na visão e prática do parto.

Compreendamos hoje em dia que mais tarde, essas compreensões ou descobertas de pioneiros, só começam a ser aplicados massivamente, quando um pequeno grupo de pessoas adquire o controle sobre a (gigantesca) vantagem financeira que pode extraír dessas verdades pioneiras, e começa a sua acção. É o que se passa agora com a ”Revolução do nascimento”, como pode ver no artigo seguinte, cujo título no Independente é esse mesmo.

A gigantesca desonestidade, está (sempre?) em esconder metade da verdade…

O estabelecimento industrial, patriarcal, lucrativo, utilitarista, técnicológico e materialista, médico, de saúde, farmácia, etc., justamente, defendeu, apoiou, perpetuou e lucrou com a prática desumana de técnicas de tortura atroz, durante o parto, – ou com a destruição do parto – e com o impedimento do esclarecimento e desenvolvimento da compreensão e da libertação, que tornam possível um parto totalmente diferente, humano, e até mesmo, belo, que merece o nome de ”dar à Luz”.

E agora… agora até vão começar a dizer que graças ao grande desenvolvimento técnológico, que faz possível o avanço da ciência e da medicina, se descobriu que o parto ”natural” é melhor… em casa? É mentira, pura e simplesmente! Vão fingir serem eles os autores de uma descoberta… que fizeram tudo por combater, reprimir e esconder.

O que se passa é que o parto natural e consciente, que aos poucos se está a tornar conhecido das mulheres, apesar do ”estabelecimento e regime industrial”, é completamente incompatível com esse estabelecimento! Não é forçosamente incompatível com um Hospital – é sim incompatível com os Hospitais que se têem vindo a desenvolver mundo fora, só interessados em lucro, e desumanos.

O parto natural, não se deixa comandar à hora, e ao esquema dos interesses financeiros de gente idiota de quem só pensa em dinheiro. O parto natural não é instantâneo nem fácil, nem a repetição maquinal barata de uma fábrica… É para ele que as Maternidades e a boa tradição portuguesa das boas Maternidades, deveriam existir!

O Parto n’A Ilha dos Amores

Devo dizer que há muito mais que posso dizer sobre o parto, e pretendo reunir informação mais completa, ou um melhor direcionamento, se e quando o tempo mo permitir.

Entretanto, grávidas que nunca ouviram falar das alternativas e do que é ”parto natural”, podem, mesmo através de informação incompleta no meu blog, informar-se melhor, contactarem a Associação de Doulas de Portugal – terem um melhor sentimento e conhecimento em relação ao parto. Isso é mais importante, para mim, do que esperar pela perfeição da minha informação.

Se por acaso é uma mulher que está para dar à luz dentro de pouco tempo… e que nada mais tem organizado para além de ir para o Hospital de forma totalmente normal, eu aconselho contactar as Doulas de Portugal. Uma boa doula a acompanhar o seu parto, é alguém que a respeita a si, seja qual forem as suas ideias pessoais, não interfere contra a sua vontade, e dá-lhe, tanto em casa como no Hospital, apoio no que puder, sem perturbar a assistência Hospitalar.

É compreensível não desejar ideias revolucionárias (talvez até à última da hora), mas como explico acima, as doulas compreendem isso muito bem, e nada tem a recear, pelo contrário.

PARTO NATURAL: Dar à luz segundo uma outra ciência

photo of baby. They are all pics of babies...

Para ler mais sobre como ter um parto muito melhor, para si, para a sua criança e para a vossa futura relação, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para ler o lindo livro que todas as mães deveriam ler, ‘‘Nascimento sem Violência”, do pioneiro, ginecologista francês, Frederic Leboyer, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para encontrar muito mais informação, ligações, sites sobre o nascimento e maternidade, e contactos reais, por favor consulte o tema ”Maternidade”, na lista de ligações, na barra lateral deste blog, e os tag Maternidade e Parto.

10 Direitos do Nascimento

Acordados pela Organização Mundial de Saúde, O.M.S.:

Cómo nace y es recibido tu bebé es importante para su vida y la tuya.
Infórmate y decide

Derechos del Nacimiento

  • Primero: El bebé tiene derecho al reconocimiento de su capacidad física y
    emocional, en su vida intrauterina y extrauterina y, especialmente, durante
    el tránsito entre ambas.
  • Segundo: El bebé intraútero tiene derecho a que el bienestar emocional de su madre no sea alterado por un exceso y abuso de controles durante la gestación. (1)
  • Tercero: El bebé y su madre tienen derecho a que se respeten el momento, ritmo, ambiente y compañía en el parto-nacimiento y a que el mismo transcurra de forma fisiológica. Un bebé y madre sanos tienen derecho a no ser tratados como enfermos. (2)
  • Cuarto: El bebé y su madre tienen derecho a intimidad y respeto antes, durante y después del nacimiento-parto. (3)
  • Quinto: El bebé y su madre tienen derecho a permanecer juntos en las horas y días siguientes al nacimiento. Ninguna exploración ni estancia hospitalaria justifica la separación de ambos. (4)
  • Sexto: El bebé tiene derecho a disfrutar de lactancia materna a demanda, al menos, durante el primer año. A que durante su estancia en hospital se respeten los “10 pasos para una lactancia feliz” establecidos por UNICEF y la OMS y recomendados por la Asociación Española de Pediatría. (5)
  • Séptimo: El bebé tiene derecho a ser atendido personalmente por su madre, como mínimo, durante el primer año. La madre tiene derecho a disfrutar del contacto íntimo con su bebé cuanto crea necesario..
  • Octavo: El bebé prematuro tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre hasta que adquiera el peso y las condiciones optimas de salud. Ninguna unidad de neonatología es más saludable para el bebé que la piel materna. (6)
  • Noveno: El bebé tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre durante los primeros meses de vida extrauterina. El contacto cuerpo a cuerpo es vital para instaurar en el la seguridad y la confianza.
  • Décimo: El bebé tiene derecho a que sean sus padres quienes personalmente tomen las decisiones y quienes para ello busquen la información relacionada con su bienestar. (4)
  • Deferencias
    (1) Michael Odent. Primal Health. El efecto nocebo del cuidado prenatal.
    www.birthpsychology.com/primalhealth
    (2) OMS, 1996. Cuidadosen el parto normal: una guía práctica.
    www.elpartoesnuestro.es/components/com_docman/documents
    /Cuidados_parto_normal.pdf

    (3) Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R, Principios de la OMS sobre cuidado perinatal. Birth 2001; 28: 202-207.
    holistika.net/articulo.php?articulo=52002.html
    (4) Derechos del niño hospitalizado.
    hospitalalassia.com/burocratica/Derechoninosinternado.htm
    (5) Iniciativa Hospital Amigo de los niños.
    www.ihan.org.es/10pasos.htm
    (6) Método madre canguro para reducir la morbimortalidad de neonatos. revisión Cochrane.
    www.update-software.com/abstractsES/AB002771-ES.htm

El día 7 de Junio ha sido declarado por la Plataforma pro Derechos del Nacimiento y propuesto a la O.M.S. cómo “Día Mundial de los Derechos del Nacimiento“.

Plataforma pro Derechos del Nacimiento
web: www.pangea.org/pdn

Recomendações da OMS

7 de Junio
8º Día Mundial de los Derechos del Nacimiento

Defiende la experiencia más impactante de tu hijo/a: su nacimiento. La Organización Mundial de la Salud te apoya.

Principios de la Organización Mundial de la Salud (OMS) acerca del cuidado perinatal:
Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R. WHO principles of perinatal care: the essential antenatal, perinatal, and postpartum care course. Birth 2001; 28: 202-207.

Recomendaciones para establecer un buen contacto madre – hijo

Nacimiento:
• Ubicar al bebé sobre el abdomen de la madre y secarlo inmediatamente. Animar a que la madre participe. Quitar esa toalla y tapar a la madre y al niño con una segunda toalla que se encuentre seca.
• Cortar el cordón una vez que hayan cesado las pulsaciones del mismo mientras el bebé se encuentra con su madre, siempre y cuando no exista una hemorragia significativa.
• Incentivar el cuidado materno piel a piel con su bebé durante al menos las primeras dos horas después del parto, así como todo lo que sea posible durante el postparto inmediato y posteriormente.

Promover el amamantamiento:
• Incentivar la alimentación al niño cuando el mismo esté dando señales de que está listo para recibirla, mostrando salivación, movimientos orales, llevándose las manos a la boca y moviéndose hacia el pecho materno. No forzar la alimentación hasta que el bebé no esté listo.
• No separar al bebé de su madre en las primeras horas después del parto. Intentar realizar todos los exámenes necesarios para el recién nacido normal en la cama de la madre, en lugar de utilizar una mesa examinadora apartada.
• Retrasar la realización de los exámenes que no sean necesarios. Realizar los exámenes con la madre y el niño juntos; demorar la hora del baño por 6 horas o más.
• Demorar la profilaxis de la conjuntivitis gonocóccica, para evitar que el contacto visual madre – hijo se vea alterado.

Recomendaciones para los cuidados postparto
Promover el contacto madre – hijo y el amamantamiento:

• Seguir las guías de la Iniciativa del Hospital Amigo del Niño para la alimentación infantil: incentive la exclusividad del amamantamiento a demanda desde el nacimiento y evite cualquier suplemento para el bebé que contenga agua, glucosa, o sustitutos de leche materna.
• Ofrecer el alojamiento conjunto para todas la madres y bebés las 24 horas del día.
• Incentivar el contacto piel a piel durante la estadía postparto en el hospital.

Este acontecimiento se celebrará con distintas actividades simultaneamente en los siguientes lugares:

ESPAÑA Alicante Andalucía Cataluña Bilbao
Madrid San Sebastían Valencia Y otras
ARGENTINA CHILE ECUADOR FRANCIA MÉXICO
PORTUGAL URUGUAY

Parto Natural no Hospital

Um hospital espanhol abre as portas às ideias do parto com dignidade, segundo as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

Eis uma sucinta descrição de algumas das ”rotinas” médicas erradas mais básicas de que sofreram as mulheres nos hospitais, maternidades, etc.:

 Recomendaciones de la OMS

Entre éstas recomendaciones, que la OMS enumera para los partos de bajo riesgo y que el Hospital de La Plana ya cumple, figura la no realización de episiotomías de manera sistemática; no utilización de enemas si no es necesario; no administración de oxitocina; la no monitorización continua del feto; favorecer la movilidad de la mujer durante el proceso del parto; respetar la posición que la embarazada elija para parir; promover la lactancia materna cuanto antes; no rasurar el vello púbico; permitir a la mujer beber y comer; respetar la decisión de la mujer en cuanto a acompañamiento; y, entre otros, siempre que sea un parto de bajo riesgo, estar asistido por matronas.

Leia o artigo completo aqui

Reportagem: O parto é meu

Reportagem no EL PAIS sobre o movimento de reinvindicação dos direitos a um parto digno, natural, e humano:

Leia aqui, ”El parto es mío”

Extracto:

El pasado 13 de agosto, Rosa Montero publicaba su columna en esta revista bajo el título El desastre de parir. Se trataba de una reflexión a propósito del libro La revolución del nacimiento (Granica, 2006), de Isabel Fernández del Castillo. El ensayo ilustra -y deplora- el catálogo de actuaciones médicas con las que se aborda protocolariamente la asistencia al parto en España. Un rosario de actuaciones rutinarias -rasurado genital y aplicación de un enema a la madre; monitorización inmovilizante de parturienta y feto durante la dilatación; perfusión de oxitocina para acelerar las contracciones; la obligación de parir tumbada boca arriba, o la realización sistemática de un corte en el periné- que, según la doctrina de la Organización Mundial de la Salud, no sólo son innecesarias de forma general, sino que pueden provocar más sufrimiento que seguridad a madre e hijo.

….La respuesta de los lectores fue fulminante. Más de 200 correos electrónicos y cartas inundaron la redacción. Madres traumatizadas por la asistencia “intervencionista y deshumanizada” a su parto. Médicos y sanitarios ofendidos reivindicando su trabajo “por la seguridad de madres e hijos”…..

Anestesia Peridural no Parto

I – anestesia peridural pode dificultar amamentação

II – Uma curta ”raportagem” da história do parto nos últimos séculos…

I

Parto com anestesia peridural pode dificultar amamentação, diz estudo

da France Presse, em Sydney

As mulheres que dão à luz com anestesia aplicada em injeção peridural (coluna) podem ter mais dificuldades para amamentar nos primeiros dias do que o daquelas que o fazem sem anestesia, indicou um estudo australiano. O estudo foi realizado com quase 1.300 mulheres e publicado no Jornal Internacional da Lactância.
Segundo os dados, o número de mulheres que deixam de amamentar durante os seis primeiros meses é duas vezes maior do que as que não tomam anestesia.
A epidemiologista Siranda Torvaldsen, da Universidade de Sydney, explica que 93% das mulheres envolvidas na pesquisa amamentavam os filhos na primeira semana.
“Descobrimos que, em um grupo de 1.280 mulheres, aquelas que o faziam apenas de maneira parcial ao fim da primeira semana, em geral, receberam uma anestesia peridural”, declarou.
O estudo também revelou que, além de fatores específicos, 72% das mães que tiveram parto natural continuavam amamentando seis meses depois –contra 53% do outro grupo.
Os autores do estudo explicaram que as substâncias contidas na anestesia podem provocar uma reação de sonolência no bebê, dificultando a amamentação nos primeiros dias.
“O mais importante é que as mães sejam corretamente informadas e aconselhadas para que saibam que se trata de um fenômeno temporário”, declarou Siranda Torvaldsen.

O sublinhado é meu.
Leia mais sobre a anestesia peridural na página Maternidade . Começa por um artigo de uma site que apoia os processos regulares hospitalares de nascimento; aí pode já ler informação médica sobre possíveis efeitos secundários da epidural. Esse artigo é seguido por explicações sobre as desvantagens desses processos em comparação com o parto natural, e sobre mais desvantagens da anestesia epidural.

II

 Esta má raportagem, revela um pouco o ”brincar” dos ”cientistas” e das ”autoridades”, jogando com questões de poder entre si, e manipulando o corpo e o sofrimento atróz da mulher a seu bel-prazer. A barbárie continua nesse artigo que coloco aqui apenas para demonstrar a sua ignorância: na verdade, chamar o uso da anestesia peridural como parto humanizado, é uma perversão do termo, ao serviço ainda de toda a espécie de interesses que não a mãe e a criança.

Por outro lado chamo também a atênção para esse facto referido no final do artigo, de que (isto é no Brasil, onde a cesariana – provavelmente sob influência americana – tem sido massivamente praticada por rotina, para despachar – acompanhada da moda de não amamentar as crianças) a anestesia peridural seja dada em todos os partos naturais em clínicas privadas, mas não às mães nos restantes hospitais, mesmo nos casos em que de facto ela seja necessária. Tudo isto pertence a um mundo de barbaridade, escondido por de trás das portas das salas de parto. É essa barbaridade que está a mudar.

Reportagem:  
Dar à luz sem sentir dor
Por Carolina Cantarino

 

Porquê dar à luz em casa

Aqui em baixo, publico uma cópia de um dos artigos de Ina May Gaskin, a mulher que é chamada a parteira mais famosa do mundo. Mais informação sobre ela, nos posts anteriores. (E tem a ligação para a site dela no ”blogroll” em Maternidade)

Articles

Home Birth—Why It’s Necessary
By Ina May Gaskin, CPM
Originally published by Ina May Gaskin Productions, 2007-01-14


Simply put, when there is no home birth in a society, or when home birth is driven completely underground, essential knowledge of women’s capacities in birth is lost to the people of that society—to professional caregivers, as well as to the women of childbearing age themselves. The disappearance of knowledge once commonly held paves the way for over-medicalization of birth and the risks which this poses. Nothing in medical literature today communicates the idea that women’s bodies are well designed for birth. Ignorance of the capacities of women’s bodies can flourish and quickly spread into popular culture when the medical profession is unable to distinguish between ancient wisdom and superstitious belief. To illustrate, I would cite a National Geographic article (1) which states that, “…we [humans] can give birth to babies with big brains, but only through great pain and risk.” The writer, depending upon the work of two U.S. anthropologists, explains that the fact that our species walks upright causes inevitable pain and risk during birth, forgetting how easily we can go to our hands and knees if need be.

I would have had no way to know how well healthy women’s bodies can work in labor and birth had I not experienced a rediscovery of women’s capacities in birth, along with several hundred other people, as we established a midwifery service in our newly founded community in 1970. Most people would have predicted that my diving headlong into attending home births for friends and then training a group of midwives to work with me would have ended in disaster, given that I came into midwifery only with the training afforded by two degrees in English literature. What happened instead is that I received timely and essential help from a few generous, wise physicians, and our service was able to help the first 186 women give birth vaginally (without instruments or other medical interventions) before our first cesarean was necessary. It was not until birth #324 that the second became necessary. All of this was accomplished without negative consequences to mothers or babies.

This degree of success is hard for many physicians to believe, because it runs counter to what they have been taught. For many decades, physicians have been taught that the female pelvis is often too small to permit the safe passage of a term baby through it. Still, over the last three and a half decades, more than 2400 births have been attended within our midwifery service, with our cesarean and instrumental delivery rates combined still below 2 percent, in sharp contrast to the U.S. cesarean rate, which is now nearly 30 percent and climbing.

The publication of our early data in my first book, Spiritual Midwifery, in 1975, helped to encourage the natural childbirth movement that began in North America during the late 1960s. (2) This movement caused U.S. hospitals to radically reassess their maternity care policies during the 1970s and 1980s, leading them, for the first time, to allow family members to be present at births; to allow women, for the first time, to choose midwives as birth attendants; and to change—again for the first time, their policy of mandatory episiotomy. The natural childbirth movement, which was greatly inspired by home birth pioneers, also had the effect of drastically reducing the incidence of forceps deliveries, which had previously been used in more than 40 percent of U.S. births.

Midwifery care blossomed in the U.S. because of the home birth movement, as women who didn’t themselves want home births but who did want care that did not involve routine and unnecessary medical interventions and practices, such as pubic shaving, enemas, being forced to remain still while lying supine during labor (the painful position possible) and often mandatory pain medication, wanted to be able to choose the midwifery model of care in the hospitals where they would give birth. Women themselves began to force these changes by opting for midwifery care and by insisting upon doula care. All of these transformations demonstrated both to laboring women and to their caregivers that women are fully capable of giving birth without the mandatory use of several interventions once considered by U.S. obstetricians to be not only important but essential to the health of mother or baby.

I have not yet mentioned the long list of techniques and practices common to home birth midwifery, which have made their way into progressive hospital maternity care practice. Among these are the use of water tubs for alleviation of pain during labor, the all-fours position (sometimes called the Gaskin maneuver) to resolve the serious complication of shoulder dystocia (3-5), upright positions for labor and birth, the safety of allowing almost all women to enter labor without induction, the use of nipple stimulation to release the body’s natural oxytocin to augment labor (6,7) and the possibility of sleeping, eating and drinking during labor. It is no exaggeration to say that none of these techniques would have been adopted into hospital practice, had it not been for their having first been developed and tested in the “laboratory” of home birth practice. Medical research is expensive and thus rarely focuses on preventive measures or those which don’t rely upon pharmaceutical or technological products.

Another extremely important concept that arises from home birth practice is the recognition of what I call “sphincter law.” (8) This concept describes the common phenomenon, which occurs often in women’s labors, in which stress sometimes causes the cervix, once dilated in labor, to suddenly close, or for labor to stop. Having first observed this phenomenon in the early years of my practice, I found that other midwifery colleagues working in and out of hospitals and many labor and delivery nurses were also familiar with it. We found that such cases could safely resolve themselves, without medical intervention, by waiting for labor to resume in less stressful circumstances. Looking deeper into medical books written during the period when home birth was the norm, I found many 19th century authors who had also documented this physiological phenomenon, which is dependent upon an imbalance of maternal hormones during labor which can take place when the woman feels greatly stressed during the birth process. If current medical knowledge included these concepts which it once did, fewer women would be subjected to the risks of induction drugs, the use of which has increased sharply over the last fifteen years—not always with good results. (9)

Of course, this is not to say that women should be required to have home births. However, the option to give birth in the place of choice should be open to those women who desire it, as long as their physical condition permits it as a safe choice. The body of knowledge available to all maternity caregivers depends upon a full range of choices being available to childbearing women.

Notes

1. Ackerman J. The downside of upright. National Geographic July 2006, 126-145.
2. Gaskin IM. Spiritual Midwifery (1975) Summertown, TN: The Book Publishing Company.

3. Meenan A and Gaskin IM, et al. A new (old) maneuver for the management of shoulder dystocia, The Journal of Family Practice, 1991: 32:625-29.

4. Bruner J and Gaskin IM, et al. All-fours maneuver for reducing shoulder dystocia, The Journal of Reproductive Medicine, 1998; 43:439-43.

5. Gabbe SG, Niebyl JR, and Simpson JL. Obstetrics: Normal & Problem Pregnancies, 4th ed. New York: Churchill Livingstone, 2002.

6. Curtis P. A comparison of breast stimulation and intravenous oxytocin for the augmentation of labor, Birth, June 1999; 26:115-122.

7. Curtis P. Breast Stimulation to Augment Labor: History, Mystery, and Culture. Birth, June 1999; 26: 123-6.

8. Gaskin, Ina May. Understanding birth and Sphincter Law, British Journal of Midwifery, Volume 12, Number 9, September 2004.
9. Wagner M. Born in the USA: How a Broken Maternity System Must Be Fixed to Put Women and Children First (2005) Berkeley, CA: University of California Press.


Recensões de”Spiritual Midwifery”

Porque estes comentários contêem informação, publico-os aqui.

Como a percentagem nos EU de nascimentos por cesariana é de 30%, e eu só posso confirmar isso pela experiência noutros países, onde a percentagem de cesarianas é sempre crescente, porque é ”rápido e prático”… podem assim compreender quais são as tendências médicas e hospitalares, assim como a importância de todo este movimento num sentido oposto. Neste momento, está a tornar-se um movimento, mas quando eu me interessava por isto nos anos 70, era radicalmente ostracizada por isso – mas ainda hoje. Também quando Ina May lutou pelo direito a um nascimento natural, era um acto revolucionário.

Não era uma nova maneira de ganhar mais dinheiro, ou de ganhar reconhecimento social. Muito pelo contrário.

Concordo com a informação que se segue, e direi mais quando completar o post anterior: entretanto, podem ir lendo:

Spiritual Midwifery, Fourth Edition, November 6, 2006

Reviewer: Kathy Ardekani “Kathy Ardekani” (Boothwyn, PA) – See all my reviews
(REAL NAME)

I recommend reading this book to all parents interested in having a natural birth.

Ina May and her husband Stephen began `The Farm’ in the early 1970’s. The birth stories in Spiritual Midwifery come from women’s experiences on The Farm. The Farm statistics include (as of the year 2000) 2028 births of those births 95.1% of all babies were born in the home, 4.9% were transported to the hospital and only 1.3% were emergency transports. This book is based on the over 2000 births that have taken place on `The Farm’.

In the USA over 30% of all women give birth through surgical procedure called a Cesarean Section. Ina May’s book gives support to the fact that birth is not a medical procedure. Spiritual Midwifery speaks to the normalcy of birth and explains why no more than 5-10% of women need a Cesarean Section to deliver babies. Ina touches on topics such as tests given during pregnancy, natural birth, complications that may arise and how to manage them in and out of hospital setting and most importantly the book provides factual and time-proven information.

Spiritual Midwifery is on the bookshelf of most Midwives and homebirth Midwives. If you are looking to have your questions and concerns addressed and answered this is the book to read. If you wish to buy just one book, this is the one.

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5 of 5 people found the following review helpful:

Great book written by great people., October 30, 2006

Reviewer: K. Goesmann

This book was a gateway for me into homebirth. I knew nothing of it until I ran across this book. I admit this book is not for the mainstream. You can’t be narrow minded and accept this book. This book is an amazing collection of stories written for decades chronicalling the births of their community. A community of people who ARE extremely well educated. This book gives tons of information needed for homebirth besides the birth stories. The language is a little far out but come on, it was written in the late 70’s by hippies. What do you expect? They also happen to be very comfortable and familiar with their body parts and bodily functions those parts have. We are all grown ups, right?
PS I just gave birth there and it is just like they say in the book! Maybe even better…

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21 of 23 people found the following review helpful:

A book for EVERYWOMAN!, July 14, 1999

Reviewer: Marion “dragonfly80@hotmail.com” (Louisiana) – See all my reviews
(TOP 1000 REVIEWER)

I bought this book in 1975 and have read it many times since. To the Florida reviewer: Being “stoned” during labor is not about drugs, it’s about being divinely, serenely aware of the life force! This book is so much more than a book about having babies. It’s about living life moment by moment; it’s about loving your children; it’s about being here now. I wish every man and woman in America would have to read this book before they had a child. It’s life changing!

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Customer Reviews

Average Customer Review:
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Very Soothing for a First-Time Pregnant Woman, April 5, 2007

Reviewer: Robin Glenski (Sheridan, Or) – See all my reviews
(REAL NAME)

I am currently seven months pregnant and recently borrowed this book from my friend. I was starting to get a little freaked out about giving birth (this is my first baby), until I read this book.

I loved the simple and matter-of-fact way that Ina May describes things. And I LOVED the birth stories! Just by reading women’s experiences with birth, though some were difficult, I saw how rewarding giving birth could be and how not scary it really is.

I recommended this book to another one of my friends who is the unoffical “doula” of our group and she loved it. Last I heard, she had recommended it to at least five people.

I really advocate reading this book if you are pregnant or are going to be assisting someone in giving birth. Knowledge is power and this book has a lot of knowledge in it. I even would tell you to read the section just for midwives at the back.

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O toque e o parto

Nota: Esta mensagem está por terminar, pois perdi-a depois de a ter escrito, e preciso de esperar uns dias até a poder escrever de novo.

Escrevo esta mensagem baseando-me numa crítica feita ao livro, a única negativa, posto que, assim se pode esclarecer muito sobre o livro ”Spiritual Midwifery”

4 of 21 people found the following review helpful:

Puh-lease . . . felt like was I reading an erotic novel, July 5, 2006

 

First, I am a very open-minded person, raised by a hippy/Biker family. I really expected to identify with this book. While I appreciate the what Ina May’s movement accomplished during its time, I felt like the book was almost a joke–verging more on detailing accounts of an occult community–A community of people living on old school buses in the woods, delivering each other’s babies.

The language is terrible—everything is described as “psychedelic,” etc–one woman even referred to her female parts using the big “p” word. While they try to add a personal touch by including individual narrations, it sounds more like a compilation of uneducated people describing their birth stories the way they were pressured to believe—NOBODY mentions feeling pain during labor. Honestly, I feel that the pressure of the community was so intense they wouldn’t have admitted to pain if they could.

Also, many of the accounts were extremely erotic—couple are encouraged to fondle one another during labor to keep connected and relaxed. In some accounts, a couple would be making out, while a midwife would massage the birthing mother in her “laboring parts”–turning the woman on and keeping her relaxed. Not my cup of tea.
I had so little respect for the lifestyle and the language of the people that I didn’t get much out of the book.

Hahahahha! Isto, é a perversão: a mentalidade desta senhora. Era o que A.S. Neill lhe teria dito, há uns anos atrás; E eu, agora.

Infelizmente, acabei de experimentar aqui um botão qualquer errado que me levou todo um texto que acabei de escrever! Detesto ter que repetir coisas, mas enfim, quando me voltar a paciência, cá voltarei. Ainda por cima estava justamente a começar a gozar um bocadinho, e o texto não ‘tava malzito de todo…

Tenho tantos posts para fazer sobre este tema que se continuasse como queria, para acabar por agora, não faria mais nada…. toda a Páscoa.

”Spiritual Midwifery” I

http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/1570671044/inamaygaskina-20

Incrível. Encontrei o link para o livro ”Spiritual Midwifery”, o qual pensei que nunca mais veria, (emprestei-o…), por ter ouvido boatos há muitos anos de que a ”Farm” já não existiria,etc.. Este livro, que me acompanhou na adolescência – antes de eu ter qualquer contacto com a gravidez… é o segundo livro mais importante que eu conheci, sobre o parto, a seguir ao ”Nascimento sem Violência” de Leboyer. Com muitas fotografias, e descrições de partos, dar-lhe-á algumas ideias preciosas. Aliás, esse livro será mais real para si durante o parto, do que o de Leboyer, que pouco tem a ver com o seu trabalho, que é tanto, como sabemos. O livro de Leboyer é um poema à sensibilidade e vulnerabilidade do ser humano; manda o mundo cego tratar o bébé com amor. Mas antes disso há que o pôr cá fora, e é disso que estamos a falar.

Mesmo quem não se identifique com os hyppies da ”Farm”, deve saber que a maioria da mudança das ideias que médicos e outros académicos estão a começar a ter sobre o Nascimento, se deve na maioria a pioneiros como as parteira da ”Farm”! É uma questão de justiça e coerência, de rigor e exactidão… reconhecer e nomear as nossas fontes de compreensão e conhecimento. Ina May também não seria a primeira, e no seu livro ela não escondeu outras fontes.

O que me interessa, não é de forma alguma fazer publicidade a Ina May. O que me interessa é uma revolução do dar à Luz. Porque a gravidez e o parto, são o início da sim ou não crueldade… Leboyer escreveu ”nascimento sem violêcia”; mas, nascimento sem violência é a condição não suficiente, no entanto, necessária, para uma Terra sem violência. Essa, é a minha visão e a minha certeza.

Em tudo isto, para uma portuguesa, é também necessário realizar uma coisa:

Contrariamente àquilo que resmungamos continuamente há pelo menos um século, a ideia de que lá fora é tudo bom, e em Portugal, é tudo atrasado, é uma ideia falsa. Em relação ao parto, também. Por exemplo existem muitos países onde nem sequer existem maternidades; todos os nascimentos são nos hospitais. Que crime acabarmos com as maternidades. O que devemo é melhorá-las, torná-las mais próximas de um local sagrado e especial para um parto belo e digno. Talvez ainda não estejamos ”assim muito avançados” no crime que fazem a maioria dos outros países de fazer cesarianas a torto e a direito, episetomias por rotina, e outras práticas de intervenção e perturbação do parto natural, por ignorância, e para que tudo seja feito mais rápido, com consequência desastrosas para a mãe. Também em Portugal não se retiram as crianças de ao pé das mães, enquanto que tal é ou era rotina em vários países aos quais chamamos ”avançados”. Também amamentar foi coisa que se tornou, noutros países, a excepção à regra… imagine-se! É verdade que se você souber tudo o que há para aprender nestes livros, e for a um hospital ou maternidade portuguesa – sobretudo se tentar exigir certas condições, e fizer a sua parte, tudo se pode passar de forma razoável. Mas pode crer, faz toda a diferença saber a sua parte, e sobretudo, o quanto pode ser a sua parte.

E além disso, não quer devorar tudo o que tenha a ver com o assunto? Não é apaixonante?