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A ILHA DOS AMORES – I

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O Melhor Café

Dos melhores blogues que conheci:   

República do Café VIDA E CULTURA DE CAFÉ

Eu, que ainda não cheguei ao tempo (nunca se sabe o futuro) de frequentar cafés, gostei deste a valer. Ao menos lá, sim, vê-se boa gente, ouvem-se pessoas inteligentes, encontram-se artistas… e muito mais.

O que se segue é um extracto:

Para o café!

Quando estás preocupado ou tens algum problema − para o café!

Quando ela falta ao encontro, por uma razão ou por outra − para o café!

Quando os teus sapatos estão velhos e rotos − café!

Quando o teu rendimento é de quatrocentas coroas e gastas quinhentas − café!

Na repartição fazes cera, embora ambicionasses honras profissionais − café!

Não conseguiste encontrar o teu par ideal − café!

Tens vontade de cometer suicídio − café!

Detestas e desprezas os seres humanos, mas ao mesmo tempo não consegues
passar sem eles − café!

Compões um poema que não consegues impingir aos amigos que passam na
rua − café!

Quando o teu carvão se acabou e a ração de gás se esgotou − café!

Quando ficas fechado na rua e não tens dinheiro para mandar abrir a porta − café!

Quando arranjas uma nova paixão e desejas provocar a antiga, levas a nova ao
− café da antiga!

Quando te queres esconder, mergulhas num − café!

Quando queres ser visto num fato novo − café!

Quando já não consegues nada fiado em qualquer outro sítio − café!

Peter Altenberg

© Tradução de J.B.

fotografia: Peter Altenberg no Café Central,
Viena, 1907.

E já agora o link, para um artigo de 2006, com biografias dos frequentadores do Café Central de Viena, não excluindo as mulheres – Milena Jesenská,Alma Mahler-Werfel, e mais, muito mais.

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A melhor Mensagem de Natal da Internet

ATENÇÃO: o meu elogio foi feito a uma mensagem de Natal de 2007, de um outro blog, cujo link já não funciona.

Entretanto aqui ficam NOVOS links para            MELHORES  MENSAGEM DE Natal           UM

Fique atento pois vou escrever mais.

.

.

ENTRADA ORIGINAL, de 2007,

Não é minha, claro! É esta!, no Só Maria

Ora vão lá ver, e vejam se não se prova que podem confiar em mim!?? :))

Depois destes 3 factos – o do Conteúdo da Mensagem. O de ela ser a melhor mensagem de Natal da internet, e o de ficar provado que podem confiar em mim, ficou obviamente, tudo dito. 🙂

Frase em cheio

Tanto o Príncipe Valente como o Claudio Tellez me passaram a mesma corrente – o Claudio já há uns tempos, e vou agora responder :

As regras são as já conhecidas:
1ª) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure)
2ª) Abrir na página 161
3ª) Procurar a 5ª frase completa
4ª) Postar essa frase no seu blog
5ª) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro
6ª) Repassar para outros 5 blogs.

I livro foi: The Nicomachean Ethics, Aristotels – Oxford word’s classics:

For Socrates was entirely opposed to the view in question, holding that there’s no such thing as incontinence; no one, he said, when he judjes acts against what the judjes best – people act so only by reason of ignorance.

Por acaso foi giro de fazer. Primeiro tinha percebido que era só a 5ª linha, o que não tinha graça nenhuma.

Eu passo o jogo a quem lhe apeteça fazer ou a quem ache que é pena quebrar esta corrente; quem é que ainda não fez? …

Para o professor José Adelino Maltez

O POETA COM OS PÁSSAROS 1911, – Chagall

https://i2.wp.com/www.artsmia.org/mia/e_images/07/mia_7832e.jpg

Quando li esta Poesia Viva , entre outros belíssimos textos do Prof. J.A.M., aqui, (e nomeadamente o que logo a seguir a este publicou) só pude pensar nos Poetas de Chagall.

Foi linda a festa, a da minha mãe, a das memórias da minha avó, a irmã, os filhos, os amigos, a terra pátria, onde estão os restos de meu pai. Voltei a ser quem sempre fui, menino de olhos vivos que subia às árvores para poder ver mais além, as unhas sujas de terra e o sabor das coisas iniciais. As tangerinas comidas no quintal, o verde rumor das ribeiras e as regas em noites de verão. Sou quem sempre fui, porque fui além de mim mesmo e fui mais do que eu.

Foram longos os anos de exílio voluntário, por causa do tal papel social que tenho de representar, do “curriculum”, do “cursus honorum”, da carreira, do posto de vencimento que dá de comer aos meus. Do tal “negotium” que condiciona o “otium” da minha liberdade e onde talvez trabalhe mais que no próprio trabalho que tenho de fazer. Mas agora não apetece recordar os sítios estranhos onde tenho de fingir viver essa falsa identidade que todos dizem ser minha.

Valeu a pena não perder meu ser, nos jogos ocasionais da fortuna e do azar. Valeu a pena esperar. Estou aqui, ainda tenho as mãos livres. Estas mãos de saudar madrugadas, a esperança semeada pela renúncia. Estou aqui, sou livre. Consegui vencer os medos e retomar a sinfonia.

E estava eu, há tempos, assim guardando no meu blog estes textos para os poder reler muitas vezes, quando me deparei com um outro postal, em que este Poeta revelou ter compreendido uma das minhas lutas, ”contra os bacanais do ódio”, – à custa de um mal amanhado postal meu a que então fez referência; muito agradecida professor; a compreensão rápida que denotou daquilo que move esta ”lamentadora no deserto”, é algo que raramente acontece, uma alegria e um incentivo.

Católicos e protestantes

Queridos amigos

É com muita emoção que hoje tenho uma comunicação linda a fazer. Não consigo, não posso explicar todas as razões porque é tão bonita, mas é.

Encontrei isto num blog americano:

The Protestant and Orthodox worlds responded rabidly to the seeming red meat thrown our way this week by the Bishop of Rome. In essence, the statement really said nothing new, i.e. there is one church, the Roman Catholic church, and that the rest of us are Christians but not churches because we lack apostolic succession and other permanent elements of the one Church. It’s just a restatement of Catholic doctrine by the Catholic Church…big deal.

The Catholic Catechism tells us that “All who have been justified by faith in Baptism are incorporated into Christ; they therefore have a right to be called Christians, and with good reason are accepted as brothers in the Lord by the children of the Catholic Church” and that’s all I need to know.

I love Pope Benedict and I believe that the Church is one. Whether you realize it or not, ALL the baptized are in one body. That means Benedict is your Bishop and mine, and so are all other rightfully ordained Bishops. It’s not “their problem” because we are all one. There are barriers to this oneness, but they will be worked out over time by the Holy Spirit. I am fine with being considered a separated brother by Catholics, we have much in common.

Turning to Pope Benedict, here is a look at his endorsement of the Latin Mass from First Things. I love the Latin Mass. I’ve only been part of it once, but it was very moving. Kudos to him for allowing the ancient practice of the church to flourish. And look at this interesting statement that he made at the start of his Papacy about the Magisterium of the Church and the infallibility of the Pope:

This power of teaching frightens many people in and outside the Church. They wonder whether freedom of conscience is threatened or whether it is a presumption opposed to freedom of thought. It is not like this. The power that Christ conferred upon Peter and his Successors is, in an absolute sense, a mandate to serve. The power of teaching in the Church involves a commitment to the service of obedience to the faith. The Pope is not an absolute monarch whose thoughts and desires are law. On the contrary: the Pope’s ministry is a guarantee of obedience to Christ and to his Word. He must not proclaim his own ideas, but rather constantly bind himself and the Church to obedience to God’s Word, in the face of every attempt to adapt it or water it down, and every form of opportunism.

Benedict sees his role as binding himself and the Church to obedience to God’s Word – period. That’s a pretty cool statement, almost Protestant in emphasis. Of course we disagree about what God’s Word says, but I probably disagree more with Baptists than with him, and it will get worked out. I don’t want to hear about idolatry from people who put the flag of our secular Empire proudly on the stage of their church and don’t think twice about it.

Esta atitude assumida de amizade, e de alegria acompanhando a concepção de sermos todos cristãos, todos de Cristo, da parte de um protestante, é linda – raramente me cruzei com ela.

Do

A Living Text, em

Did Christ establish one church?

”Sobre o tempo que passa” pede apoio

Passo a palavra a quem diz respeito:

Blog de J.A. Maltez

Pedido de apoio contra a censura…,aqui

….E peço aos habituais leitores que me ajudem a saber como posso garantir a aplicação de regras constitucionais de aplicação directa, em defesa da liberdade de ensinar e aprender.


Encontro com a Beleza

Brotando em boa vinha, habitada por Musas!

broto

”No início surge um broto diminuto e, da noite para o dia, surgem mais dez, mais uns dias e forma-se um cacho…”

 

 

 

 

 

Que belo postal referente a Isabel de Portugal

e que bela homenagem a Miguel Torga!

 

 

Um blog onde cada post é a não perder, como os bons cachos das vinhas exclusivas.

(…não arrancadas por Bruxelas… )

”Aquela comunidade das coisas que se amam”

Para que possamos cultivar aquela vontade de sermos independentes, aquela comunidade das coisas que se amam e à qual pretendo continuar a dar o nome de Portugal.

Sobre o tempo que passa

Onde a cada palavra sofrida se sente o escrúpulo. Ao lê-lo, o que senti não deixou as mãos resistirem a quebrar o silêncio de que necessito, para anotar aqui o trabalho de alguém que muitos conhecerão…

Destas águas atlânticas…. deste novo Mediterrâneo da história escrever-me à toa é procurar captar o manancial de signos e sensações que todos os dias vou resguardando na arca dos poemas por fazer.

Por aqui continuo. Há barcos que passam, velas que voam. Onda que vai e vem. Há concheiros, algas, lesmas de mar e uma sopa de verde que pisamos antes de entrarmos no além profundo da nostalgia do ventre mãe do oceano donde nascemos.

as pedras vivas dos homens livres que vão plantando as macieiras do amanhã. Esses que no silêncio dos claustros semeiam, no longo prazo, o valer a pena continuarmos a autonomia cultural portuguesa.

O Professor José Adelino Maltez, faz ainda mais na Internet do que nos dar o luxo de ler seu blog – onde a qualidade das bicadas e visão política demonstra que a melhor razão, é aquela que acalenta também outros mundos e reinos, estranhos ao empedernimento do sentir que a tanta gente de bom cérebro provoca miopia, quando não, cegueira. Exemplos desse seu trabalho: Ciclos políticos
E este, outro: Cosmopolis, História do Presente

Bem haja!

Simplicity

Maravilhoso: Certainly and emphatically there is God, but this is a wonderful Room!.

A Room of One’s Own

“There is no greatness where there is no simplicity, goodness and truth”

Leo Tolstoy

Os 5 livritos da rebelde

Perguntou-me o Mário, do A Voz Portalegrense, (a quem ainda tenho a agradecer esta simpatia),, pelos ”meus 5 livros do momento”; ora cá vão:

I – ”The Infinite and the Final Cause of Creation”,

outlines of a philosophical argument, by Emanuel Swedenborg – translated from the latin.

Man, as we all know well, was created do enjoy the delights of the world, and to possess the earth for himself and his posterity. Wisdom and reason were given him, to venerate and worship the infinite Deity, that he might better make use of wordly delights, and havve a finer or more delicious sense of them, to lead him to associate them with heavenly: also carry the world to a new perfection, which it could not attain without a material being and human means; lastly to commence a life and existence which should thenceforth be eternal and immortal, that he might increase the number of the angels. And that man might accomplish these ends, a body was given to him, with a brain therein, and this brain endowed with senses, and the senses with a soul.

The most extraordinary man – if we admit such superlatives – was that mysterious subject of Charles XII, Emanuel Swedenborg’ – Jorge Luis Borges

II – The Nag Hammadi Library – The definitive new translation – James M. Robinson – General Editor

III – De Weg naar Wijsheid – raadgevingen uit de Epistulae Morales, uma selecção das Epístolas Morais de Séneca

As palavras semeiam-se como as sementes. Embora pequenas, florescem e frutificam, se apreendidas por um espírito fértil. As lições e as sementes assemelham-se: são pequenas, mas originam grandes coisas.

(Minha tradução livre)

IV – The Letters of Virginia Woolf – volume III

We…so missed you – but I intend to miss you, in order that you may go on writing letters. Suppose we live in London till we’re 80, never meet, but correspond: what an interesting situation, and we might meet once, very, very old….

Delicious english, but not my cup of tea, – portanto agora que aqui o disse, decidi pô-lo de parte. Bem, já não apetecia, mas sentia-me na obrigação de continuar…

Foi substituído por What is this Thing Called Science? pelo A.F. Chalmers (formado em Física e Prof. de Filosofia da Ciência)

V – Sky Phenomena – A guide to naked eye observation of the sky, by Norman Davidson

Devotion! Daughter of Astronomy,
An undevout Astronomer is mad. –

From Night Thoughts by Edward Young

Agora imagine-se só a quantidade de ”loucos” que temos a ensinar-nos os segredos do Universo…? 🙂

Ou esta:

When I heard the learn’d astronomer,
When the proofs, the figures, were ranged in columns,
before me,
When I was shown the charts and diagrams, to add,
divide, and measure them,
When I sitting heard the astronomer where he lectured
with much applause in the lecture room,
How soon unaccountable I became tired and sick,
Till rising and gliding out I wander’d off by myself,
In the mystical moist night-air, and from time to time,
Look’d up in perfect silence at the stars.

by Walt Whitman

 

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