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A ILHA DOS AMORES – I

Mês

Janeiro 2009

Ateus e ateus – faça-se luz!

…daquilo que é não só o que penso, mas que é também aquilo a que tenho dedicado a minha vida…

A partir disto, há ainda muito mais para dizer… mas só aqui, começa a vida. Só quando se compreendeu isto, só quando se encarnou isto:

Ateus e ateus

Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 15 e março de 2007

Há dois tipos de ateus: os que não acreditam que Deus existe e os que acreditam piamente que Deus não existe. Os primeiros relutam em crer naquilo de que não têm experiência. Os segundos não admitem que possa existir algo acima da sua experiência. A diferença é a mesma que há entre o ceticismo e a presunção de onissapiência.

Acima da distinção de ateus e crentes existe a diferença, assinalada por Henri Bergson, entre as almas abertas e as almas fechadas. Vou explicá-la a meu modo. Como tudo o que sabemos é circunscrito e limitado, vivemos dentro de uma redoma de conhecimento incerto cercada de mistério por todos os lados. Isso não é uma situação provisória. É a própria estrutura da realidade, a lei básica da nossa existência. Mas o mistério não é uma pasta homogênea. Sem poder decifrá-lo, sabemos antecipadamente que ele se estende em duas direções opostas: de um lado, a suprema explicação, a origem primeira e razão última de todas as coisas; de outro, a escuridão abissal do sem-sentido, do não-ser, do absurdo. Há o mistério da luz e o mistério das trevas. Ambos nos são inacessíveis: a esfera de meia-luz em que vivemos bóia entre os dois oceanos da claridade absoluta e da absoluta escuridão.

O simbolismo imemorial dos estados “celestes” e “infernais” demarca a posição do ser humano no centro do enigma universal. Essa situação – a nossa situação – é de desconforto permanente. Ela exige de nós uma adaptação ativa, dificultosa e problemática. Daí as opções da alma: a abertura ao infinito, ao inesperado, ao heterogêneo, ou o fechamento auto-hipnótico na clausura do conhecido, negando o mais-além ou proclamando com fé dogmática a sua homogeneidade com o conhecido. A primeira dá origem às experiências espirituais das quais nasceram os mitos, a religião e a filosofia. A segunda leva à “proibição de perguntar”, como a chamava Eric Voegelin: a repulsa à transcendência, a proclamação da onipotência dos métodos socialmente padronizados de conhecer e explicar.

A religião é uma expressão da abertura, mas não é a única. A simples admissão sincera de que pode existir algo para lá da experiência usual basta para manter a alma alerta e viva. É possível ser ateu e estar aberto ao espírito. Mas o ateu militante, doutrinário, intransigente, opta pela recusa peremptória do mistério, deleitando-se no ódio ao espírito, na ânsia de fechar a porta do desconhecido para melhor mandar no mundo conhecido.

Dostoiévsky e Nietzsche bem viram que, abolida a transcendência, só o que restava era a vontade de poder. Aquele que proíbe olhar para cima faz de si próprio o topo intransponível do universo. É uma ironia trágica que tantos adeptos nominais da liberdade busquem realizá-la através da militância anti-religiosa. As religiões podem ter-se tornado violentas e opressivas ocasionalmente, mas a anti-religião é totalitária e assassina de nascença. Não é uma coincidência que a Revolução Francesa tenha matado dez vezes mais gente em um ano do que a Inquisição Espanhola em quatro séculos. O genocídio é o estado natural da modernidade “iluminada”.

Os sublinhados são meus.

Copiei o artigo publicado pela Zazie num debate no AspirinaB de Fevereiro de 2008

(em que ela diz :

É que eu penso as questões em si mesmas. Se há quem chegue ao mesmo resultado que eu não vou agora mudar de ideias apenas porque não tenho afinidades ideológicas com essa pessoa.

Tudo deve ser pensado individualmente- daí o meu pó ao tribalismo e à terraplanagem por catálogo da moda.”   – O que dava um outro postal, intitulado “Pensar e pensar”…

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fotografia  http://www.jessstryker.com/national-parks/mammoth-cave/index.htm

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A Demanda – Iluminura

Jean-Luc Leguay présente ici (www.baglis.tv) pourquoi, selon lui, l’enluminure permet d’accéder à un haut niveau de réalité.

http://www.dailymotion.com/video/x73yso_lenluminure-comme-manifestation-de_creation

Alimentações diferentes

Isto dizia-me um dia uma conhecida:

“-Tomo conta da miúda um dia por semana. A mãe deixa-me a comida para ela, mais mil e uma recomendações; que ela não podia comer isto e aquilo e aquele outro… mas eu dou-lhe várias coisas dessas… sem a mãe saber.”

Sabendo eu de muitos mais casos… sei que é costume fazer-se isto…

No outro dia, quando li este postal, estava decidido que ia comentar. Não leve a mal que o faça publicamente, por favor, Vasco. Dirijo-me a todos os que possam ser tentados por uma tal solução… para uma situação que acontecerá mais e mais: a de ter pessoas à mesa que não comem certas coisas, ou estar com crianças cujos pais escolheram uma alimentação muito diferente.

Mentir a outras pessoas, a respeito do que está dentro da comida, não é boa ideia – e é o que os industriais de todo o mundo andam a fazer, com a permissão dos governos… É uma prática bárbara.

Acho que é fácil perceber porque é que é mau iludir pessoas a respeito de algo que é crucial para elas a ponto de orientarem por aí as suas vidas.

É melhor ser sempre sincero nestas situações, o que será muito apreciado, muito mais, aliás, do que qualquer iguaria. A mentira levantará uma onda de justificada indignação:

”  Disse, então, ao meu amigo: temos aqui um problema, o namorado da minha filha é muçulmano e a farinheira tem carne de porco. O Luís olhou para mim com aquele seu ar de quem resolve todos os problemas do mundo, e respondeu: não há problema nenhum. Explicamos ao «gajo» que o enchido – a farinheira – aqui, em Portugal – país que ele visitava pela primeira vez –, é confeccionado apenas com carne de galinha. E assim aconteceu.”

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Se digo isto aqui, publicamente, é porque sei que enganar como se se tratasse de alguma “mentira branca”, como se se tratasse de alguma coisa não relevante (porque a pessoa considera que aquilo que o outro come, não lhe faz mal nenhum), é uma tendência de muitos.

Garanto que qualquer pessoa com um regime alimentar diferente lhe agredecerá mil vezes a sinceridade, e ficará contente com qualquer alternativa por muito simples que seja.

Encomenda de Saudades

Um amigo perguntou-me se havia algo que eu queria de Portugal. Eu respondi:

  1. Uma torrada bem quente com a manteiga salgada e derretida
  2. O rio Tejo e a luz da madrugada
  3. Um galão morno (sem açúcar)
  4. O Bairro Alto à noite, inclusivamente toda a malta
  5. Um prato de amêijoas com azeite, alho e montes coentros
  6. A quinta na Serra da Estrela, transformada numa comunidade auto-sustentável
  7. Queijadas de Sintra para a minha mãe
  8. Uma vivenda branca no alto das montanhas, as janelas para o mar
  9. Todos os tipos de pão (broa de milho, broa de centeio, pão de Mafra, pão Alentejano etc.)
  10. O Atlântico: bravo, e com as ondas a bater.

Portugal has the oldest borders in the world

Portugal has the oldest borders in the world, established in 1249.

On the maps you see, the names of its regions, and on the right, some of the most important cities.

Spiritual refreshers

For 38 years, the Roman Catholic Laymen’s Retreat League of Philadelphia has held an annual retreat for men near the little Pennsylvania town of Malvern. So popular have these spiritual refreshers become that last year the league held them in installments for a total of 11,882 men.

“Come unto Me”

San Inigo, founded by Jesuits, is the latest unit in a fast developing chain of “retreats,” which soon may gird Catholic America from coast to coast.

The pattern for these Catholic retreats is Mount Manresa, on Staten Island. For years this lay-monastery has provided spiritual haven for the harassed souls of business men. But already a Philadelphia institution, the Men of Malvern, has perhaps surpassed it in favor. The Philadelphians have consecrated to spiritual re-creation 100 acres just outside the city. They have improved a choice suburban landscape with a magnificent chapel, a large comfortable retreat house. The genius of inauguration was supplied by Father Terence Shealy, first director of retreats in the U. S.

“The widespread desire for a deeper life of the spirit,” “the instinct for interior discipline,” …

For centuries protestants and atheists were against catholic monasteries…

Now, they get their help to find themselves…and the Sacred.

Not that I ever heard one of them seeing it from this point of view… and thanking for it – but maybe the day comes.

Across the country, Catholic monasteries and convents, usually regarded as strange or the stuff of medieval myth, are besieged with would-be retreatants and booked months in advance. “Please don’t mention our name,” begs an abbot at a Vermont monastery where the wait for one of its 29 spaces stretches a year. “We’re overwhelmed.” There is even a popular guidebook, Sanctuaries, that helps readers choose a great monastery or convent. While organized church retreats are not new, what is startling is that much of the increase is in individual retreatants, including many Protestants and even non-Christians, who say the Catholic monasteries, with their ancient chants, beautiful grounds and prices at a pittance, offer the most refreshing vacation going. Now, say the monks, if only they could keep the growing horde down to the true spiritual seekers, not just vacationers at Club God.

Why the interest in these sanctuaries, amid a pop culture in which nuns and monks are usually depicted as demanding and dry or who, in their softest incarnations, wonder, “How do you solve a problem like Maria?”? Theories vary, but one reason is poet and novelist Kathleen Norris. She first hit the best-seller list in 1993 with Dakota: A Spiritual Geography, a meditation on the farm crisis, religion and the wind-whipped Plains state of North Dakota. That was followed in 1996 by The Cloister Walk, a log of the nine months that Norris, a married Protestant, spent living among the monks at St. John’s Abbey in Minnesota. Readers went wild, keeping it on the best-seller list for 27 weeks.

http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,988826,00.html

O lado de trás do ateísmo e do materialismo

Holy, Holy, Holistic

By URSULA SAUTTER/KoblenzThe Arenberg convent’s once somber guesthouse and sanatorium are being transformed into a bright and airy “wellness and meditation center.”

an increasing number of Germany’s 3,300 Catholic monasteries are opening businesses — and finding willing customers. “More and more people, especially from high-pressure professions, feel the need to escape from hectic everyday life,” says market researcher Joachim Scholz from the German National Tourist Board in Frankfurt-Main. The Arenberg sisters hope that people from all faiths will flock to their center. The visitors will find a peaceful, shady herb garden and candle-lit chapel overlooking the rolling, wooded hills of the Eifel region, beckoning them to sit, relax and think. At a 70% occupancy rate, they could bring the order €2 million a year.

Some monasteries simply allow guests to take part in daily prayers, while others offer meditation and bible classes, physical exercise courses and spiritual counseling. “The cloisters have realized that they have a product they can market: a meaningful way of life,”

“We live on tourism,” says Brother Georg, the website’s administrator. “That’s why we want to show people the beauty of the monastery.”

The five brothers at the St. Franziskus monastery in Dietfurt, Bavaria, offer a variety of Zen, qigong [a form of Chinese exercise and meditation], and tai chi classes as well as Christian contemplation. Father Nathanael, St. Franziskus’ guardian, thinks Eastern wisdom and Christianity go well together. “Zen is a form of meditation that can lead to other levels of consciousness,” he says. “We supply the spiritual basis.”

Critics argue that making a business out of spirituality demeans the faith. But the clergy say there is much more than their own financial welfare at stake. The mission of the Dominican nuns, for example, is “the salvation of the world.” If saving the world means a convent needs a pub, phytotherapy sessions and a jacuzzi, then Arenberg’s Sister Maris Stella says so be it. “We tried to find out what people need today and then offer them new forms of spiritual guidance and assistance to find it,” she says. God does work in mysterious ways.

http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,409520,00.html

Hindus call a Christian missionary, a Rishi (saint)

An Ashram (retreat) in Lucknow, India is the spiritual home, and sometimes the physical home, of the world’s greatest Christian missionary—Dr. Eli Stanley Jones, Methodist, author of The Christ of the Indian Road, evangelist to high-caste Hindus, who call him Rishi (a saint). From his Ashram last summer Dr. Jones wrote his friends about the Kingdom of God, declaring: “Never have I been so convinced that this is the one hope of the human race.

(O facto dos americanos (ou ingleses) acharem que sabem quem é o “maior missionário do mundo”, é uma outra questão – aliás, não religiosa.)

italics in the text are mine.

O que aqui me interessa é a relação Cristo-Índia.

“What the world eats” II

Bad Eating Habits Gone Global

By Barbara Damrosch

Sitting on my desk is a book called “Hungry Planet: What the World Eats,” a splendid effort from writer Faith D’Aluisio and photographer Peter Menzel.

In 1994, Menzel produced the equally impressive “Material World: A Global Family Portrait.” That was an inventory of possessions in households around the planet.

Now, visiting 30 families in 24 countries, Menzel and D’Aluisio, who are married, have documented our world’s culinary life. There is a portrait of each family amid the food ingredients it consumes during the course of a week, followed by figures on what the food has cost, and a photo essay about the place the food has in family life.

Some portraits are alluring: The Mendozas of Guatemala are seated in colorful garb among heaps of fresh fruits and vegetables. But other families, including American, English, Japanese and even — mon Dieu — French, are surrounded by factory-made food, packaged in plastic wrap, bottles, cans, plastic foam trays and cardboard boxes. Even the developing nations are developing our bad habits. Though their citizens still take more time to cook traditional dishes, it is graphically clear that processed food and fast food have crept into their lives. A young Sicilian woman whose husband sells fresh fish is feeding her children frozen fish sticks instead. Coke, Pepsi and similar colas appear in nearly every home — sometimes a dozen large bottles in a row — and a family outing at McDonald’s is now a worldwide ritual.

Ler

food hungry australia

Australia: The Browns of River View

food hungry guatemala

Guatemala: The Mendozas of Todos Santos

food hungry

Luxembourg: The Kuttan-Kasses of Erpeldange

food hungry india

India: The Patkars of Ujjain

food hungry united states us

United States: The Fernandezes of Texas

food hungry mali

Mali: The Natomos of Kouakourou

food hungry canada

Canada: The Melansons of Iqaluit, Nunavut Territory

food hungry france

France: The Le Moines of Montreuil

food hungry greenland

Greenland: The Madsens of Cap Hope

food hungry turkey

Turkey: The Celiks of Istanbul

From the Book, “Hungry Planet: What the World Eats”

Daqui: http://www.time.com/time/photogallery/0,29307,1645016,00.html

What do we eat in a week?

Originally posted in the Gaya community by Amber, these pictures help us realize how much food an average family eats during a week, as well as the money spent in each part of the world (from: http://blog.uncovering.org/en/archives/2008/04/what_do_we_eat_in_a_week.html)

Milk in First?

Entretanto, os Ingleses já discutem há séculos se o leite se deve servir antes ou depois do chá. Antigamente, as pessoas que deitavam o leite primeiro – ‘milk in first’ – eram duma classe ‘baixa’… os aristocratas diziam sobre este hábito inferior: ‘MIF, I say!’ (MIF = milk in first).

Mas recentemente os cientistas concluíram que afinal, é mesmo melhor pôr o leite primeiro…

O mundo está em guerra, e os “cientistas & upperclass” da sociedade inglesa discutem esta questão de grande importância 🙂  Ler

How to make a perfect cup of tea: put milk in first

* Maev Kennedy, arts and heritage correspondent
* The Guardian, Wednesday June 25, 2003
Half the population of Britain will take this as a declaration of war. After months of research the Royal Society of Chemistry has announced the answer to a question that for generations has shattered households, sundered friendships, splintered relationships: the milk should go in first. It is all to do with denaturing milk proteins, according to Dr Andrew Stapley, a chemical engineer from Loughborough University.
There are other contentious points at issue: microwaves come into the perfect cup of tea, and the recommendation that the tea itself should be loose Assam will certainly be taken as blatant provocation by the Darjeeling and Lapsang Souchong factions.
Above all, the society could be seen as spitting on the grave of George Orwell, having commissioned the research to celebrate today’s centenary of his birth – and concluded that he was quite wrong in his own recipe, published as A Nice Cup of Tea in the Evening Standard in 1946.
The chemists and the author of Animal Farm and Nineteen Eighty Four are in agreement on Indian tea, and a china or earthenware teapot. There is a minor divergence over warming the pot: Orwell recommended placing the pot on a hob, Dr Stapley defends a microwave as a 21st century equivalent. But on the issue of milk the gap is unbridgeable.
Orwell wrote: “By putting the tea in first and stirring as one pours, one can exactly regulate the amount of milk, wheras one is likely to put in too much milk if one does it the other way round.”
Dr Stapley is adamant. “If milk is poured into hot tea, individual drops separate from the bulk of the milk, and come into contact with the high temperatures of the tea for enough time for significant denaturation – degradation – to occur. This is much less likely to happen if hot water is added to the milk.”
Veteran tea drinker Tony Benn test-drove the perfect cup of tea yesterday, at the London headquarters of the society. He calculates that he has got through 27,375 gallons in 60 years, and is a tea first, milk second man. The milk went in first. The tea was poured in. He sniffed. He sipped. He pondered. “It’s very tasty, I must say,” he said. He sipped again. “Oh, it’s delicious.”
The chemists purred – and then last night the physicists waded in and said all that matters is the water temperature, not the milk. “Trust chemists to make things complicated,” Institute of Physics chief executive Dr Julia King said. “When it boils down to it, the physics is more important than the chemical side of things.” Putting the milk in first was a cultural quirk that “has nothing to do with taste”, she said. “It is a habit we have retained from the times when only the rich could afford porcelain which, because it isn’t as porous as china, could withstand the hot tea being poured in directly.”Those of us with cheap china had to put the milk in first to cool the tea slightly to prevent our cups cracking.”

Tea ceremony – Cerimónia do chá

Five oclock tea,    by    Mary Cassat                       (Como Mary Cassat é inconfundível!)


The wide spread “english custom” of drinking tea in the afternoon, with careful atention and preparation, is an old portuguese tradition, and was brought to England by the Portuguese.

Tea drinking  was introduced to the British court by portuguese Catarina de Bragança, who married King Charles II in 1662. For this to be possible, and in order to go on enjoying tea in England, she brought in her dowry a chest full of Chinese tea leaves (precious, and worth a fortune at that time).





Código dos aditivos alimentares desvendado

É no sal é que está o mal?

É certo que neste post que pede um pouco da sua paciência, juntei várias coisas: o que se passa em matadouros, ser vegetariano, aditivos alimentares, e mais. Descubra as diferenças, as semelhanças e pense nas relações. No fim, tem os links para um pequeno guia com os nomes dos aditivos mais usados, o seu código E-qualquer coisa, e seus efeitos e perigos. Esse é o ponto fulcral desta entrada.

No fim de ler esta entrada, e o livro, estará apta, sem grandes dificuldades, a fazer com que os seus filhos, ou familiares comam menos de 50% das substâncias prejudiciais que comem hoje em dia. Valerá a pena?

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Comecemos com este curto vídeo: Alimentos que surgiram das Guerras:

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Se calhar os “reis”” não tinham propriamente “escravos” a conquistar terrenos, mas pronto. Também muitas vezes, pouca diferença havia… Além disso, há locais na terra onde a fome não é uma ilusão, porque não há lá nem verdes, nem cactos tão pouco. Mas que pode haver muito menos fome, isso é certo. Depende de nós.

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Matadouro Kosher (Agriprocessors -part 3) ESTE VÍDEO NÃO É ACONSELHÁVEL PARA CRIANÇAS. Mas é aconselhável aos adultos carnívoros. É uma ilusão as pessoas pensarem que a matança dos animais em massa pode não envolver sofrimento intenso. Até os animais que cresceram livres e sãos, sabem muitas vezes quando vão ser mortos, gritam desesperadamente durante horas, ou as mães pelos seus filhos, etc.

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Avanços do vegetarianismo

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Nota à parte: Vegetarianos existem há milhares de anos. Todos se chamaram “vegetarianos”. Mas não os judeus. Um judeu não se torna vegetariano. Torna-se vegetariano-judaico. 🙂

Quem é que fomenta a segregação e a divisão? Quem é que lidera e é especialista na presente classificação e divisão dos humanos em compartimentos, equipas e pólos opostos? – não sei, mas isto não tem nada a ver com esta questão…
Ou tem?… E se tantas regras no Antigo Testamento sobre como comer e sacrificar animais, quais os animais a comer, e a oferecer… tivessem sido necessárias devido a uma nova tradição que se introduziu algures no tempo, uma então nova época da humanidade, distante de outros períodos da humanidade, em que sacrificar animais aos deuses, ou comê-los, era inconcebível. Então, afinal, tudo isto se relaciona um pouco…
Swedenborg confirma que a Bíblia refere isso mesmo, novos  períodos da Humanidade, de seus estados espirituais (a que ele chama diferentes Igrejas).
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Já nem sei o que é pior, se comer os vermes, minhocas e insectos gigantes como o fazem os chineses (bah! – eu não obrigada! mas é certo que esses animais sofrem menos) e que são compreensivelmente interditos aos judeus e cristãos (os egípcios também não comiam tal “repasto”), se antes a carnificina mundial que acontece hoje em dia, depois manjada com todo o tipo de molhinhos (e aditivos), pelos carnívoros. Mas graças a Deus, eu, não tenho que fazer essa escolha.
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Há coisas fáceis de se resolverem. E uma delas, é esta. Ninguém o obriga, mas o que é certo é que ser-se vegetariano hoje em dia, é canja. Nada que se compare com as perseguições de antigamente, os ódios. Abundam as receitas detalhadas, as informações. Ninguém que saiba ler pode manter o velho “a carne é precisa”, (salvo raras excepções) porque as demonstrações em contrário, de vegetarianos abarrotando saúde, abundam ainda mais do que as receitas. E quem pode dizer que é comida de coelho?
Entretanto:
Não seria uma boa ocasião de os judeus vegetarianos pensarem… “que boa oportunidade de sermos solidários, comungando com outros, não judeus, de um mesmo bem… e sermos, simplesmente, vegetarianos, em vez de judeus-vegetarianos!? Afinal de contas, outros já nos vão à frente, há muitos milénios!”?

É só uma pergunta que faço.

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Com toda a probabilidade, pelo menos uma grande parte dos Essénios, e dos grupos de Cristãos gnósticos, distanciavam-se e distinguiam-se de outros judeus e cristãos, entre outras coisas, por serem vegetarianos. Quem sabe, já naquela altura eles eram perseguidos ou desprezados? Não queimaram todo o grupo de estudantes de Pitágoras, e eles não eram vegetarianos? Interessante como tanto a Igreja Cristã em geral, como o Judaísmo, têm combatido os pobres dos vegetarianos… e de forma estranha, como que perversa mesmo, escondendo a sua possibilidade, a sua existência…
Alimentando essa ideia falsa de que a carne é a alimentação do homem. E essa imagem falsa de que másculos são os homens que comem carne, e que os vegetarianos têm que ser todos uns lingrinhas anémicos, sem vigor. Não que não os haja vegetarianos, mas isso é por outras razões e os lingrinhas vegetarianos, podem-no ser também, sem serem vegetarianos.
Ser vegetariano em si mesmo, não é prova de nada, mas pode ser condição necessária para muita coisa. Veja-se o vídeo dos diálogos com os ortodoxos: “primeiro é preciso purificar o corpo”.
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“there is a strong link between the transport of live animals and the potential spread of disease.”
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O sofrimento dos animais, é acompanhado da produção de hormonas e outras substâncias químicas que permanecem na carne, e que são também prejudiciais para o ser humano.
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Para aqueles que querem ler o necessário sobre as outras dezenas de aditivos alimentares, alguns, tão ou mais prejudiciais

Additifs Alimentaires Danger - Le Guide Indispensable Pour Ne Plus Vous Empoisonner (Livre) - Livres et BD d'occasion - Achat et venteque o acima descrito, de forma a poderem proteger-se, e a saberem ler as “descrições” nos pacotes de alimentos, aconselho um pequenino livro por 7,60 €,

um óptimo pequeno guia que pode levar consigo para o supermercado.
Lamento não encontrar o livro em inglês, mas aconselho tentarem o francês, à esquerda, ou o espanhol, em baixo.
Los aditivos alimentarios/ The Food Additives [Click for larger image]
Esta é a edição espanhola, por 14 €, clique no livro.
Author: Corinne Gouget
Format: Paperback
Publish Date: October 2008
ISBN-10: 8497774922
ISBN-13: 9788497774925
List Price: $13.95
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O livro e uma lista dos produtos, com indicação dos seus efeitos, divididos por 3 cores, vermelho, laranja e verde. Os vermelhos são os que se devem evitar de todo, a laranja os perigosos e a verde os que não fazem mal.

Dei-me ao trabalho de contar os vermelhos: são 170!! Estão em… tudo. Coisas tão inocentes como o queijo, por exemplo.

Voor netherlanders die mij bezoeken, hier is een boek die iedereen zou moeten lezen, tenminste als je verantwoordlijkheid draagt voor de voeding van andere mensen.
Samenvatting & achtergrondinformatieBegin 2007 was Will Jansen voor een culinaire reis in Frankrijk en zag in een boekwi

nkel het boekje Additifs Allimentaires liggen. Hij was toen druk bezig met de Culinaire Almanak en vooral de wikkels van de kant-en-klaarmaaltijden die getest werden, hadden zijn aandacht ge tro k ken. Op internetsites als http://www.aspartaam.com las hij een verontrustend verhaal over E-nummers die zonder enige terughouding aan zijn eten toegevoegd worden.

Het is geschreven door Corinne Gouget en het benoemt alle tot nu toe bekende E-nummers en hun bijwerkingen. Veertien jaar heeft Gouget onderzoeken en literatuur bestudeerd en dat alles opgenomen in een handzaam boekje. Will Jansen besloot de gids te vertalen voor de Nederlandse markt. Regelmatig kwam hij geschokt vertellen dat er zoutzuur, chloor of aluminium in zijn – en uw – eten zit. Gewoon eten dat we nietsvermoedend bij onze goedgesorteerde supermarkt kopen. En we eten zo gezond en bewust en we kopen biologisch, maar het zit echt overal in.

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