Porque, no tocante ao transcendente situado, como sou um homem religioso, mas sem Igreja, nada ateísta e pouco agnóstico, mantenho o panteísmo de Espinosa, de Kant e do krausismo, isto é, liberal à antiga, azul e branco, ou verde e amarelo. Infelizmente, as regras, os fantasmas e os preconceitos que dominam a sociedade portuguesa transformam todos os que assim pensam em marginais…