1 ano depois da morte de Aaron Russo, existem outras opiniões, outras possibilidades ainda mais complexas das relações dos grandes poderes.

Continuamos a procurar a verdade… para descobrirmos como poderemos não servir o mal – que sempre se mascara – mas o bem.

Não sabemos ainda. Não. Mas sabemos uma coisa: é que, tal como disse esse homem simples e extrovertido, que falou das mentiras que viu, precisamos de resistir à grande força que é feita sobre nós para nos separarmos em forças opostas. Resistir à grande força que é feita sobre nós para nos arrasarmos uns aos outros, para estarmos ocupados com os nossos conflitos, em vez de com a criação de soluções, oportunidades e vida – em vez de morte.