Foi ela que fez aquilo e depois veio falar aos portugueses. Falar de quê?
Falar de Futuro! …”

Agostinho da Silva, A última conversa.

O João Marchante do Eternas Saudades do Futuro, revelou (a completa doce loucura) de ser A Ilha dos Amores (que hehehe, mais ”em obras” oferece do que obras, juntamente com o – esse sim, merecedor – A Room of One’s Own), um espaço onde busca leitura diária?!

 

Erudita, não sou, caro João: sim a Zazie, e o seu Cocanha…, a Isabel, .eu sou apenas perdida no meio da confusão em busca do caminho para casa. 🙂

Mas, grata por tanta amizade, lá vai, um dos pontos de união:

…Camões, inclusivamente, ensinou, na ilha dos Amores, que a pessoa só está presa no tempo e no espaço quando não é criador, e nós sabemos isso através da nossa própria experiência: quando estamos muito entusiasmados com uma coisa, dizemos muitas vezes: olha como o tempo passou!? Já nem sabia que estava aqui com vocês. Pronto! E porquê? Porque a ilha dos Amores foi criada pela deusa da criatividade. Foi ela que fez aquilo e depois veio falar aos portugueses. Falar de quê?
Falar de Futuro! …

Agostinho da Silva, A última conversa.

 

Mas ”a deusa da criatividade” não cria as coisas sozinha. A Divina Bondade está à espera que criemos a Ilha dos Amores. Pois para tal nos criou. Para essa suprema felicidade. E a essa capacidade e Graça necessárias, que nos vem inspirar quando começarmos, totalmente, Agostinho chamou ”a deusa da criatividade”.

Quanto cansa a espera!!! Quanta dor por esse grande mundo fora, cria esta espera! Já cansa esta espera! É a Hora de começar a unir alguns homens de boa-vontade… e de escutarem o que a deusa (da criatividade), sabe do Futuro, e começá-lo, no Presente.

A cada um a sua pequenina parte, e é suficiente…

Não achas?

Obrigada pela tua confiança, João.

 

citação de Agostinho, daqui.

 

PS – Estou perfeitamente consciente da série de associações um bocado problemáticas que este postal provoca. Mas justamente: é por causa de todos esses ”julgamentos de quem tem uma trave no olho” que estamos assim, sem poder ter feito nada, sem ter feito nada.

 

 

 

 

 

 

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