Eu no outro dia, levei com um abraço estrafegante (parece que era…) do Lança-Chamas. 🙂 E eu quero, eu quero eu tenho que abraçar aquele homem – perdão, ”Lança-Chamas” – um dia!

Ler: É aquilo sem tirar nem pôr. 

Caramba, outra crise para mim. Se soubessem como eu queria ter tempo para escrever mais posts…tanto que há para dizer e contar. Mas leiam o Lança-Chamas.

Finalmente, graças à ASAE, vamos fazer o nosso povo acordar? Até já vejo um leitor a comentar ”qualquer dia estamos a comer como os nórdicos”. Ah, fogo, demorou 30 anos a mais, mas vão começar a entender ??

Qualquer dia escrevemos como os nórdicos, lemos como os nórdicos, aprendemos como… Não. Não é bem isso. E a diferença até é importante: qualquer dia comemos o que os nórdicos querem, que é aquilo que eles vendem e lhes tráz lucro, lemos os que os nórdico querem, que é aquilo que eles vendem e lhes tráz lucro, falamos como os nórdicos querem, e que é só a tradução da menos de metade de conceitos e vivência daquela que somos capazes (de exprimir) – resumindo, FAZEMOS TUDO e só, o que os nórdicos querem. Eles lá para eles, têm a sua agenda secreta, hehehe, ou pensam que eles são parvos? …

Eu um dia até me avancei num comentário que dizia isto mesmo, a propósito das bolas de berlim da praia, no Insurgente – hahaha. Mas lá, devem ter achado que era uma teoria de conspiração…

Mas… qualquer dia? Quem diz que é qualquer dia?

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