Veja como o acordo não resolve nenhuma das questões que diz que vai resolver. Veja por si:

  • Secçãografia dual – O c é sempre dito na pronúncia padrão de Portugal enquanto não o é no Brasil.
  • Contactos e Perspectivasgrafia dual – O c é expresso, por vezes, na pronúncia europeia

Quer num e noutro caso se admitem ambas as grafias na alínea c) do 1º da Base IV (c1IV) do AO90: secção e seção; contactos e contatos; perspectivas e perspetivas.

No corpo do texto vamos encontrar, também, o casos seguintes:

  • Polémicagrafia dual – o AO90 admite as grafias com acento agudo ou com circunflexo porque as sílabas tónicas antes de nasal (m ou n) são pronunciadas de forma aberta em Portugal e de forma fechada no Brasil. Aplica-se aqui o referido nas observações do número 3 da Base X1 (3XI) do AO90, sendo ambas as formas, polémica e polêmica, permitidas.
  • Adoçãografia única – O p da grafia portuguesa salta fora porque ele não se usa nem na fala padrão de Portugal, nem na brasileira, seguindo o estipulado na alínea b) do 1º da Base IV (b1IV) do AO90.
  • Adaptografia única – O p das duas grafias mantém-se porque é dito quer por portugueses, quer por brasileiros que seguem as respectivas normas cultas, cumprindo-se o indicado na alínea a) do 1º da Base IV (a1IV) do AO90.

Texto daqui

A consequência deste acordo é causar um enorme prejuízo à nossa Língua, consequentemente a todos nós, e depois do acordo feito, é dificilmente reversível. E sem nenhuma das vantagens que diz ter.

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