Gato com a l�ngua de fora

FALE DO QUE MAIS VALE!…

Petição contra a implementação do acordo ortográfico da língua portuguesa de 1990

 

É esta a petição que devemos assinar

Por favor, LER, com toda a Atenção e Cuidado!!!

Nesta redacção dos motivos para regeitarmos e combatermos o acordo ortográfico, o Senhor Nuno Guerreiro impecavelmente rebate e argumenta as razões pelas quais os apooiantes do acordo, erradamente, pensam que o mesmo seja um progresso e consequência inevitável da Língua como fenómeno vivo. Estes apoiante escarnecem os portugueses que discordam do acordo; insensivelmente e – lamento, mas assim é, neste caso – ignorantemente, vêm como ”Velhos do Restelo” aqueles que têm a intuição e noção do que se passa, e que abominam o acordo como uma das maiores afrontas, entre tantas outras, à riqueza e património que a nós nos compete cuidar.

Assim termina Nuno Guerreiro:

Será razoável reduzir a língua portuguesa, com a sua riqueza e diversidade próprias, a uma mera moeda de troca?

Atenção: existe uma confusão a respeito da petição pela nossa língua. Era esta a petição anterior, e ainda vale a pena ser lida . 4531 pessoas assinaram até hoje. Infelizmente, como verifico, essa petição contém dados que precisavam de ser corrigidos, tais como o referente aos H’s mudos!

Porquê que digo que vale a pena ler a primeira petição?

Em primeiro lugar, porque ela apenas traça as consequências inevitáveis, no tempo, deste ”acordo”. Ou será que nós apenas devemos passar a escrever ”fato” (e claro, explicar de cada vez, entre parentsis, que é fato de facto e não fato fatiota – heheheheh hilariante!), e (a)ção – (lendo-se portanto o primeiro a, como em António….a haver coerência….ah não, desculpem, o acordo é destinado criar incoerência…), porque no Brasil se escreve assim; mas não retiramos as consoantes mudas no início da palavra, como em ”omem”, e em ”úmido”, apenas porque no Brasil, também não se faz?

Em segundo lugar, porque na outra petição, se verificam comentários curiosos. Como seja a de uma senhora que assina com o número 29, e que diz

”Este protocolo vai “abrasileirar” as nossas palavras, cuja origem foi em Portugal. Não faz sentido, se querem que a língua portuguesa seja unificada, que sejamos nós, os portadores da Língua Mãe, a alterar a nossa escrita.”

A umanidade (é assim que o qerem escrever daqi a pouco, não é?) parece ser sobretudo composta por tontinhos aos gritinhos que querem muito bondosamente popular o mundo de belas árvores, colando-lhe uma bonitas folhas novas, e frutos, coloridos. Ainda não repararam que uma bela árvore se faz crescer e tornar maravilhosa, pelas raízes.

Como eu já disse antes, (aqui) se querem unificação – óptimo, desde que seja para melhorar. Podemos aprender muito com o Brasil, e enriquecermo-nos mutualmente. Mas esta mudança é caminho apenas do empobrecimento drástico.