(Chamar a estas perguntas um quiz, deve estar errado. Por acaso o leitor sabe como é que eu poderia chamar a este ”desafio”?)

O que está portanto em questão não é julgar o jovem (refiro-me aos dois postais anteriores, intitulados ”O Chapéu de Chuva”) . Pelo contrário, agradeço-lhe o poder reflectir, graças à sua abertura – e até inocência. Se ele não estivesse inocente, não exporia a acção publicamente, e insistindo simpaticamente em oferecer o chapéu, – em não o conservar para si, por lhe ser inútil! Mas se todos agirem como ele, isso não remonta finalmente a uma sociedade onde confiança no outro pouco significado tem? Ou sou eu que estou errada? É muito possível!

Gostaria de saber o que pensam.

Pergunta A): O que é que acham que fariam na mesma situação? (encontrando um objecto pessoal – por exemplo, um chapéus de chuva – esquecido no comboio, ou no auto-carro?)

  1. – Em teoria?
  2. – E na prática?

Gostaria que respondessem aqui, nas respostas. Expliquem também e desenvolvam à vontade.

Pergunta B): Isto uma questão ética, ou ”apenas” uma diferença cultural? Em que medida é que é uma e em que medida é que é outra?