Em resposta ao Jansenista, ”Islão biruta 3” LER

Absolutamente, caro Jansenista. Essencial, dizer isto: uma gota de água no Oceano da cegueira…chamada ”liberdade do pleno exercício de todas as religiões, para todos”, etc. e tal.

Mas….como assim?
Pois então o Sr. Jansenista, não é Árabe?
Mas sim mas sim, é claro que sim; é árabe, p(r)onto.

Bem, não que eles lho digam a si directamente. Mas lá que ”eles” – ”a Europa” (hehehe)- têem a certeza de que ”você” – desculpe – ”nós”, somos árabes , ai lá isso eles têem. Tanta, que nem vale a pena interrogar-se, ou falar disso. Melhor é nem falar disso, mesmo.

Hahaha – que povo engraçado que nós somos.

Mesmo porque até está na cara (não está?) que foi com eles que aprendemos aquela tolerância famosa, (enfim, famosa entre nós, já se vê; ou não: já não se vê, sobretudo entre nós?) aquela benignidade cálida, aquela sorriso terno, com a qual os islamitas nem chegaram a abulir, por exemplo, a punição de crimes (menores?) através do cortar de membros, desde as mãozinhas, até ao peito, apesar de tantos Xás terem tido como conselheiros pessoais, sábios religiosos, os iluminados Sufis.

Foi com eles que aprendemos… já se vê.

Oh Jansenista! E os jardins? Que raio! O resto, tem pouco que se aproveite. Mas ao menos podíamos ter aprendido a fazer jardins! Como na Andaluzia – todos aqueles pátios interiores lindíssimos…

Sou pelos jardins! Abaixo os ‘jardins” franceses – que sabe Deus como é que se pode chamar àquilo jardins!? Sou pelos jardins… e… minha nossa Senhora, pelas laranjeiras amargas que encheriam as nossas cidades do mais maravilhoso cheirinho, juntamente com outros milagres aromáticos… em vez de, nos poucos espaços onde se cuida de tal, pregarem com infestantes estéreis como a buganvillia.

No Parque das Nações, por exemplo. Também não admira, uma vez que, sendo um dos locais citadinos mais belos da Europa para actividades artísticas, está entre nós destinado a passeio para cães fazerem as suas necessidades todas as manhãs. Penso que para tal a buganvillia seja indicada.

Ele há coisas em que podíamos ser um bocadinho árabes, há.