(Este texto está muito mal escrita. Tem também a ver com os efeitos estranhos que tem sobre mim  escrever directamente no ”editor” do blog…)

O outro é o paraíso.

Ontem, quando eu tentava exprimir a experiência, que se repete, da incapacidade de comunicar o amor, alguém disse ”sim, é o problema do outro – encontra-se outra pessoa – esse é o problema. Gostaríamos que não houvesse o outro, que fossemos todos só um…”

Oh equívoco dos equívicos!

Isto prova aliás a insuficiência, não da linguagem, mas da nossa linguagem correspondendo ao nosso presente estado de consciência – primitivo.

Quando se diz ”somos todos um”… as pessoas, pensando estar em acordo, podem estar a dizer duas coisas opostas:

Para uns, é a anulação de todos.

Para outros, a harmonia de todos, porque unidos à mesma fonte. Na fonte, somos um, em todos. O nosso todos, é o Uno. Contém todas as partes, não as anula.

Eu GOSTO de encontrar os OUTROS, diferentes de mim. Essas diferenças é que nada têem a ver com o que habita as nossas mentes e nos faz sermos como torres de defesa uns para os outros…

Advertisements