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A ILHA DOS AMORES – I

Mês

Abril 2007

Parto Natural no Hospital

Um hospital espanhol abre as portas às ideias do parto com dignidade, segundo as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

Eis uma sucinta descrição de algumas das ”rotinas” médicas erradas mais básicas de que sofreram as mulheres nos hospitais, maternidades, etc.:

 Recomendaciones de la OMS

Entre éstas recomendaciones, que la OMS enumera para los partos de bajo riesgo y que el Hospital de La Plana ya cumple, figura la no realización de episiotomías de manera sistemática; no utilización de enemas si no es necesario; no administración de oxitocina; la no monitorización continua del feto; favorecer la movilidad de la mujer durante el proceso del parto; respetar la posición que la embarazada elija para parir; promover la lactancia materna cuanto antes; no rasurar el vello púbico; permitir a la mujer beber y comer; respetar la decisión de la mujer en cuanto a acompañamiento; y, entre otros, siempre que sea un parto de bajo riesgo, estar asistido por matronas.

Leia o artigo completo aqui

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Reportagem: O parto é meu

Reportagem no EL PAIS sobre o movimento de reinvindicação dos direitos a um parto digno, natural, e humano:

Leia aqui, ”El parto es mío”

Extracto:

El pasado 13 de agosto, Rosa Montero publicaba su columna en esta revista bajo el título El desastre de parir. Se trataba de una reflexión a propósito del libro La revolución del nacimiento (Granica, 2006), de Isabel Fernández del Castillo. El ensayo ilustra -y deplora- el catálogo de actuaciones médicas con las que se aborda protocolariamente la asistencia al parto en España. Un rosario de actuaciones rutinarias -rasurado genital y aplicación de un enema a la madre; monitorización inmovilizante de parturienta y feto durante la dilatación; perfusión de oxitocina para acelerar las contracciones; la obligación de parir tumbada boca arriba, o la realización sistemática de un corte en el periné- que, según la doctrina de la Organización Mundial de la Salud, no sólo son innecesarias de forma general, sino que pueden provocar más sufrimiento que seguridad a madre e hijo.

….La respuesta de los lectores fue fulminante. Más de 200 correos electrónicos y cartas inundaron la redacción. Madres traumatizadas por la asistencia “intervencionista y deshumanizada” a su parto. Médicos y sanitarios ofendidos reivindicando su trabajo “por la seguridad de madres e hijos”…..

García Márquez sobre educação

 

“Desde muy niño tuve que interrumpir mi educación para ir a la escuela” – G.García Márquez

 

”Mi abuela quería que fuese una mujer culta, por eso no me llevó al colegio” – Margaret Mead

Amamentação e saúde

O final deste artigo é assaz confuso.

30/03/200710h08
Amamentação exclusiva reduz risco de infecção por HIV, diz estudo 

da France Presse

Mulheres infectadas pelo HIV que alimentam seus filhos apenas com leite materno podem reduzir de maneira significativa o risco de transmitir o vírus causador da Aids para as crianças, revela um estudo publicado na edição desta sexta-feira da revista médica britânica “The Lancet”.

A promoção da amamentação é um grande dilema para os envolvidos na prevenção da Aids, porque pode servir de vetor de transmissão do vírus para a criança.

Até agora, este risco de transmissão pós-natal era considerado muito alto: entre 10% e 20%.

O artigo diz, entretanto, que as estimativas de risco não distinguiam entre a amamentação exclusiva e a alimentação mista, na qual a criança é parcialmente amamentada e parcialmente alimentada com comida sólida ou fórmula infantil.

Os dados do estudo, focado na relação entre a alimentação infantil e a transmissão mãe-filho do HIV, realizado por dois cientistas sul-africanos, levaram a uma revisão das diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a prevenção da Aids em recém-nascidos.

Estudo

Os cientistas recrutaram grávidas atendidas em clínicas pré-natais em KwaZulu-Natal, a província da África do Sul mais afetada pela Aids.

A maioria das mulheres foi incluída em um grupo que apenas amamentou seus filhos. As outras foram incluídas em dois outros grupos: o primeiro, de alimentação mista, e o segundo, que adotou exclusivamente comida ou fórmula infantil para alimentar os filhos.

Depois de três meses, a taxa de infecção por HIV entre o grupo que amamentou exclusivamente foi de 4,04%.

Entre o grupo que fez uso da alimentação mista, os bebês que receberam a fórmula láctea junto com leite materno se mostraram duas vezes mais propensos à infecção por HIV.

Aqueles que se alimentaram com comida sólida –normalmente mingau de cereais– mostraram-se 11 vezes mais propensos à infecção do que o grupo exclusivamente lactente.

Além disso, a taxa de mortalidade aos três meses entre os bebês alimentados somente com leite materno foi de 6,1%, enquanto a dos que receberam alimentação substitutiva foi de 15,1%.

Causas

Um dos principais autores do estudo, Nigel Rollins, da Universidade de KwaZulu-Natal, disse que os motivos de a alimentação mista representar um risco maior de infecção ainda precisam ser investigados.

Uma das causas levantadas é que as proteínas encontradas na fórmula láctea aumentam a vulnerabilidade do organismo da criança ao HIV, afirmou Rollins.

Ao todo, 1.372 crianças foram acompanhadas no estudo, 83% das quais pertenciam ao grupo alimentado exclusivamente com leite materno.

OMS

O artigo é um dos três grandes estudos examinados em outubro passado por um painel de especialistas da OMS, que sugeriu mudanças nas diretrizes de amamentação da organização, estabelecidas em 2000.

Estas diretrizes recomendam às mulheres infectadas com HIV que amamentem exclusivamente seus bebês nos primeiros seis meses de vida, a menos que haja disponibilidade de comida substitutiva de boa qualidade, segura e acessível.

Quando esse alimento substitutivo estiver disponível, a mãe deve adotá-lo por completo e parar de amamentar, a fim de impedir o risco de infecção.

Segundo a agência OnuAids, a cada ano, mais de 300 mil crianças são infectadas com o vírus da imunodeficiência humana depois do nascimento.

Anestesia Peridural no Parto

I – anestesia peridural pode dificultar amamentação

II – Uma curta ”raportagem” da história do parto nos últimos séculos…

I

Parto com anestesia peridural pode dificultar amamentação, diz estudo

da France Presse, em Sydney

As mulheres que dão à luz com anestesia aplicada em injeção peridural (coluna) podem ter mais dificuldades para amamentar nos primeiros dias do que o daquelas que o fazem sem anestesia, indicou um estudo australiano. O estudo foi realizado com quase 1.300 mulheres e publicado no Jornal Internacional da Lactância.
Segundo os dados, o número de mulheres que deixam de amamentar durante os seis primeiros meses é duas vezes maior do que as que não tomam anestesia.
A epidemiologista Siranda Torvaldsen, da Universidade de Sydney, explica que 93% das mulheres envolvidas na pesquisa amamentavam os filhos na primeira semana.
“Descobrimos que, em um grupo de 1.280 mulheres, aquelas que o faziam apenas de maneira parcial ao fim da primeira semana, em geral, receberam uma anestesia peridural”, declarou.
O estudo também revelou que, além de fatores específicos, 72% das mães que tiveram parto natural continuavam amamentando seis meses depois –contra 53% do outro grupo.
Os autores do estudo explicaram que as substâncias contidas na anestesia podem provocar uma reação de sonolência no bebê, dificultando a amamentação nos primeiros dias.
“O mais importante é que as mães sejam corretamente informadas e aconselhadas para que saibam que se trata de um fenômeno temporário”, declarou Siranda Torvaldsen.

O sublinhado é meu.
Leia mais sobre a anestesia peridural na página Maternidade . Começa por um artigo de uma site que apoia os processos regulares hospitalares de nascimento; aí pode já ler informação médica sobre possíveis efeitos secundários da epidural. Esse artigo é seguido por explicações sobre as desvantagens desses processos em comparação com o parto natural, e sobre mais desvantagens da anestesia epidural.

II

 Esta má raportagem, revela um pouco o ”brincar” dos ”cientistas” e das ”autoridades”, jogando com questões de poder entre si, e manipulando o corpo e o sofrimento atróz da mulher a seu bel-prazer. A barbárie continua nesse artigo que coloco aqui apenas para demonstrar a sua ignorância: na verdade, chamar o uso da anestesia peridural como parto humanizado, é uma perversão do termo, ao serviço ainda de toda a espécie de interesses que não a mãe e a criança.

Por outro lado chamo também a atênção para esse facto referido no final do artigo, de que (isto é no Brasil, onde a cesariana – provavelmente sob influência americana – tem sido massivamente praticada por rotina, para despachar – acompanhada da moda de não amamentar as crianças) a anestesia peridural seja dada em todos os partos naturais em clínicas privadas, mas não às mães nos restantes hospitais, mesmo nos casos em que de facto ela seja necessária. Tudo isto pertence a um mundo de barbaridade, escondido por de trás das portas das salas de parto. É essa barbaridade que está a mudar.

Reportagem:  
Dar à luz sem sentir dor
Por Carolina Cantarino

 

Porquê dar à luz em casa

Aqui em baixo, publico uma cópia de um dos artigos de Ina May Gaskin, a mulher que é chamada a parteira mais famosa do mundo. Mais informação sobre ela, nos posts anteriores. (E tem a ligação para a site dela no ”blogroll” em Maternidade)

Articles

Home Birth—Why It’s Necessary
By Ina May Gaskin, CPM
Originally published by Ina May Gaskin Productions, 2007-01-14


Simply put, when there is no home birth in a society, or when home birth is driven completely underground, essential knowledge of women’s capacities in birth is lost to the people of that society—to professional caregivers, as well as to the women of childbearing age themselves. The disappearance of knowledge once commonly held paves the way for over-medicalization of birth and the risks which this poses. Nothing in medical literature today communicates the idea that women’s bodies are well designed for birth. Ignorance of the capacities of women’s bodies can flourish and quickly spread into popular culture when the medical profession is unable to distinguish between ancient wisdom and superstitious belief. To illustrate, I would cite a National Geographic article (1) which states that, “…we [humans] can give birth to babies with big brains, but only through great pain and risk.” The writer, depending upon the work of two U.S. anthropologists, explains that the fact that our species walks upright causes inevitable pain and risk during birth, forgetting how easily we can go to our hands and knees if need be.

I would have had no way to know how well healthy women’s bodies can work in labor and birth had I not experienced a rediscovery of women’s capacities in birth, along with several hundred other people, as we established a midwifery service in our newly founded community in 1970. Most people would have predicted that my diving headlong into attending home births for friends and then training a group of midwives to work with me would have ended in disaster, given that I came into midwifery only with the training afforded by two degrees in English literature. What happened instead is that I received timely and essential help from a few generous, wise physicians, and our service was able to help the first 186 women give birth vaginally (without instruments or other medical interventions) before our first cesarean was necessary. It was not until birth #324 that the second became necessary. All of this was accomplished without negative consequences to mothers or babies.

This degree of success is hard for many physicians to believe, because it runs counter to what they have been taught. For many decades, physicians have been taught that the female pelvis is often too small to permit the safe passage of a term baby through it. Still, over the last three and a half decades, more than 2400 births have been attended within our midwifery service, with our cesarean and instrumental delivery rates combined still below 2 percent, in sharp contrast to the U.S. cesarean rate, which is now nearly 30 percent and climbing.

The publication of our early data in my first book, Spiritual Midwifery, in 1975, helped to encourage the natural childbirth movement that began in North America during the late 1960s. (2) This movement caused U.S. hospitals to radically reassess their maternity care policies during the 1970s and 1980s, leading them, for the first time, to allow family members to be present at births; to allow women, for the first time, to choose midwives as birth attendants; and to change—again for the first time, their policy of mandatory episiotomy. The natural childbirth movement, which was greatly inspired by home birth pioneers, also had the effect of drastically reducing the incidence of forceps deliveries, which had previously been used in more than 40 percent of U.S. births.

Midwifery care blossomed in the U.S. because of the home birth movement, as women who didn’t themselves want home births but who did want care that did not involve routine and unnecessary medical interventions and practices, such as pubic shaving, enemas, being forced to remain still while lying supine during labor (the painful position possible) and often mandatory pain medication, wanted to be able to choose the midwifery model of care in the hospitals where they would give birth. Women themselves began to force these changes by opting for midwifery care and by insisting upon doula care. All of these transformations demonstrated both to laboring women and to their caregivers that women are fully capable of giving birth without the mandatory use of several interventions once considered by U.S. obstetricians to be not only important but essential to the health of mother or baby.

I have not yet mentioned the long list of techniques and practices common to home birth midwifery, which have made their way into progressive hospital maternity care practice. Among these are the use of water tubs for alleviation of pain during labor, the all-fours position (sometimes called the Gaskin maneuver) to resolve the serious complication of shoulder dystocia (3-5), upright positions for labor and birth, the safety of allowing almost all women to enter labor without induction, the use of nipple stimulation to release the body’s natural oxytocin to augment labor (6,7) and the possibility of sleeping, eating and drinking during labor. It is no exaggeration to say that none of these techniques would have been adopted into hospital practice, had it not been for their having first been developed and tested in the “laboratory” of home birth practice. Medical research is expensive and thus rarely focuses on preventive measures or those which don’t rely upon pharmaceutical or technological products.

Another extremely important concept that arises from home birth practice is the recognition of what I call “sphincter law.” (8) This concept describes the common phenomenon, which occurs often in women’s labors, in which stress sometimes causes the cervix, once dilated in labor, to suddenly close, or for labor to stop. Having first observed this phenomenon in the early years of my practice, I found that other midwifery colleagues working in and out of hospitals and many labor and delivery nurses were also familiar with it. We found that such cases could safely resolve themselves, without medical intervention, by waiting for labor to resume in less stressful circumstances. Looking deeper into medical books written during the period when home birth was the norm, I found many 19th century authors who had also documented this physiological phenomenon, which is dependent upon an imbalance of maternal hormones during labor which can take place when the woman feels greatly stressed during the birth process. If current medical knowledge included these concepts which it once did, fewer women would be subjected to the risks of induction drugs, the use of which has increased sharply over the last fifteen years—not always with good results. (9)

Of course, this is not to say that women should be required to have home births. However, the option to give birth in the place of choice should be open to those women who desire it, as long as their physical condition permits it as a safe choice. The body of knowledge available to all maternity caregivers depends upon a full range of choices being available to childbearing women.

Notes

1. Ackerman J. The downside of upright. National Geographic July 2006, 126-145.
2. Gaskin IM. Spiritual Midwifery (1975) Summertown, TN: The Book Publishing Company.

3. Meenan A and Gaskin IM, et al. A new (old) maneuver for the management of shoulder dystocia, The Journal of Family Practice, 1991: 32:625-29.

4. Bruner J and Gaskin IM, et al. All-fours maneuver for reducing shoulder dystocia, The Journal of Reproductive Medicine, 1998; 43:439-43.

5. Gabbe SG, Niebyl JR, and Simpson JL. Obstetrics: Normal & Problem Pregnancies, 4th ed. New York: Churchill Livingstone, 2002.

6. Curtis P. A comparison of breast stimulation and intravenous oxytocin for the augmentation of labor, Birth, June 1999; 26:115-122.

7. Curtis P. Breast Stimulation to Augment Labor: History, Mystery, and Culture. Birth, June 1999; 26: 123-6.

8. Gaskin, Ina May. Understanding birth and Sphincter Law, British Journal of Midwifery, Volume 12, Number 9, September 2004.
9. Wagner M. Born in the USA: How a Broken Maternity System Must Be Fixed to Put Women and Children First (2005) Berkeley, CA: University of California Press.


Recensões de”Spiritual Midwifery”

Porque estes comentários contêem informação, publico-os aqui.

Como a percentagem nos EU de nascimentos por cesariana é de 30%, e eu só posso confirmar isso pela experiência noutros países, onde a percentagem de cesarianas é sempre crescente, porque é ”rápido e prático”… podem assim compreender quais são as tendências médicas e hospitalares, assim como a importância de todo este movimento num sentido oposto. Neste momento, está a tornar-se um movimento, mas quando eu me interessava por isto nos anos 70, era radicalmente ostracizada por isso – mas ainda hoje. Também quando Ina May lutou pelo direito a um nascimento natural, era um acto revolucionário.

Não era uma nova maneira de ganhar mais dinheiro, ou de ganhar reconhecimento social. Muito pelo contrário.

Concordo com a informação que se segue, e direi mais quando completar o post anterior: entretanto, podem ir lendo:

Spiritual Midwifery, Fourth Edition, November 6, 2006

Reviewer: Kathy Ardekani “Kathy Ardekani” (Boothwyn, PA) – See all my reviews
(REAL NAME)

I recommend reading this book to all parents interested in having a natural birth.

Ina May and her husband Stephen began `The Farm’ in the early 1970’s. The birth stories in Spiritual Midwifery come from women’s experiences on The Farm. The Farm statistics include (as of the year 2000) 2028 births of those births 95.1% of all babies were born in the home, 4.9% were transported to the hospital and only 1.3% were emergency transports. This book is based on the over 2000 births that have taken place on `The Farm’.

In the USA over 30% of all women give birth through surgical procedure called a Cesarean Section. Ina May’s book gives support to the fact that birth is not a medical procedure. Spiritual Midwifery speaks to the normalcy of birth and explains why no more than 5-10% of women need a Cesarean Section to deliver babies. Ina touches on topics such as tests given during pregnancy, natural birth, complications that may arise and how to manage them in and out of hospital setting and most importantly the book provides factual and time-proven information.

Spiritual Midwifery is on the bookshelf of most Midwives and homebirth Midwives. If you are looking to have your questions and concerns addressed and answered this is the book to read. If you wish to buy just one book, this is the one.

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5 of 5 people found the following review helpful:

Great book written by great people., October 30, 2006

Reviewer: K. Goesmann

This book was a gateway for me into homebirth. I knew nothing of it until I ran across this book. I admit this book is not for the mainstream. You can’t be narrow minded and accept this book. This book is an amazing collection of stories written for decades chronicalling the births of their community. A community of people who ARE extremely well educated. This book gives tons of information needed for homebirth besides the birth stories. The language is a little far out but come on, it was written in the late 70’s by hippies. What do you expect? They also happen to be very comfortable and familiar with their body parts and bodily functions those parts have. We are all grown ups, right?
PS I just gave birth there and it is just like they say in the book! Maybe even better…

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21 of 23 people found the following review helpful:

A book for EVERYWOMAN!, July 14, 1999

Reviewer: Marion “dragonfly80@hotmail.com” (Louisiana) – See all my reviews
(TOP 1000 REVIEWER)

I bought this book in 1975 and have read it many times since. To the Florida reviewer: Being “stoned” during labor is not about drugs, it’s about being divinely, serenely aware of the life force! This book is so much more than a book about having babies. It’s about living life moment by moment; it’s about loving your children; it’s about being here now. I wish every man and woman in America would have to read this book before they had a child. It’s life changing!

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Customer Reviews

Average Customer Review:
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Very Soothing for a First-Time Pregnant Woman, April 5, 2007

Reviewer: Robin Glenski (Sheridan, Or) – See all my reviews
(REAL NAME)

I am currently seven months pregnant and recently borrowed this book from my friend. I was starting to get a little freaked out about giving birth (this is my first baby), until I read this book.

I loved the simple and matter-of-fact way that Ina May describes things. And I LOVED the birth stories! Just by reading women’s experiences with birth, though some were difficult, I saw how rewarding giving birth could be and how not scary it really is.

I recommended this book to another one of my friends who is the unoffical “doula” of our group and she loved it. Last I heard, she had recommended it to at least five people.

I really advocate reading this book if you are pregnant or are going to be assisting someone in giving birth. Knowledge is power and this book has a lot of knowledge in it. I even would tell you to read the section just for midwives at the back.

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O toque e o parto

Nota: Esta mensagem está por terminar, pois perdi-a depois de a ter escrito, e preciso de esperar uns dias até a poder escrever de novo.

Escrevo esta mensagem baseando-me numa crítica feita ao livro, a única negativa, posto que, assim se pode esclarecer muito sobre o livro ”Spiritual Midwifery”

4 of 21 people found the following review helpful:

Puh-lease . . . felt like was I reading an erotic novel, July 5, 2006

 

First, I am a very open-minded person, raised by a hippy/Biker family. I really expected to identify with this book. While I appreciate the what Ina May’s movement accomplished during its time, I felt like the book was almost a joke–verging more on detailing accounts of an occult community–A community of people living on old school buses in the woods, delivering each other’s babies.

The language is terrible—everything is described as “psychedelic,” etc–one woman even referred to her female parts using the big “p” word. While they try to add a personal touch by including individual narrations, it sounds more like a compilation of uneducated people describing their birth stories the way they were pressured to believe—NOBODY mentions feeling pain during labor. Honestly, I feel that the pressure of the community was so intense they wouldn’t have admitted to pain if they could.

Also, many of the accounts were extremely erotic—couple are encouraged to fondle one another during labor to keep connected and relaxed. In some accounts, a couple would be making out, while a midwife would massage the birthing mother in her “laboring parts”–turning the woman on and keeping her relaxed. Not my cup of tea.
I had so little respect for the lifestyle and the language of the people that I didn’t get much out of the book.

Hahahahha! Isto, é a perversão: a mentalidade desta senhora. Era o que A.S. Neill lhe teria dito, há uns anos atrás; E eu, agora.

Infelizmente, acabei de experimentar aqui um botão qualquer errado que me levou todo um texto que acabei de escrever! Detesto ter que repetir coisas, mas enfim, quando me voltar a paciência, cá voltarei. Ainda por cima estava justamente a começar a gozar um bocadinho, e o texto não ‘tava malzito de todo…

Tenho tantos posts para fazer sobre este tema que se continuasse como queria, para acabar por agora, não faria mais nada…. toda a Páscoa.

Outro paradoxo, processo, eu sei lá! Neura…

Parece-me que tenho provas de que algo profundo dentro de mim, me faz adaptar, ou melhor, tentar adaptar o que penso – não só o que digo – mas o que penso e sobretudo o nível do que penso, e a complexidade do que penso, dependendo do sentimento que tenho se posso ser compreendida, ou não. Isto, é horrível. Vem de tão longe…longe, no tempo.

Humm, muito para dizer, aqui…

Como tenho a experiência de ter sido compreendida aí umas duas vezes na vida… por um nadinha de tempo só… um saborzinho, só…digamos que toda a minha vida, eu simplesmente corto o que penso – não pior: o que sou, o que sinto. Conclusão: não sei se alguém curou a sua neurose; eu, por mim, não; ou já a curei, mas ela voltou. Com muitas muitas muitas razões. Essas é que não me faltaram. Mas agora, estou eu própria a fazer comigo, esse mal tremendo que é a medicalização de toda a vida.

Não, isto não é neurose, isto é o processo da própria vida…, talvez. Será? Hummm, não sei.

Repare-se nisto que digo: (mais para dizer….)

– O que penso, não é o que sou. Mas o que sinto, é pelo menos, mais próximo do que sou. Mais próximo da consciência.

… Mais para reflectir…

A forma como o sentir é visto e falados, e até sentido, frequentemente no mundo de hoje, é diferente daquilo que para mim é sentir. Aliás basta haver pessoas que podem pensar que o sentir é algo consequente das substâncias químicas.

Tenho um exemplo crucial a esse respeito … mas fica para uma outra vez, pois seria divagar imenso do tema que estou a tratar e que é a revolução do nascimento livre, do nascimento que mereça esse nome absolutamente maravilhoso e lindo da nossa língua: Dar à Luz. Temos que nos tornar dignos – e dignas – de tal epifania na nossa língua, nesta expressão, e em milhares de outras palavras também.

Sim. Eu estou convencida – porque vejo! – que a nossa Língua, é uma epifania em si mesma. Aquela história do Verbo, lá na Bíblia – mas não só – não é só história de ”atrasado mental”, não. Por acaso, para mim, foi especial descobrir isso, porque nunca fui verbal; bom, não sei se nunca. Sei que logo desde muito pequena, me meteram tanto medo, que eu fiquei não sendo verbal logo desde então.

– CALA-TE!!! – Rugiam-me, apesar do meu terror, mal eu, mesmo assim, tentava abrir a boca…

Não. Ainda não curou.

Escrever sem papel?…

Continuo a ter dificuldade de me exprimir como deve de ser escrevendo nesta situação, no computador. Atrapalho-me por no meu pequeníssimo écran, não ver o que escrevi. Enfim, tenha um pouco de paciência comigo, se puder… que hei-de aprender. Sinto falta do tacto, com o papel, com a tinta, isso ajudava-me a sentir e a respirar o que escrevo…palavras vivas. Para escrever preciso de um ambiente estético de estado de espírito que não estou a ter com o computador, e pior ainda: com o editor do wordpress! Tudo o que vejo à volta das minhas palavras e letras me perturba. Para mim, todo o escrever é, sempre foi simultaneamente um acto de pintura Zen….Sim. São muitas as questões que sinto a este respeito…

Alguém disse que era impossível escrever poema no computador. Começo a compreender o quanto isso é verdade… e acho que digo a verdade se eu disser que toda a escrita para mim, é como a escrita de poemas.

Existem toda a espécie de paradoxos ainda a resolver, eu que escrevo o que sinto…no facto de haver entre mim e o sentir, toda esta ”aparelhagem”, e depois outras coisas em mim, entraram em conflito com a falta de intimidade no diálogo, ou na reacção de outros, ou no facto de se ir ao Google, e ver lá tudo o que se escreveu aqui – isso é assustador. O facto de eu escrever coisas aqui, é inerente a uma lógica, já que quem for um total idiota, inimigo, digamos que nada tem a ver, não está a ler o que escrevo, por falta de interesse. Ora ver que as coisas aparecem no Google, inclui todas as pessoas…. as que lêem só por curiosidade, as que lêem para roubar… eu sei lá. No fundo só sei escrever de forma total, íntima, como sou…, mas movo-me de lá para cá, e de cá para lá, entre estes paradoxos – que óbviamente outros já ultrapassaram de alguma forma… mas, escrever um ”diário” público, é paradoxal. Ou não?

”Spiritual Midwifery” I

http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/1570671044/inamaygaskina-20

Incrível. Encontrei o link para o livro ”Spiritual Midwifery”, o qual pensei que nunca mais veria, (emprestei-o…), por ter ouvido boatos há muitos anos de que a ”Farm” já não existiria,etc.. Este livro, que me acompanhou na adolescência – antes de eu ter qualquer contacto com a gravidez… é o segundo livro mais importante que eu conheci, sobre o parto, a seguir ao ”Nascimento sem Violência” de Leboyer. Com muitas fotografias, e descrições de partos, dar-lhe-á algumas ideias preciosas. Aliás, esse livro será mais real para si durante o parto, do que o de Leboyer, que pouco tem a ver com o seu trabalho, que é tanto, como sabemos. O livro de Leboyer é um poema à sensibilidade e vulnerabilidade do ser humano; manda o mundo cego tratar o bébé com amor. Mas antes disso há que o pôr cá fora, e é disso que estamos a falar.

Mesmo quem não se identifique com os hyppies da ”Farm”, deve saber que a maioria da mudança das ideias que médicos e outros académicos estão a começar a ter sobre o Nascimento, se deve na maioria a pioneiros como as parteira da ”Farm”! É uma questão de justiça e coerência, de rigor e exactidão… reconhecer e nomear as nossas fontes de compreensão e conhecimento. Ina May também não seria a primeira, e no seu livro ela não escondeu outras fontes.

O que me interessa, não é de forma alguma fazer publicidade a Ina May. O que me interessa é uma revolução do dar à Luz. Porque a gravidez e o parto, são o início da sim ou não crueldade… Leboyer escreveu ”nascimento sem violêcia”; mas, nascimento sem violência é a condição não suficiente, no entanto, necessária, para uma Terra sem violência. Essa, é a minha visão e a minha certeza.

Em tudo isto, para uma portuguesa, é também necessário realizar uma coisa:

Contrariamente àquilo que resmungamos continuamente há pelo menos um século, a ideia de que lá fora é tudo bom, e em Portugal, é tudo atrasado, é uma ideia falsa. Em relação ao parto, também. Por exemplo existem muitos países onde nem sequer existem maternidades; todos os nascimentos são nos hospitais. Que crime acabarmos com as maternidades. O que devemo é melhorá-las, torná-las mais próximas de um local sagrado e especial para um parto belo e digno. Talvez ainda não estejamos ”assim muito avançados” no crime que fazem a maioria dos outros países de fazer cesarianas a torto e a direito, episetomias por rotina, e outras práticas de intervenção e perturbação do parto natural, por ignorância, e para que tudo seja feito mais rápido, com consequência desastrosas para a mãe. Também em Portugal não se retiram as crianças de ao pé das mães, enquanto que tal é ou era rotina em vários países aos quais chamamos ”avançados”. Também amamentar foi coisa que se tornou, noutros países, a excepção à regra… imagine-se! É verdade que se você souber tudo o que há para aprender nestes livros, e for a um hospital ou maternidade portuguesa – sobretudo se tentar exigir certas condições, e fizer a sua parte, tudo se pode passar de forma razoável. Mas pode crer, faz toda a diferença saber a sua parte, e sobretudo, o quanto pode ser a sua parte.

E além disso, não quer devorar tudo o que tenha a ver com o assunto? Não é apaixonante?

Pirilampo

Chamou-se disciplina e religião, ao que era opressão, ignorância e crueldade. Tal se reconhecer é um passo para se encontrar boa, verdadeira e bela disciplina e religião. Porque não o reconhecem os representantes e as autoridades respectivas?

Se as autoridades cristãs acreditam no Jesus literal da Bíblia, como é possível não o seguirem então, naquilo que ele diz tão claramente, quando fala contra a hipocresia daqueles que não entram no reino nem deixam os outros entrar?

Onde está o seu arrependimento? Isso seria quase tudo o que é necessário, para se poderem cumprir os objectivos que dizem ter e servir.

Então, quem tem a respondabilidade de tantos seguirem uma religião como a cientologia, ou outros caminhos falsos? Não essas pessoas, mas sim eles

Acreditamos: Dar a seu irmão, Ajudar, Libertar, Construir, Cuidar, Cooperar e ser Leal.
Desprezamos: vender a seu irmão, trair, abandonar, oprimir, competir, lucrar.

Mas esta lista de palavras pouco diz…, e pouco faz.

Uma nota explicativa

Como podem ver tanto no fresco de Giotto abaixo, como na página ‘Pinturas’, o os templates da wordpress pelos vistos não me oferecem a possibilidade de publicar as imagens de pinturas como deve de ser: ficam cortadas. Por isso, eu terei que formar um outro blog que torne isto possível.

Por causa destas questões, mudei o cabeçalho (por agora) deste blog, e para”clicarem” nas páginas, têem que ir até ao fim da barra direita. As páginas estão com letras bem carregadas. Uma das razões de eu ainda estar à procura da melhor forma, é que eu queria fazer amplo uso de publicar entradas nas páginas, enquanto que chego à conclusão de que isso não resulta nos blogs – entre outras razões porque as entradas nas páginas não aparecem nos arquivos, nem se podem ”buscar”; é pena.  Mas parece que fazer apenas melhor uso das rubricas, tem mais sentido do que as páginas.

A wordpress chama ”categorias”, ao que eu me pareceu melhor chamar ”rubricas”.

Read Birth without Violence

By Frederic Léboyer. And let me know what you think of it, if you wish.

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