Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 24/12/2008
Só Ary, por favor. Só os poemas. Só as letras das canções, e logo se vê a alma do poeta. Agarrada a coisas pequenas (música de terceira), exactamente por ser grande; por querer dar, por querer ajudar, por querer ser irmão de quem sofre.
Quando um Homem quiser – Ary dos Santos
Tu que dormes à noite na [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 23/12/2008
Escritos inúteis
Carreiros de pé descalço, onde no princípio pode estar o fim
O blog com a obra poética de
José Adelino Maltez
…. E ao olhar assim os céus, arrepiada, constato que ele do alto mira a terra, em vez dos céus,
porque entregue à missão de a libertar de ratazanas e serpentes.
PS – Com os desejos [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 21/12/2008
L’Ange Bleu
Chagall
La Mariee by Marc Chagall
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AMAR
O segredo é Amar… Amar a Vida
Com tudo o que há de bom e mau em nós…
Amar a hora breve e apetecida,
Ouvir todos os sons em cada voz
E ver todos os céus em cada olhar…
Amar por mil razões e sem razão…
Amar, só por amar,
Com os nervos, o sangue, o coração…
Viver [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 31/12/2007
Mosteiro da Batalha
É na pesada e escura terra que brotam as sementes.
É na negra Noite, em todo o corpo de Nut ( Nout, Noite) que nascem as estrelas….
EXOTERICA-MENTE
Há qualquer coisa de esfinge em tudo isto…
[...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 18/12/2007
maravilhoso fresco de umas catacumbas romanas
O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê,
Nem ver quando se pensa.
Mas isso (tristes de nós, que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender.
Alberto [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 14/12/2007
Apesar de já nessa altura, ser uma apaioxanada pela poesia, não gostei dos poucos Lusíadas que estudamos na escola. Sentia uma aversão íntima e expontânea (nada que me fosse ensinado) à maneira como os indígenas eram referidos, no seu total.
Em segundo lugar, também não gostava do poema ”construído” à força. Das voltas completamente visíveis à [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 14/12/2007
A nossa Magna lingua portugueza
A nossa magna lingua portugueza
De nobres sons é um thesouro.
Seccou o poente, murcha a luz represa.
Já o horizonte não é oiro: é ouro.
Negrou? Mas das altas syllabas os mastros
Contra o ceu vistos nossa voz affoite.
O claustro negro ceu alva azul de astros,
Já não é noute: é noite.
Fernando Pessoa, 26-8-1930
Acho graça às [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 11/12/2007
Os Lusíadas – Canto X
75 ….
Tétis, de graça ornada e gravidade,
Pera que com mais alta glória dobre
As festas deste alegre e claro dia,
Pera o felice Gama assi dizia:
76
- “Faz-te mercê, barão, a Sapiência
Suprema de, cos olhos corporais,
Veres o que [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 04/12/2007
Canção Outonal
HOJE sinto no coração
um vago tremor de estrelas,
mas minha senda se perde
na alma da névoa.
A luz me quebra as asas
e a dor de minha tristeza
vai molhando as recordações
na fonte da idéia.
…..Todas as rosas são brancas,
tão brancas como minha pena,
e não são as [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 04/12/2007
Statua di Federico García Lorca a Madrid. Scultura realizzata da Julio López Hernández
Poemas de Andaluzas
Adelina de passeio
O mar não tem laranjas,
nem Sevilha tem amor.
Morena, que luz de fogo.
Empresta-me teu guarda-sol.
…..Ficarei com a cara verde [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 04/12/2007
Não sabia que ”Starry, Starry Night” era uma homenagem a Vin
cent, vale a pena ver: Vincent (Starry Starry Night) – Don McLean 04:26
Vincent van Gogh. (1853-1890). The Starry Night. Saint Rémy, June 1889. Oil on canvas, (73.7 x 92.1 cm).
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Poema de Al Berto
ÚLTIMA CARTA DE VAN GOGH A THEO
nunca [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 09/08/2007
Maria Bethânia – Ultimatum
No Teatro Guaira em Curitiba. Dia 17/03/2007…Maria Bethania declama Ultimatum, Álvaro de Campos 1917.
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 01/07/2007
O Sobreiro
Carlos de Bragança (Rei de Portugal), 1863-1908
1905, pastel sobre cartão
177 x 91 cm
Palácio Ducal – Fund. da Casa de Bragança
Vila Viçosa, Portugal
ÁRVORES DO ALENTEJO
Horas mortas… curvadas aos pés do Monte
A planície é um brasido… e, torturadas,
As árvores sangrentas, revoltadas,
Gritam a Deus a bênção duma fonte!
[...]