Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 22/12/2008
“É melhor escrever para si mesmo e não ter público do que escrever para o público e não se ter a si mesmo”. “
“Cyril Connolly: Daqui : ‘Sobre o Ofício de Escritor” de Antonio Fernando Borges,
É melhor pintar, dançar, cantar, esculturar para si mesmo e não ter público do que fazê-lo para o público [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 02/12/2007
A coisa mais difícil deve ser conseguir continuar a escrever da mesma forma. Como se falando connosco próprios ou como escrevendo para nós próprios. Ou como um diário. Francamente, até me admira não ouvir mais reflexões sobre esta relação muita complexa entre o íntimo, e o público.
Ele há tantas coisas…
Mesmo na intimidade de um círculo [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 22/08/2007
Meditando no fenómeno da exploração e suas consequências, observe-se a diferença das funções que cabem a empresários estrangeiros, ou a empresários portugueses. Os estrangeiros, podem, ao provocar o nosso arrasamento, estar a servir interesses do seu próprio País. Poderá vir a ser posto em causa a sua moralidade ou justiça, sem dúvida, mas será até [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 22/08/2007
Explorar. Não falo da exploração no sentido carregado de orientações políticas ou de slogan. Falo de explorar, simplesmente. O sentido de querer algo para tirar de lá qualquer coisa. Tirar. Retirar. Levar.
O que seria de uma orquestra, se os seus elementos tocassem ‘‘explorando-se” uns aos outros, para conseguirem os seus próprios objectivos de brio pessoal? [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 08/08/2007
Isto ele há cada uma! Não é que (neste Mar Alto picado de muitas ondas,) fui parar ao postal ”pecaminoso”, no Cozinha, através das Eternas Saudades! Pois só podia ser mesmo!
Quanta Eterna Saudade eu tenho passado!…do presente, passado e Futuro – todas! (Condenada por esse fogo do tudo ou nada.) E sobretudo naquela terra [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 07/08/2007
Autistas – 1986
Técnica mista sobre papel mista – 170×98 cm
Isabel de Sá
Ouvi falar o doutor que de Portugal ser pobre dizia
e do meu dizer que antes ele é rico, saber, o doutor não queria.
Coitado de Portual que do Universo rei verdadeiro, quer ser
quando na verdade, nem [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 07/08/2007
Obrigatório visitar
BIBLIOGRAFIA OBRIGATÓRIA
Se, citando mais uma vez Fernando Pessoa, (…) Uma nação que habitualmente pense mal de si mesma acabará por merecer o conceito de si que anteformou. Envenena-se mentalmente —, então há que procurar os indícios de veneno mental que, no pensamento como na literatura, sob os alibis da crítica social, do racionalismo e [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 04/08/2007
” Só ao vitimar-nos o internacionalismo centralista e ávido de comparação e seguidismo em face do Alheio é que a Referência Sebástica deixou de ser estímulo do esforço para se transformar na nostalgia lunática que artificialmente permitia abstrair da decadência que entrava pelos olhos dentro.” Em Afinidades Efectivas.
Concordo tanto.
E não é este ”internacionalismo centralista [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 24/07/2007
A primeira coisa que as mulheres aprendem num curso especializado de defesa, é a não gritar ”Socorro!” ou ”Ajudem-me”, etc.. mas sim ”Fogo!”.
Pessoa escreveu qualquer coisa como: ”Quem tem família e uma casa, não passa por verdadeira aflição – pessoal” (Isto tem, óbviamente um contexto perfeitamente esclarecedor – tenho que procurar).
À reflexão de Pessoa, opoem-se [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 20/07/2007
A insegurança dos grandes. Quanto mais sensíveis à grandiosidade do mundo indizível e inteligível, mais mudo se fica? E desageitado…
Claro que não é sempre assim… mas não será assim muitas vezes? E além disso, uma fase necessária.
Interessante também o comentário no youtube ao video do Ashkenazy: o jovem em questão menciona que o entrevistador [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 14/07/2007
A verdade espalha-se milhares de vezes mais devagar do que a mentira.
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 13/07/2007
Algures, salvo erro no ”O Idiota”, Dostoievsky fala de ”gerações e milhares de russos que viveram e morreram”, para que finalmente seja possível determinada pessoa, capaz de determinada obra, nascer e florir.
O aparentemente rapidíssimo e precoce desenvolvimento do génio… não será portanto apenas uma ilusão para quem não vê mais além?
Tudo na sociedade cada [...]
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 12/07/2007
As árvores mais preciosas, são as mais lentas no crescimento.
Posted by: Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente on: 11/07/2007
Para memorizar:
Devemos olhar para as pessoas anómalas do ponto de vista de um artista. Não devemos agir como num tribunal e julgá-las. Nunca deveríamos querer apresentar as suas fraquezas. Devíamos mostrá-las como exemplos de pessoas que não receberam o cuidado adequado ou atempado. Apesar de todas as leis feitas para a protecção das pessoas desprovidas, [...]