More women should have babies at home, not in hospital

Childbirth revolution: Mummy State 6 April 2007 23:2 > News > Med

More women should have babies at home, not in hospital, says Health Secretary -By Marie Woolf and Sophie Goodchild – Published: 14 May 2006

Pregnant women are to be advised to give birth at home as part of a revolution in childbirth policy that will reverse decades of medical convention.

Patricia Hewitt, the Secretary of State for Health, is to “challenge the assumption”, prevalent since the 1970s, that the safest place to give birth is in hospital and that home births can be dangerous.

In what is being billed as a historic shift in the politics of childbirth, doctors will be told to offer all pregnant women the chance to deliver their baby at home with the help of a midwife and their own choice of pain relief.

The Independent on Sunday can today reveal that the Government is planning a “strategic shift” in childbirth policy away from hospital delivery and towards births in the reassuring surroundings of home. It has commissioned research to support the case for home births and “challenge the assumption that births should take place in hospitals”. The Secretary of State wants to “demedicalise” pregnancy and challenge the “presumption” that birth should take place under the supervision of a doctor.

“A strategic shift towards more home births is part of the Government’s move for more care to be provided in the community and in the home, and away from acute hospitals,” said a Health Department source.

The move comes as new figures reveal that more than 200,000 women, a third of all who give birth every year, suffer some psychological distress after delivery.

Pode ler o resto:> News > Med

Revolução do Nascimento/Parto

Este artigo está relacionado com o seguinte, e lamento que esse seja em inglês pois não tenho tempo para o traduzir.

Eis o que aparece no Google, na PubMed, quando se procura ”birht revolution”:

Related Links

Mas isto é desinformação e mentira.

Revolução do nascimento, não é de forma alguma, nunca foi, a indústria da fertilização, dos laboratórios de bébés proveta, etc. Muito pelo contrário!

A revolução do nascimento, é o movimento começado, pela luta de pioneiros que foram marginalizados. Devido a estes pioneiros, os quais aliás raramente recebem sequer uma menção, quanto mais o reconhecimento que merecem, é que temos a ”revolução”, a qual aliás é uma transicção, uma profunda modificação, transformação, pacífica, na visão e prática do parto.

Compreendamos hoje em dia que mais tarde, essas compreensões ou descobertas de pioneiros, só começam a ser aplicados massivamente, quando um pequeno grupo de pessoas adquire o controle sobre a (gigantesca) vantagem financeira que pode extraír dessas verdades pioneiras, e começa a sua acção. É o que se passa agora com a ”Revolução do nascimento”, como pode ver no artigo seguinte, cujo título no Independente é esse mesmo.

A gigantesca desonestidade, está (sempre?) em esconder metade da verdade…

O estabelecimento industrial, patriarcal, lucrativo, utilitarista, técnicológico e materialista, médico, de saúde, farmácia, etc., justamente, defendeu, apoiou, perpetuou e lucrou com a prática desumana de técnicas de tortura atroz, durante o parto, – ou com a destruição do parto – e com o impedimento do esclarecimento e desenvolvimento da compreensão e da libertação, que tornam possível um parto totalmente diferente, humano, e até mesmo, belo, que merece o nome de ”dar à Luz”.

E agora… agora até vão começar a dizer que graças ao grande desenvolvimento técnológico, que faz possível o avanço da ciência e da medicina, se descobriu que o parto ”natural” é melhor… em casa? É mentira, pura e simplesmente! Vão fingir serem eles os autores de uma descoberta… que fizeram tudo por combater, reprimir e esconder.

O que se passa é que o parto natural e consciente, que aos poucos se está a tornar conhecido das mulheres, apesar do ”estabelecimento e regime industrial”, é completamente incompatível com esse estabelecimento! Não é forçosamente incompatível com um Hospital – é sim incompatível com os Hospitais que se têem vindo a desenvolver mundo fora, só interessados em lucro, e desumanos.

O parto natural, não se deixa comandar à hora, e ao esquema dos interesses financeiros de gente idiota de quem só pensa em dinheiro. O parto natural não é instantâneo nem fácil, nem a repetição maquinal barata de uma fábrica… É para ele que as Maternidades e a boa tradição portuguesa das boas Maternidades, deveriam existir!

O Parto n’A Ilha dos Amores

Devo dizer que há muito mais que posso dizer sobre o parto, e pretendo reunir informação mais completa, ou um melhor direcionamento, se e quando o tempo mo permitir.

Entretanto, grávidas que nunca ouviram falar das alternativas e do que é ”parto natural”, podem, mesmo através de informação incompleta no meu blog, informar-se melhor, contactarem a Associação de Doulas de Portugal – terem um melhor sentimento e conhecimento em relação ao parto. Isso é mais importante, para mim, do que esperar pela perfeição da minha informação.

Se por acaso é uma mulher que está para dar à luz dentro de pouco tempo… e que nada mais tem organizado para além de ir para o Hospital de forma totalmente normal, eu aconselho contactar as Doulas de Portugal. Uma boa doula a acompanhar o seu parto, é alguém que a respeita a si, seja qual forem as suas ideias pessoais, não interfere contra a sua vontade, e dá-lhe, tanto em casa como no Hospital, apoio no que puder, sem perturbar a assistência Hospitalar.

É compreensível não desejar ideias revolucionárias (talvez até à última da hora), mas como explico acima, as doulas compreendem isso muito bem, e nada tem a recear, pelo contrário.

PARTO NATURAL: Dar à luz segundo uma outra ciência

photo of baby. They are all pics of babies...

Para ler mais sobre como ter um parto muito melhor, para si, para a sua criança e para a vossa futura relação, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para ler o lindo livro que todas as mães deveriam ler, ‘‘Nascimento sem Violência”, do pioneiro, ginecologista francês, Frederic Leboyer, por favor clique na página: ”Maternidade.

Para encontrar muito mais informação, ligações, sites sobre o nascimento e maternidade, e contactos reais, por favor consulte o tema ”Maternidade”, na lista de ligações, na barra lateral deste blog, e os tag Maternidade e Parto.

10 Direitos do Nascimento

Acordados pela Organização Mundial de Saúde, O.M.S.:

Cómo nace y es recibido tu bebé es importante para su vida y la tuya.
Infórmate y decide

Derechos del Nacimiento

  • Primero: El bebé tiene derecho al reconocimiento de su capacidad física y
    emocional, en su vida intrauterina y extrauterina y, especialmente, durante
    el tránsito entre ambas.
  • Segundo: El bebé intraútero tiene derecho a que el bienestar emocional de su madre no sea alterado por un exceso y abuso de controles durante la gestación. (1)
  • Tercero: El bebé y su madre tienen derecho a que se respeten el momento, ritmo, ambiente y compañía en el parto-nacimiento y a que el mismo transcurra de forma fisiológica. Un bebé y madre sanos tienen derecho a no ser tratados como enfermos. (2)
  • Cuarto: El bebé y su madre tienen derecho a intimidad y respeto antes, durante y después del nacimiento-parto. (3)
  • Quinto: El bebé y su madre tienen derecho a permanecer juntos en las horas y días siguientes al nacimiento. Ninguna exploración ni estancia hospitalaria justifica la separación de ambos. (4)
  • Sexto: El bebé tiene derecho a disfrutar de lactancia materna a demanda, al menos, durante el primer año. A que durante su estancia en hospital se respeten los “10 pasos para una lactancia feliz” establecidos por UNICEF y la OMS y recomendados por la Asociación Española de Pediatría. (5)
  • Séptimo: El bebé tiene derecho a ser atendido personalmente por su madre, como mínimo, durante el primer año. La madre tiene derecho a disfrutar del contacto íntimo con su bebé cuanto crea necesario..
  • Octavo: El bebé prematuro tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre hasta que adquiera el peso y las condiciones optimas de salud. Ninguna unidad de neonatología es más saludable para el bebé que la piel materna. (6)
  • Noveno: El bebé tiene derecho a permanecer pegado al cuerpo de su madre durante los primeros meses de vida extrauterina. El contacto cuerpo a cuerpo es vital para instaurar en el la seguridad y la confianza.
  • Décimo: El bebé tiene derecho a que sean sus padres quienes personalmente tomen las decisiones y quienes para ello busquen la información relacionada con su bienestar. (4)
  • Deferencias
    (1) Michael Odent. Primal Health. El efecto nocebo del cuidado prenatal.
    www.birthpsychology.com/primalhealth
    (2) OMS, 1996. Cuidadosen el parto normal: una guía práctica.
    www.elpartoesnuestro.es/components/com_docman/documents
    /Cuidados_parto_normal.pdf

    (3) Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R, Principios de la OMS sobre cuidado perinatal. Birth 2001; 28: 202-207.
    holistika.net/articulo.php?articulo=52002.html
    (4) Derechos del niño hospitalizado.
    hospitalalassia.com/burocratica/Derechoninosinternado.htm
    (5) Iniciativa Hospital Amigo de los niños.
    www.ihan.org.es/10pasos.htm
    (6) Método madre canguro para reducir la morbimortalidad de neonatos. revisión Cochrane.
    www.update-software.com/abstractsES/AB002771-ES.htm

El día 7 de Junio ha sido declarado por la Plataforma pro Derechos del Nacimiento y propuesto a la O.M.S. cómo “Día Mundial de los Derechos del Nacimiento“.

Plataforma pro Derechos del Nacimiento
web: www.pangea.org/pdn

Recomendações da OMS

7 de Junio
8º Día Mundial de los Derechos del Nacimiento

Defiende la experiencia más impactante de tu hijo/a: su nacimiento. La Organización Mundial de la Salud te apoya.

Principios de la Organización Mundial de la Salud (OMS) acerca del cuidado perinatal:
Chalmers B, Mangiaterra V, Porter R. WHO principles of perinatal care: the essential antenatal, perinatal, and postpartum care course. Birth 2001; 28: 202-207.

Recomendaciones para establecer un buen contacto madre – hijo

Nacimiento:
• Ubicar al bebé sobre el abdomen de la madre y secarlo inmediatamente. Animar a que la madre participe. Quitar esa toalla y tapar a la madre y al niño con una segunda toalla que se encuentre seca.
• Cortar el cordón una vez que hayan cesado las pulsaciones del mismo mientras el bebé se encuentra con su madre, siempre y cuando no exista una hemorragia significativa.
• Incentivar el cuidado materno piel a piel con su bebé durante al menos las primeras dos horas después del parto, así como todo lo que sea posible durante el postparto inmediato y posteriormente.

Promover el amamantamiento:
• Incentivar la alimentación al niño cuando el mismo esté dando señales de que está listo para recibirla, mostrando salivación, movimientos orales, llevándose las manos a la boca y moviéndose hacia el pecho materno. No forzar la alimentación hasta que el bebé no esté listo.
• No separar al bebé de su madre en las primeras horas después del parto. Intentar realizar todos los exámenes necesarios para el recién nacido normal en la cama de la madre, en lugar de utilizar una mesa examinadora apartada.
• Retrasar la realización de los exámenes que no sean necesarios. Realizar los exámenes con la madre y el niño juntos; demorar la hora del baño por 6 horas o más.
• Demorar la profilaxis de la conjuntivitis gonocóccica, para evitar que el contacto visual madre – hijo se vea alterado.

Recomendaciones para los cuidados postparto
Promover el contacto madre – hijo y el amamantamiento:

• Seguir las guías de la Iniciativa del Hospital Amigo del Niño para la alimentación infantil: incentive la exclusividad del amamantamiento a demanda desde el nacimiento y evite cualquier suplemento para el bebé que contenga agua, glucosa, o sustitutos de leche materna.
• Ofrecer el alojamiento conjunto para todas la madres y bebés las 24 horas del día.
• Incentivar el contacto piel a piel durante la estadía postparto en el hospital.

Este acontecimiento se celebrará con distintas actividades simultaneamente en los siguientes lugares:

ESPAÑA Alicante Andalucía Cataluña Bilbao
Madrid San Sebastían Valencia Y otras
ARGENTINA CHILE ECUADOR FRANCIA MÉXICO
PORTUGAL URUGUAY