Actualizações Recentes RSS Hide threads | Atalhos

  • Tocar e Lutar - 2: Jose Antonio Abreu, fundador  

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 01:29 on 06/07/2009 Permalink | Responder

    “A Orquestra exige uma harmonia e um consenso. Para quê? Para a beleza”. Jose Antonio Abreu, o iniciador do projecto.

    Sir Simon Rattle  ” O que está a acontecer na Venezuela é no nosso tempo, o mais importante acontecimento musical do mundo.” E eu concordo. Quem não concorda?

    Simon Rattle dirigindo aqui a parte final da maravilhosa 2ª sinfonia de Mahler, “Ressurreição”:

    Os US reportam, inevitavelmente comparando. Será que a música é muito melhor que basquetball e rugby na formação da alma? Oeps…

    Equipas formadas com o espírito de competição, como no desporto dos estudantes Universitários Americanos, são algo muito diferente, talvez até oposto, a estas orquestras formadas sem um único pensamento a ver com ego, dinheiro, ou competição. Só a beleza, a alegria e o entusiamo de aprender.

    Adeus a todas as teorias que dizem que é  a competição que incentiva o Homem. Adeus! às teorias de que só os “grandes talentos”, os pequeninos génios aprendem. Adeus! às teorias de que o ensino repressivo, coarcivo, motivado por uma profusão de métodos de angústia, são frutíforos. Adeus, adeus.

     
  • Tocar e Lutar! A Revolução Musical. 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 23:46 on 05/07/2009 Permalink | Responder

    O caminho para a Liberdade, através da música.

    Todos têm que ver estes vídeos!!! A SÉRIO. São os vídeos com as melhores notícias sobre a Humanidade que podem encontrar. É daqui que virá a PAZ, o caminho para as soluções dos problemas que nos atam os pés e as mãos.

    A Beleza salvará o Mundo: Dostoiewsy

    Sim, é de arrepiar, e Plácido Domingo, frágil e humilde, rendido aos jovens artistas, confessa “nunca ter sentido algo assim” ; e não ter pensado que, ao ir ouvi-los, iria “entrar no Céu”.

    Vou continuar com os vídeos nas entradas seguintes. Mas antes disso, deixo o link de um artigo que fala do plano da Gulbenkian para introduzir o projecto em Portugal.

    Música para a inclusão social
    Sara R. Oliveira| 2008-06-27
    Crianças e jovens de bairro problemático da Amadora entram no projecto “Orquestra Geração”, inspirado no Sistema Nacional das Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela. A música como instrumento para promover a auto-estima, o sucesso escolar e a disciplina.    Ler

    O modelo é inspirado no Sistema Nacional das Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela, criado a partir da Orquestra Sinfónica Simón Bolívar, que há mais de três décadas integra nos seus agrupamentos crianças e jovens de bairros pobres.

     
  • Faleceu Pina Bausch 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 01:48 on 05/07/2009 Permalink | Responder

    Mais um tributo à coreógrafa e bailarina alemã Pina Baush que faleceu.

    Mas que tributo?

    Só o facto de ter provado que um grande bailarino pode ser grande bailarino até alta idade, já é algo para reconhecidamente lhe agradecer.

    Uma famosa soprano disse que só cantava determinado papel operático depois de ser avó!

    É que, como grande artista, depois de se ter vivido e sofrido, estou convencida, tem-se a dizer o que não se pode dizer nem saber antes.

    No caso da dança moderna e contemporânea, que se propaga como libertadora de espartilhos; que diz proporcionar menos prisão à forma fixa das posições e dos passos do ballet clássico; e mais incidência na expressão, no interior, no expontâneo, no real, nem sempre se justifica o mesmo tipo de exigência puramente física, de competição mortal e de tirania que por vezes imperou no mundo da dança. Pode haver menos capacidade atlética a partir de certa idade, mas se a alma e a consciência cresceram em contrapartida… então essa fará possível uma outra dança, que falta tem feito à humanidade e que vai além do palco e das grandes estrelas.

    Le Sacre du Printemps

    Orphée et Eurydice, é muito bonito. Podem ver esse bailado no                  Valquírio

     
  • Prémio Lemniscata 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 00:40 on 05/07/2009 Permalink | Responder
    Tags: prémios

    Muito agradeço a distinção do Prémio Lemniscata, que foi gentilmente atribuido ao  A Ilha dos Amores, pela Ana Paula, autora do Catharse, e do Fio de Ariadne, entre outros blogues.

    premio_lemniscata

    O blogue   Fio de Ariadne atribuiu o prémio Lemniscata ao blogue    A Ilha dos Amores

    “O selo deste prémio foi criado a pensar nos blogues que demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos seus leitores.

    Cabe-me agora a honra de premiar  7 blogues. Ora bem, não o vou fazer JÁ. Porquê que cometo essa irregularidade? Porque tenho estado inactiva na blogosesfera. Penso que os blogues que eu venha a nomear também terão um nadinha de mais vantagem se eu lhes atribuir o prémio quando a Ilha dos Amores estiver mais activa e os leitores voltarem. Aliás porque penso que a simpatia dos prémios consiste em proporcionar maior comunicação e propagação de blogues que nos possam interessar, os quais de outra forma não viriamos a descobrir. Ora se eu passar este prémio numa altura em que o blogue, devido à minha prolongada  ausência, tem menos tráfego, o objectivo que descrevi não se cumpre.

    Agradeço portanto, mais uma vez, e peço paciência quanto ao meu passar do prémio.

    Sobre o significado de LEMNISCATA:

    LEMNISCATA: “curva geométrica com a forma semelhante à de um 8; lugar geométrico dos pontos tais que o produto das distâncias a dois pontos fixos é constante.” Lemniscato: ornado de fitas Do grego Lemniskos, do latim, Lemniscu: fita que pendia das coroas de louro destinadas aos vencedores (In Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Editora) Acrescento que o símbolo do infinito é um 8 deitado, em tudo semelhante a esta fita, que não tem interior nem exterior, tal como no anel de Möbius, que se percorre infinitamente.

    Texto da editora de “Pérola da cultura”

     
  • Esclarecimento sobre "A compreensão do todo" 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 00:03 on 05/07/2009 Permalink | Responder

    Em relação ao meu post anterior “A comprensão do todo”.

    A citação em questão não está claramente atribuida, o que aqui corrijo. Citei, José Adelino Maltez, e a dita frase encontra-se no final deste post.

    Agradeço ao professsor, porque é realmente urgente dar lugar a quem tem essa intuição da essência. É necessário ompreendermos que urge dar lugar a uma forma complementar de saber e percepcionar, que nos falta.

     
  • A compreensão do todo 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 13:40 on 02/02/2009 Permalink | Responder

    …porque as explicações dos pormenores não nos conduzem à compreensão do todo, a prender uma peça com outra peça,

    …para, sem subirmos nas causas previamente estabelecidas dos manuais operacionais da tecnologia e das FAQ, podermos aceder ao todo, através da urgente intuição da essência.

    imagem

     
    • Ana Paula 02:06 on 08/02/2009 Permalink

      …já que o todo será sempre mais que a soma das partes… :)

      Muito especial a tua forma de te referires ao tema.

      Adorável imagem!

      Um beijinho

    • Diogo 23:12 on 08/02/2009 Permalink

      Joe o Canalizador, que afirmou que um voto em Barack Obama era um voto pela morte de Israel, foi enviado como jornalista ao Médio Oriente

      Samuel Joseph Wurzelbacher, por alcunha «Joe o Canalizador» (Joe the Plumber) , de 35 anos, ficou conhecido pela pergunta que fez a Barack Obama acerca do plano de impostos do agora Presidente eleito, acusando-o de socialista, um argumento que passou a estar na ordem do dia do lado republicano, para o qual passou a fazer campanha. Tudo isto transformou Joe, de um dia para o outro, numa estrela e herói nacional.

      Durante a campanha eleitoral americana, Joe o Canalizador afirmou que um voto em Barack Obama era um voto pela morte de Israel. “Vocês não querem a minha opinião sobre política externa. Eu só sei o suficiente para ser provavelmente perigoso“, afirmou em entrevista à Fox News.

      O mais famoso canalizador do mundo abandonou as rupturas de lavatórios e as sanitas entupidas para se dedicar a tempo inteiro à política internacional. De tal forma que, contratado pela PajamasTV, viajou para Israel, onde permaneceu 10 dias para cobrir a crise em Gaza e falar com “as pessoas da rua”.

      Jon Stewart, do Daily Show, mostra-nos uma das primeiras intervenções de Joe o Canalizador em Israel:

      Jon Stewart: Este homem enviado como jornalista para o Médio Oriente, deu a sua opinião de tipo normal sobre o jornalismo de guerra.

      Joe o Canalizador: Vou ser franco. Os jornalistas não deviam estar perto dos conflitos. Vocês relatam onde estão as nossas tropas. Relatam o que se passa a cada dia. Dão muita importância a isso. Acho uma parvoíce. Agora, toda a gente opina.

      Jon Stewart: Sim, toda a gente opina. Sou eu que o digo, Joe o Canalizador. Muito bem Joe. O jornalismo de guerra não presta. Qual é a alternativa?

      Joe o Canalizador: Gostava de como era na Primeira e Segunda Guerras Mundiais, quando as pessoas iam ao cinema e viam as tropas no ecrã. Toda a gente ficava empolgada e feliz por elas.

      Jon Stewart: Que idade tem? Primeira e Segunda Guerras Mundiais? Sabe, Joe, esses noticiários eram filmes de propaganda. Tinham o seu encanto mas a informação tinha lacunas. Mas continue a pintar a ignorância voluntária. Como uma espécie de virtude refrescante. Para que conste, acho que a Alemanha também teve desses filmes.

      [Imagens de um documentário da Alemanha nazi]: Bem-vindos, Alemanha. Lá estão os nossos rapazes de castanho, o orgulho da força de combate da Alemanha. Podem ser o Terceiro Reich mas são os primeiros nos nossos corações. Cuidado, ciganos e homossexuais. Toda a gente está maluca por causa do Führer. Miudinha: “Posso oprimir judeus quando for grande?” Hitler: “Não te preocupes, querida. Estaremos por cá nos próximos mil anos.”

      Vídeo legendado em português

    • Diogo 20:09 on 09/02/2009 Permalink

      Belíssima fotografia. Sem complicações desnecessárias.

    • Ana Paula 01:50 on 29/06/2009 Permalink

      Sei que estás ausente. Mas deixei-te um prémio no Fio de Ariadne.

      Quando regressas com as tuas publicações magníficas?

      Um beijo amigo

      Ana Paula

    • Diotima Terpsichore, (lusitana combatente) 21:11 on 29/06/2009 Permalink

      Muito obrigada querida Ana Paula. Honra-me muito o teu incentivo. espero um dia merecê-lo!
      Um beijo grande e até já.

  • A Ver: para compreensão do Haver 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 06:18 on 01/02/2009 Permalink | Responder

     

     
  • A restauração de nós próprios - Dragão 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 00:18 on 01/02/2009 Permalink | Responder

    A esquerda, Escada Celestial de São João Clímaco.

    Em baixo, Djed

    Ler completo

    Em baixo, alguns excertos:

    Na verdade, tudo principiou, o trambolhão completo, quando um belo dia um rei, tentado por um qualquer espelho maligno, descortinou: “o Estado sou Eu”. Foi o mesmo que dizer: “Eu sou a minha própria negação.” Faltou lá um Aristóteles qualquer que lhe ensinasse, do alto daquela autoridade que só a neve dos cabelos brancos confere: “não, infeliz, isso é precisamente o que tu não és, e devias esmagar o quanto antes, como réptil peçonhento que é! Porque se em vez de o pisares, te transformares nele, trazendo-o para dentro de ti, virá o dia em que será ele a dizer: “O Rei sou Eu!”
    Infelizmente, esse dia veio e é o dia que, como sombras errantes num Hades mais lúgubre que o original, atravessamos. Esta era em que o superior se submete ao inferior, em que se talha a regra à medida da lei, em que as estrelas do pântano se fazem aclamar como estrelas do céu. E, sobretudo, em que a “ausência de regime” passa por regime e a multiplicidade desarvorada de esquemas faz as vezes de sistema.
    Ora, alguns idólatras da formalidade e do verbo fátuo, acreditam que se o réptil adoptar coroa a coisa fica menos sórdida e rastejante. É, assim, a coroa reduzida ao adereço material e o adereço promovido a fontanário de virtudes. Pior, é a Coroa legia nostra.
    Todavia, não me parece assim tão difícil de perceber, mesmo para mentes frívolas e salta-pocinhas, a razão simples por que uma monarquia deteriorada e deteriorável não é melhor que a vulgar das repúblicas…

    O que temos é que restaurar a coluna vertebral, readquirir a postura vertical, a lucidez e a bipedia. Feito isso, a monarquia é o prémio natural, o resultado subsequente. Vem por simpatia. Ou seja, não é a monarquia que temos que restaurar, somos nós próprios.
    Por outro lado, o trono reflecte a cruz. Na monarquia, a de Cristo-rex; na pseudo-monarquia, do naufrágio assistido, a do papelinho anónimo para glória do papelão constituinte. É por isso que na primeira se simboliza o triunfo sobre a urna sepulcral, como na segunda se atesta o triunfo da urna eleitoral. ….
    Resumindo e concluindo, ou há rei a sério ou sou anarquista. Ora, se há algo que não sou é anarquista. Logo, o rei está lá, onde sempre esteve e há-de estar. Não está sequer ausente: está encoberto. Pelo fumo, pelo ruído e pela névoa suja duma multidão de escravos, de pusilânimes, de sabujos do instante a ferver e, sim, de traidores. …
    É nesse nevoeiro e contra esse nevoeiro que escrevo. A fogo.

     
  • Ateus e ateus - faça-se luz! 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 22:29 on 31/01/2009 Permalink | Responder
    Tags:

    …daquilo que é não só o que penso, mas que é também aquilo a que tenho dedicado a minha vida…

    A partir disto, há ainda muito mais para dizer… mas só aqui, começa a vida. Só quando se compreendeu isto, só quando se encarnou isto:

    Ateus e ateus

    Olavo de Carvalho
    Jornal do Brasil, 15 e março de 2007

    Há dois tipos de ateus: os que não acreditam que Deus existe e os que acreditam piamente que Deus não existe. Os primeiros relutam em crer naquilo de que não têm experiência. Os segundos não admitem que possa existir algo acima da sua experiência. A diferença é a mesma que há entre o ceticismo e a presunção de onissapiência.

    Acima da distinção de ateus e crentes existe a diferença, assinalada por Henri Bergson, entre as almas abertas e as almas fechadas. Vou explicá-la a meu modo. Como tudo o que sabemos é circunscrito e limitado, vivemos dentro de uma redoma de conhecimento incerto cercada de mistério por todos os lados. Isso não é uma situação provisória. É a própria estrutura da realidade, a lei básica da nossa existência. Mas o mistério não é uma pasta homogênea. Sem poder decifrá-lo, sabemos antecipadamente que ele se estende em duas direções opostas: de um lado, a suprema explicação, a origem primeira e razão última de todas as coisas; de outro, a escuridão abissal do sem-sentido, do não-ser, do absurdo. Há o mistério da luz e o mistério das trevas. Ambos nos são inacessíveis: a esfera de meia-luz em que vivemos bóia entre os dois oceanos da claridade absoluta e da absoluta escuridão.

    O simbolismo imemorial dos estados “celestes” e “infernais” demarca a posição do ser humano no centro do enigma universal. Essa situação – a nossa situação – é de desconforto permanente. Ela exige de nós uma adaptação ativa, dificultosa e problemática. Daí as opções da alma: a abertura ao infinito, ao inesperado, ao heterogêneo, ou o fechamento auto-hipnótico na clausura do conhecido, negando o mais-além ou proclamando com fé dogmática a sua homogeneidade com o conhecido. A primeira dá origem às experiências espirituais das quais nasceram os mitos, a religião e a filosofia. A segunda leva à “proibição de perguntar”, como a chamava Eric Voegelin: a repulsa à transcendência, a proclamação da onipotência dos métodos socialmente padronizados de conhecer e explicar.

    A religião é uma expressão da abertura, mas não é a única. A simples admissão sincera de que pode existir algo para lá da experiência usual basta para manter a alma alerta e viva. É possível ser ateu e estar aberto ao espírito. Mas o ateu militante, doutrinário, intransigente, opta pela recusa peremptória do mistério, deleitando-se no ódio ao espírito, na ânsia de fechar a porta do desconhecido para melhor mandar no mundo conhecido.

    Dostoiévsky e Nietzsche bem viram que, abolida a transcendência, só o que restava era a vontade de poder. Aquele que proíbe olhar para cima faz de si próprio o topo intransponível do universo. É uma ironia trágica que tantos adeptos nominais da liberdade busquem realizá-la através da militância anti-religiosa. As religiões podem ter-se tornado violentas e opressivas ocasionalmente, mas a anti-religião é totalitária e assassina de nascença. Não é uma coincidência que a Revolução Francesa tenha matado dez vezes mais gente em um ano do que a Inquisição Espanhola em quatro séculos. O genocídio é o estado natural da modernidade “iluminada”.

    Os sublinhados são meus.

    Copiei o artigo publicado pela Zazie num debate no AspirinaB de Fevereiro de 2008

    (em que ela diz :

    É que eu penso as questões em si mesmas. Se há quem chegue ao mesmo resultado que eu não vou agora mudar de ideias apenas porque não tenho afinidades ideológicas com essa pessoa.

    Tudo deve ser pensado individualmente- daí o meu pó ao tribalismo e à terraplanagem por catálogo da moda.”   – O que dava um outro postal, intitulado “Pensar e pensar”…

    548

    fotografia  http://www.jessstryker.com/national-parks/mammoth-cave/index.htm

     
    • Alberto Velez Grilo 17:40 on 02/02/2009 Permalink

      “É possível ser ateu e estar aberto ao espírito”

      Defino-me desta forma. Não compreendo intransigências…

    • Diotima Terpsichore, (lusitana combatente) 22:32 on 03/02/2009 Permalink

      Pois Alberto, e às vezes, é possível estar mais aberto a Deus sem a ideia de Deus, do que com as ideias que se tem de Deus. É um estado de espírito, de alma e de corpo. Mas quando existe esse estado…
      A propósito quais serão os compositores ateus? Não muitos… penso…

    • APC 02:26 on 13/02/2009 Permalink

      Bom… Nietzsche chegou a compor… Serve? :-P

      Eu cá acredito numa força superior: a da imaginação! E, aí, Deus aparece-me como um belíssimo exemplo! ;-)

      Um abraço! :-)

  • A Demanda - Iluminura 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 02:57 on 30/01/2009 Permalink | Responder

    Jean-Luc Leguay présente ici (http://www.baglis.tv) pourquoi, selon lui, l’enluminure permet d’accéder à un haut niveau de réalité.

    http://www.dailymotion.com/video/x73yso_lenluminure-comme-manifestation-de_creation

     
    • leticia 14:31 on 25/05/2009 Permalink

      natureza!…!

  • Alimentações diferentes 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 00:26 on 29/01/2009 Permalink | Responder

    Isto dizia-me um dia uma conhecida:

    “-Tomo conta da miúda um dia por semana. A mãe deixa-me a comida para ela, mais mil e uma recomendações; que ela não podia comer isto e aquilo e aquele outro… mas eu dou-lhe várias coisas dessas… sem a mãe saber.”

    Sabendo eu de muitos mais casos… sei que é costume fazer-se isto…

    No outro dia, quando li este postal, estava decidido que ia comentar. Não leve a mal que o faça publicamente, por favor, Vasco. Dirijo-me a todos os que possam ser tentados por uma tal solução… para uma situação que acontecerá mais e mais: a de ter pessoas à mesa que não comem certas coisas, ou estar com crianças cujos pais escolheram uma alimentação muito diferente.

    Mentir a outras pessoas, a respeito do que está dentro da comida, não é boa ideia – e é o que os industriais de todo o mundo andam a fazer, com a permissão dos governos… É uma prática bárbara.

    Acho que é fácil perceber porque é que é mau iludir pessoas a respeito de algo que é crucial para elas a ponto de orientarem por aí as suas vidas.

    É melhor ser sempre sincero nestas situações, o que será muito apreciado, muito mais, aliás, do que qualquer iguaria. A mentira levantará uma onda de justificada indignação:

    “  Disse, então, ao meu amigo: temos aqui um problema, o namorado da minha filha é muçulmano e a farinheira tem carne de porco. O Luís olhou para mim com aquele seu ar de quem resolve todos os problemas do mundo, e respondeu: não há problema nenhum. Explicamos ao «gajo» que o enchido – a farinheira – aqui, em Portugal – país que ele visitava pela primeira vez –, é confeccionado apenas com carne de galinha. E assim aconteceu.”

    .

    Se digo isto aqui, publicamente, é porque sei que enganar como se se tratasse de alguma “mentira branca”, como se se tratasse de alguma coisa não relevante (porque a pessoa considera que aquilo que o outro come, não lhe faz mal nenhum), é uma tendência de muitos.

    Garanto que qualquer pessoa com um regime alimentar diferente lhe agredecerá mil vezes a sinceridade, e ficará contente com qualquer alternativa por muito simples que seja.

     
    • Flor 14:23 on 29/01/2009 Permalink

      Bem dito!!!

      Estou completamente de acordo.

      Há muitas religiões e até ciencias (como por exemplo a antropologia) que dizem:

      YOU ARE WHAT YOU EAT

      Nesse sentido, mentir às pessoas sobre aquilo que estão a comer, é igual a roubar-lhes o direito de SEREM aquilo que querem ser, e escolher a própria identidade.

    • Flor 15:55 on 29/01/2009 Permalink

      http://www.bihartimes.com/Maneka/bodyodour.html

    • J.M. Barbosa 04:06 on 30/01/2009 Permalink

      Gostei. As referências egípcias não o estão aqui por acaso.
      Curiosamente, até nem estou em desacordo consigo.

      JMB

    • Claras Manhãs 15:19 on 02/02/2009 Permalink

      Desculpe, mas
      - Farinheira não é feita com carne. É sim feita com gordura de porco e farinha, como dá a entender o nome.
      - Farinheiros, no centro do país que é a mesma coisa que que alheira, já feita sim com carne.
      Inicialmente, porque inventada pelos ‘cristãos novos’ feita sem carne de porco; hoje em dia abastardada e feita geralmente com pão, carne e gordura de porco, apesar de já as haver feitas de caça, mas sempre com gordura de porco.

      beijinho

    • Diotima Terpsichore, (lusitana combatente) 22:18 on 03/02/2009 Permalink

      Eis então a história desconhecida da farinheira! Maria (por respeito, não por ignorância…).
      Pois é… e quantas pessoas vegetarianas não terão durante bastante tempo comido gordura de porco em coisas como bolachas…
      Hoje em dia, também no queijo – já põem um produto que parece vir do estômago dos cabritos, o qual cá também no nosso país começa a substituir o nosso tradicional cardo.

      Não tem nada que pedir desculpa, eu da minha parte agradeço a informação! Beijinho grande.

  • Encomenda de Saudades 

    Flor 15:20 on 28/01/2009 Permalink | Responder

    Um amigo perguntou-me se havia algo que eu queria de Portugal. Eu respondi:

    1. Uma torrada bem quente com a manteiga salgada e derretida
    2. O rio Tejo e a luz da madrugada
    3. Um galão morno (sem açúcar)
    4. O Bairro Alto à noite, inclusivamente toda a malta
    5. Um prato de amêijoas com azeite, alho e montes coentros
    6. A quinta na Serra da Estrela, transformada numa comunidade auto-sustentável
    7. Queijadas de Sintra para a minha mãe
    8. Uma vivenda branca no alto das montanhas, as janelas para o mar
    9. Todos os tipos de pão (broa de milho, broa de centeio, pão de Mafra, pão Alentejano etc.)
    10. O Atlântico: bravo, e com as ondas a bater.
     
    • O Sonhador 20:31 on 28/01/2009 Permalink

      o que eu queria é o que todos queremos…

      Conquista o teu eu dominador
      para libertar o Eu criador…
      voas que nem espírito santo,
      pelas almas, através do teu canto!

      Seres transdisciplinares,
      seres da Era Aquariana…
      brincam que nem crianças
      Aprendem tudo sobre alianças!

      o sonho colectivo tornado realidade…

    • JPG 22:46 on 28/01/2009 Permalink

      Com essa do galão morno (iach!) é que me lixou. Quanto ao resto, tudo fixe. Mas atão e os queijos? Hmm? E Amália? Eça, Saramago, rojões à minhota, ensopado de borrego, Madredeus, Rodrigo Leão, Grandjó, o pôr-do-sol na Azambujeira, a planície alentejana, o farol do Cabo-da-Roca, o Cabo-da Roca, a voz de Natália Luísa, o bacalhau à Braz, as 1000 receitas de bacalhau, as azeitonas pretas?
      Fazer uma lista daquilo que é bom em Portugal, e só em Portugal, é difícil. Até chateia.

    • Diotima Terpsichore, (lusitana combatente) 23:08 on 28/01/2009 Permalink

      Olá Sonhador!
      Já gastei uma data de dinheiro ao telemóvel, para descrever todo o seu blogue e projecto!
      Conte com o meu apoio.
      Fantástico.
      Sei logo quando algo é bom e a porta certa. Temos muito a falar.

      E obrigada por ter reagido aqui na Ilha dos Amores como um dos primeiros… logo agora no princípio da sua existência. :)

      Bom sonho, meu caro, bom sonho.

      Vamos torná-lo realidade!!

      Diotima, das Tormentas…

    • Diotima Terpsichore, (lusitana combatente) 14:47 on 29/01/2009 Permalink

      Mas o meu entusiasmo acima, como com qualquer pessoa que tenha incentivo para realizar um projecto, que não seja centrado na ambição da sua própria fama e poder, não quer dizer que não seja céptica, ou que não discorde de várias coisas no seu projecto, ou que não tenha interrogações…

    • Flor 16:06 on 29/01/2009 Permalink

      Olá JPG… Percebo sobre o galão morno… Na Holanda a palavra para galão é: “Koffie Verkeerd” = Café Errado… Mas eu gosto :-)

      E… eu não fiz ‘uma lista daquilo que é bom em Portugal’… só daquilo que eu tenho mais saudades… são duas coisas differentes né?

  • Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 00:55 on 28/01/2009 Permalink | Responder

    Portugal has the oldest borders in the world, established in 1249.

    On the maps you see, the names of its regions, and on the right, some of the most important cities.

     
    • JPG 14:16 on 28/01/2009 Permalink

      Miss, you missed this: source, http://www.warsawvoice.pl/view/5195

    • Flor 15:13 on 28/01/2009 Permalink

      The oldest of the WORLD? Really?
      Wow! I thought it was in Europe…
      I also read that Portugal has one of the most homogeneous populations…:

      Portugal’s population was remarkably homogeneous and had been so for all of its history. This lack of ethnic variety helped it become the first unified nation-state in Western Europe. For centuries Portugal had virtually no ethnic, tribal, racial, religious, or cultural minorities. Almost all Portuguese spoke the national language, almost all were Roman Catholic, and almost all identified with Portuguese culture and the nation of Portugal. Whereas neighboring Spain had been deeply divided along ethnic, linguistic, and regional lines all through its history, Portugal, which historically represented but one of the Iberian Peninsula’s many regional entities, was united. In Portugal, ethnic unity and homogeneity were the rule, rather than the exception.

      But not everybody know this… Read for example: http://www.iht.com/articles/1993/07/06/edletx7F_1.php

      Lol!

    • Diotima Terpsichore, (lusitana combatente) 02:57 on 29/01/2009 Permalink

      Não há como dizer algo bom sobre Portugal, para os portugueses se demonstrarem preocupados, cuidadosos.
      Até reagem!!
      Óptimo link que descobriu, JPG.
      Se fosse a dizer algo mal, não são precisos sources pois não? É o que mais há por aí…
      Sendo uma referência a uns factos históricos que qualquer criancinha na escola deveria estudar, e todos os portugueses saberem de cor e salteado, perguntam-se pelas referências.
      E têm que vir de Warsaw e tudo!!!

      Eu agradecia também era que me ajudasse quanto às dezenas e dezenas de pessoas que me assaltam o blogue, e me roubam posts e ideias sem a mínima referência!

      Neste preciso momento até lhe posso dizer que tenho o blogue hacked… se quiser ajudar…. isso é que era bom, pois que eu refiro sempre ou quase sempre as minhas referências.
      Parece que veio nesse sentido, atacar o roubado em vez do ladrão.

    • vicente sobreira 16:38 on 25/03/2009 Permalink

      meu sogro é transmontano e gostei de descobrir inde fica tras-os-montes.
      Portugal até por fotos causa arrepios.
      amo este pais.

  • Spiritual refreshers  

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 22:52 on 27/01/2009 Permalink | Responder
    Tags:

    For 38 years, the Roman Catholic Laymen’s Retreat League of Philadelphia has held an annual retreat for men near the little Pennsylvania town of Malvern. So popular have these spiritual refreshers become that last year the league held them in installments for a total of 11,882 men.

    “Come unto Me”

    San Inigo, founded by Jesuits, is the latest unit in a fast developing chain of “retreats,” which soon may gird Catholic America from coast to coast.

    The pattern for these Catholic retreats is Mount Manresa, on Staten Island. For years this lay-monastery has provided spiritual haven for the harassed souls of business men. But already a Philadelphia institution, the Men of Malvern, has perhaps surpassed it in favor. The Philadelphians have consecrated to spiritual re-creation 100 acres just outside the city. They have improved a choice suburban landscape with a magnificent chapel, a large comfortable retreat house. The genius of inauguration was supplied by Father Terence Shealy, first director of retreats in the U. S.

    “The widespread desire for a deeper life of the spirit,” “the instinct for interior discipline,” …

     
  • For centuries protestants and atheists were against catholic monasteries... 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 22:45 on 27/01/2009 Permalink | Responder
    Tags:

    Now, they get their help to find themselves…and the Sacred.

    Not that I ever heard one of them seeing it from this point of view… and thanking for it – but maybe the day comes.

    Across the country, Catholic monasteries and convents, usually regarded as strange or the stuff of medieval myth, are besieged with would-be retreatants and booked months in advance. “Please don’t mention our name,” begs an abbot at a Vermont monastery where the wait for one of its 29 spaces stretches a year. “We’re overwhelmed.” There is even a popular guidebook, Sanctuaries, that helps readers choose a great monastery or convent. While organized church retreats are not new, what is startling is that much of the increase is in individual retreatants, including many Protestants and even non-Christians, who say the Catholic monasteries, with their ancient chants, beautiful grounds and prices at a pittance, offer the most refreshing vacation going. Now, say the monks, if only they could keep the growing horde down to the true spiritual seekers, not just vacationers at Club God.

    Why the interest in these sanctuaries, amid a pop culture in which nuns and monks are usually depicted as demanding and dry or who, in their softest incarnations, wonder, “How do you solve a problem like Maria?”? Theories vary, but one reason is poet and novelist Kathleen Norris. She first hit the best-seller list in 1993 with Dakota: A Spiritual Geography, a meditation on the farm crisis, religion and the wind-whipped Plains state of North Dakota. That was followed in 1996 by The Cloister Walk, a log of the nine months that Norris, a married Protestant, spent living among the monks at St. John’s Abbey in Minnesota. Readers went wild, keeping it on the best-seller list for 27 weeks.

    http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,988826,00.html

     
  • O lado de trás do ateísmo e do materialismo 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 22:27 on 27/01/2009 Permalink | Responder
    Tags:

    Holy, Holy, Holistic

    By URSULA SAUTTER/KoblenzThe Arenberg convent’s once somber guesthouse and sanatorium are being transformed into a bright and airy “wellness and meditation center.”

    an increasing number of Germany’s 3,300 Catholic monasteries are opening businesses — and finding willing customers. “More and more people, especially from high-pressure professions, feel the need to escape from hectic everyday life,” says market researcher Joachim Scholz from the German National Tourist Board in Frankfurt-Main. The Arenberg sisters hope that people from all faiths will flock to their center. The visitors will find a peaceful, shady herb garden and candle-lit chapel overlooking the rolling, wooded hills of the Eifel region, beckoning them to sit, relax and think. At a 70% occupancy rate, they could bring the order €2 million a year.

    Some monasteries simply allow guests to take part in daily prayers, while others offer meditation and bible classes, physical exercise courses and spiritual counseling. “The cloisters have realized that they have a product they can market: a meaningful way of life,”

    “We live on tourism,” says Brother Georg, the website’s administrator. “That’s why we want to show people the beauty of the monastery.”

    The five brothers at the St. Franziskus monastery in Dietfurt, Bavaria, offer a variety of Zen, qigong [a form of Chinese exercise and meditation], and tai chi classes as well as Christian contemplation. Father Nathanael, St. Franziskus’ guardian, thinks Eastern wisdom and Christianity go well together. “Zen is a form of meditation that can lead to other levels of consciousness,” he says. “We supply the spiritual basis.”

    Critics argue that making a business out of spirituality demeans the faith. But the clergy say there is much more than their own financial welfare at stake. The mission of the Dominican nuns, for example, is “the salvation of the world.” If saving the world means a convent needs a pub, phytotherapy sessions and a jacuzzi, then Arenberg’s Sister Maris Stella says so be it. “We tried to find out what people need today and then offer them new forms of spiritual guidance and assistance to find it,” she says. God does work in mysterious ways.

    http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,409520,00.html

     
  • Hindus call a Christian missionary, a Rishi (saint) 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 22:18 on 27/01/2009 Permalink | Responder
    Tags:

    An Ashram (retreat) in Lucknow, India is the spiritual home, and sometimes the physical home, of the world’s greatest Christian missionary—Dr. Eli Stanley Jones, Methodist, author of The Christ of the Indian Road, evangelist to high-caste Hindus, who call him Rishi (a saint). From his Ashram last summer Dr. Jones wrote his friends about the Kingdom of God, declaring: “Never have I been so convinced that this is the one hope of the human race.

    (O facto dos americanos (ou ingleses) acharem que sabem quem é o “maior missionário do mundo”, é uma outra questão – aliás, não religiosa.)

    italics in the text are mine.

    O que aqui me interessa é a relação Cristo-Índia.

     
  • "What the world eats" II 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 21:20 on 27/01/2009 Permalink | Responder

    Bad Eating Habits Gone Global

    By Barbara Damrosch

    Sitting on my desk is a book called “Hungry Planet: What the World Eats,” a splendid effort from writer Faith D’Aluisio and photographer Peter Menzel.

    In 1994, Menzel produced the equally impressive “Material World: A Global Family Portrait.” That was an inventory of possessions in households around the planet.

    Now, visiting 30 families in 24 countries, Menzel and D’Aluisio, who are married, have documented our world’s culinary life. There is a portrait of each family amid the food ingredients it consumes during the course of a week, followed by figures on what the food has cost, and a photo essay about the place the food has in family life.

    Some portraits are alluring: The Mendozas of Guatemala are seated in colorful garb among heaps of fresh fruits and vegetables. But other families, including American, English, Japanese and even — mon Dieu — French, are surrounded by factory-made food, packaged in plastic wrap, bottles, cans, plastic foam trays and cardboard boxes. Even the developing nations are developing our bad habits. Though their citizens still take more time to cook traditional dishes, it is graphically clear that processed food and fast food have crept into their lives. A young Sicilian woman whose husband sells fresh fish is feeding her children frozen fish sticks instead. Coke, Pepsi and similar colas appear in nearly every home — sometimes a dozen large bottles in a row — and a family outing at McDonald’s is now a worldwide ritual.

    Ler

    food hungry australia

    Australia: The Browns of River View

    food hungry guatemala

    Guatemala: The Mendozas of Todos Santos

    food hungry

    Luxembourg: The Kuttan-Kasses of Erpeldange

    food hungry india

    India: The Patkars of Ujjain

    food hungry united states us

    United States: The Fernandezes of Texas

    food hungry mali

    Mali: The Natomos of Kouakourou

    food hungry canada

    Canada: The Melansons of Iqaluit, Nunavut Territory

    food hungry france

    France: The Le Moines of Montreuil

    food hungry greenland

    Greenland: The Madsens of Cap Hope

    food hungry turkey

    Turkey: The Celiks of Istanbul

    From the Book, “Hungry Planet: What the World Eats”

    Daqui: http://www.time.com/time/photogallery/0,29307,1645016,00.html

     
  • What do we eat in a week? 

    Flor 12:09 on 27/01/2009 Permalink | Responder

    Originally posted in the Gaya community by Amber, these pictures help us realize how much food an average family eats during a week, as well as the money spent in each part of the world (from: http://blog.uncovering.org/en/archives/2008/04/what_do_we_eat_in_a_week.html)

     
  • Milk in First? 

    Flor 12:01 on 27/01/2009 Permalink | Responder

    Entretanto, os Ingleses já discutem há séculos se o leite se deve servir antes ou depois do chá. Antigamente, as pessoas que deitavam o leite primeiro – ‘milk in first’ – eram duma classe ‘baixa’… os aristocratas diziam sobre este hábito inferior: ‘MIF, I say!’ (MIF = milk in first).

    Mas recentemente os cientistas concluíram que afinal, é mesmo melhor pôr o leite primeiro…

    O mundo está em guerra, e os “cientistas & upperclass” da sociedade inglesa discutem esta questão de grande importância :-)   Ler

    How to make a perfect cup of tea: put milk in first

    * Maev Kennedy, arts and heritage correspondent
    * The Guardian, Wednesday June 25, 2003
    Half the population of Britain will take this as a declaration of war. After months of research the Royal Society of Chemistry has announced the answer to a question that for generations has shattered households, sundered friendships, splintered relationships: the milk should go in first. It is all to do with denaturing milk proteins, according to Dr Andrew Stapley, a chemical engineer from Loughborough University.
    There are other contentious points at issue: microwaves come into the perfect cup of tea, and the recommendation that the tea itself should be loose Assam will certainly be taken as blatant provocation by the Darjeeling and Lapsang Souchong factions.
    Above all, the society could be seen as spitting on the grave of George Orwell, having commissioned the research to celebrate today’s centenary of his birth – and concluded that he was quite wrong in his own recipe, published as A Nice Cup of Tea in the Evening Standard in 1946.
    The chemists and the author of Animal Farm and Nineteen Eighty Four are in agreement on Indian tea, and a china or earthenware teapot. There is a minor divergence over warming the pot: Orwell recommended placing the pot on a hob, Dr Stapley defends a microwave as a 21st century equivalent. But on the issue of milk the gap is unbridgeable.
    Orwell wrote: “By putting the tea in first and stirring as one pours, one can exactly regulate the amount of milk, wheras one is likely to put in too much milk if one does it the other way round.”
    Dr Stapley is adamant. “If milk is poured into hot tea, individual drops separate from the bulk of the milk, and come into contact with the high temperatures of the tea for enough time for significant denaturation – degradation – to occur. This is much less likely to happen if hot water is added to the milk.”
    Veteran tea drinker Tony Benn test-drove the perfect cup of tea yesterday, at the London headquarters of the society. He calculates that he has got through 27,375 gallons in 60 years, and is a tea first, milk second man. The milk went in first. The tea was poured in. He sniffed. He sipped. He pondered. “It’s very tasty, I must say,” he said. He sipped again. “Oh, it’s delicious.”
    The chemists purred – and then last night the physicists waded in and said all that matters is the water temperature, not the milk. “Trust chemists to make things complicated,” Institute of Physics chief executive Dr Julia King said. “When it boils down to it, the physics is more important than the chemical side of things.” Putting the milk in first was a cultural quirk that “has nothing to do with taste”, she said. “It is a habit we have retained from the times when only the rich could afford porcelain which, because it isn’t as porous as china, could withstand the hot tea being poured in directly.”Those of us with cheap china had to put the milk in first to cool the tea slightly to prevent our cups cracking.”
     
  • Tea ceremony - Cerimónia do chá 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 16:32 on 26/01/2009 Permalink | Responder
    Tags: , Mary Cassat,

    Five oclock tea,    by    Mary Cassat                       (Como Mary Cassat é inconfundível!)


    The wide spread “english custom” of drinking tea in the afternoon, with careful atention and preparation, is an old portuguese tradition, and was brought to England by the Portuguese.

    Tea drinking  was introduced to the British court by portuguese Catarina de Bragança, who married King Charles II in 1662. For this to be possible, and in order to go on enjoying tea in England, she brought in her dowry a chest full of Chinese tea leaves (precious, and worth a fortune at that time).





     
  • Código dos aditivos alimentares desvendado 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 14:43 on 24/01/2009 Permalink | Responder

    É no sal é que está o mal?

    É certo que neste post que pede um pouco da sua paciência, juntei várias coisas: o que se passa em matadouros, ser vegetariano, aditivos alimentares, e mais. Descubra as diferenças, as semelhanças e pense nas relações. No fim, tem os links para um pequeno guia com os nomes dos aditivos mais usados, o seu código E-qualquer coisa, e seus efeitos e perigos. Esse é o ponto fulcral desta entrada.

    No fim de ler esta entrada, e o livro, estará apta, sem grandes dificuldades, a fazer com que os seus filhos, ou familiares comam menos de 50% das substâncias prejudiciais que comem hoje em dia. Valerá a pena?

    .

    Comecemos com este curto vídeo: Alimentos que surgiram das Guerras:

    .

    Se calhar os “reis”" não tinham propriamente “escravos” a conquistar terrenos, mas pronto. Também muitas vezes, pouca diferença havia… Além disso, há locais na terra onde a fome não é uma ilusão, porque não há lá nem verdes, nem cactos tão pouco. Mas que pode haver muito menos fome, isso é certo. Depende de nós.

    .

    Matadouro Kosher (Agriprocessors -part 3) ESTE VÍDEO NÃO É ACONSELHÁVEL PARA CRIANÇAS. Mas é aconselhável aos adultos carnívoros. É uma ilusão as pessoas pensarem que a matança dos animais em massa pode não envolver sofrimento intenso. Até os animais que cresceram livres e sãos, sabem muitas vezes quando vão ser mortos, gritam desesperadamente durante horas, ou as mães pelos seus filhos, etc.

    .

    .

    Avanços do vegetarianismo

    .
    Nota à parte: Vegetarianos existem há milhares de anos. Todos se chamaram “vegetarianos”. Mas não os judeus. Um judeu não se torna vegetariano. Torna-se vegetariano-judaico. :)

    Quem é que fomenta a segregação e a divisão? Quem é que lidera e é especialista na presente classificação e divisão dos humanos em compartimentos, equipas e pólos opostos? – não sei, mas isto não tem nada a ver com esta questão…
    Ou tem?… E se tantas regras no Antigo Testamento sobre como comer e sacrificar animais, quais os animais a comer, e a oferecer… tivessem sido necessárias devido a uma nova tradição que se introduziu algures no tempo, uma então nova época da humanidade, distante de outros períodos da humanidade, em que sacrificar animais aos deuses, ou comê-los, era inconcebível. Então, afinal, tudo isto se relaciona um pouco…
    Swedenborg confirma que a Bíblia refere isso mesmo, novos  períodos da Humanidade, de seus estados espirituais (a que ele chama diferentes Igrejas).
    .
    Já nem sei o que é pior, se comer os vermes, minhocas e insectos gigantes como o fazem os chineses (bah! – eu não obrigada! mas é certo que esses animais sofrem menos) e que são compreensivelmente interditos aos judeus e cristãos (os egípcios também não comiam tal “repasto”), se antes a carnificina mundial que acontece hoje em dia, depois manjada com todo o tipo de molhinhos (e aditivos), pelos carnívoros. Mas graças a Deus, eu, não tenho que fazer essa escolha.
    .
    Há coisas fáceis de se resolverem. E uma delas, é esta. Ninguém o obriga, mas o que é certo é que ser-se vegetariano hoje em dia, é canja. Nada que se compare com as perseguições de antigamente, os ódios. Abundam as receitas detalhadas, as informações. Ninguém que saiba ler pode manter o velho “a carne é precisa”, (salvo raras excepções) porque as demonstrações em contrário, de vegetarianos abarrotando saúde, abundam ainda mais do que as receitas. E quem pode dizer que é comida de coelho?
    Entretanto:
    Não seria uma boa ocasião de os judeus vegetarianos pensarem… “que boa oportunidade de sermos solidários, comungando com outros, não judeus, de um mesmo bem… e sermos, simplesmente, vegetarianos, em vez de judeus-vegetarianos!? Afinal de contas, outros já nos vão à frente, há muitos milénios!”?

    É só uma pergunta que faço.

    .

    Com toda a probabilidade, pelo menos uma grande parte dos Essénios, e dos grupos de Cristãos gnósticos, distanciavam-se e distinguiam-se de outros judeus e cristãos, entre outras coisas, por serem vegetarianos. Quem sabe, já naquela altura eles eram perseguidos ou desprezados? Não queimaram todo o grupo de estudantes de Pitágoras, e eles não eram vegetarianos? Interessante como tanto a Igreja Cristã em geral, como o Judaísmo, têm combatido os pobres dos vegetarianos… e de forma estranha, como que perversa mesmo, escondendo a sua possibilidade, a sua existência…
    Alimentando essa ideia falsa de que a carne é a alimentação do homem. E essa imagem falsa de que másculos são os homens que comem carne, e que os vegetarianos têm que ser todos uns lingrinhas anémicos, sem vigor. Não que não os haja vegetarianos, mas isso é por outras razões e os lingrinhas vegetarianos, podem-no ser também, sem serem vegetarianos.
    Ser vegetariano em si mesmo, não é prova de nada, mas pode ser condição necessária para muita coisa. Veja-se o vídeo dos diálogos com os ortodoxos: “primeiro é preciso purificar o corpo”.
    .
    “there is a strong link between the transport of live animals and the potential spread of disease.”
    .
    .
    O sofrimento dos animais, é acompanhado da produção de hormonas e outras substâncias químicas que permanecem na carne, e que são também prejudiciais para o ser humano.
    .
    .

    Para aqueles que querem ler o necessário sobre as outras dezenas de aditivos alimentares, alguns, tão ou mais prejudiciais

    Additifs Alimentaires Danger - Le Guide Indispensable Pour Ne Plus Vous Empoisonner (Livre) - Livres et BD d'occasion - Achat et venteque o acima descrito, de forma a poderem proteger-se, e a saberem ler as “descrições” nos pacotes de alimentos, aconselho um pequenino livro por 7,60 €,

    um óptimo pequeno guia que pode levar consigo para o supermercado.
    Lamento não encontrar o livro em inglês, mas aconselho tentarem o francês, à esquerda, ou o espanhol, em baixo.
    Los aditivos alimentarios/ The Food Additives [Click for larger image]
    Esta é a edição espanhola, por 14 €, clique no livro.
    Author: Corinne Gouget
    Format: Paperback
    Publish Date: October 2008
    ISBN-10: 8497774922
    ISBN-13: 9788497774925
    List Price: $13.95
    .
    .
    O livro e uma lista dos produtos, com indicação dos seus efeitos, divididos por 3 cores, vermelho, laranja e verde. Os vermelhos são os que se devem evitar de todo, a laranja os perigosos e a verde os que não fazem mal.

    Dei-me ao trabalho de contar os vermelhos: são 170!! Estão em… tudo. Coisas tão inocentes como o queijo, por exemplo.

    Voor netherlanders die mij bezoeken, hier is een boek die iedereen zou moeten lezen, tenminste als je verantwoordlijkheid draagt voor de voeding van andere mensen.
    Samenvatting & achtergrondinformatieBegin 2007 was Will Jansen voor een culinaire reis in Frankrijk en zag in een boekwi

    nkel het boekje Additifs Allimentaires liggen. Hij was toen druk bezig met de Culinaire Almanak en vooral de wikkels van de kant-en-klaarmaaltijden die getest werden, hadden zijn aandacht ge tro k ken. Op internetsites als http://www.aspartaam.com las hij een verontrustend verhaal over E-nummers die zonder enige terughouding aan zijn eten toegevoegd worden.

    Het is geschreven door Corinne Gouget en het benoemt alle tot nu toe bekende E-nummers en hun bijwerkingen. Veertien jaar heeft Gouget onderzoeken en literatuur bestudeerd en dat alles opgenomen in een handzaam boekje. Will Jansen besloot de gids te vertalen voor de Nederlandse markt. Regelmatig kwam hij geschokt vertellen dat er zoutzuur, chloor of aluminium in zijn – en uw – eten zit. Gewoon eten dat we nietsvermoedend bij onze goedgesorteerde supermarkt kopen. En we eten zo gezond en bewust en we kopen biologisch, maar het zit echt overal in.

     
  • O mais inovador projecto de energia solar 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 07:51 on 24/01/2009 Permalink | Responder
    Tags: , sustainable development

    Distinção. Projecto de energia solar considerado como o mais inovador

    José Pós-de-Mina eleito como uma das figuras do ano pela One World

    No dia de Natal, a Central Fotovoltaica de Amareleja começou a funcionar em pleno, produzindo energia solar suficiente para abastecer 30 mil habitações do Alentejo. José Maria Pós-de-Mina, presidente da Câmara de Moura, é um dos principais responsáveis pelo maior plano de energias renováveis do mundo e a sua fama já atravessou fronteiras. …passou a figurar na lista das 10 personalidades de 2008 eleita pela organização internacional One World, que o classificou como o “autarca do futuro” da Europa.

    A distinção foi anunciada em finais de Novembro… O que começou por ser uma iniciativa para minimizar as dificuldades económicas e sociais do município acabou por transformar-se num projecto que fez do autarca um pioneiro no capítulo das energias alternativas: “O nosso objectivo passou sobretudo por reduzir uma das maiores taxas de desemprego do País e que se situa nos 15%.”

    Aproveitar um recurso que existe em abundância no concelho pareceu-lhe, portanto, “o caminho mais óbvio”. E por isso não hesitou quando há oito anos uma empresa* propôs a instalação de uma central solar na freguesia mais quente da Europa – a Amareleja. O projecto permitiu a criação de 120 postos de trabalho em Moura e foi apenas o princípio para pôr em prática outras ambições do autarca.

    Em projecto estão também iniciativas como a rede Sunflower – que envolve autarquias de oito países europeus para criar comunidades livres de carbono – e a Rede Ecos, que aguarda financiamento da União Europeia para usar energias alternativas na construção civil: “Esperemos que esta distinção contribua para acelerar a realização destes sonhos”, remata o autarca.

    * Gostava de saber que empresa foi, e a que preço.

     
  • BRAVO! ENTRE A ESPERANÇA E AS TORMENTAS 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 05:51 on 24/01/2009 Permalink | Responder
    Tags: MEP, ,

    Eles definem bem neste vídeo, um dos destinos do blogue A Ilha dos Amores…

    Gostei de ver a apresentação do MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL. Veja-a também AQUI, com MAIS VÍDEOS, quase todos bons e dadores de esperança.

    Conheci agora e fiquei entusiasmada, mas ficam várias perguntas prementes e algumas reservas, desde já.

    Movimento Esperança Portugal – Melhor é Possível – o blogue

     
  • Why we Need New Education, and New Communities! 

    Flor 20:33 on 23/01/2009 Permalink | Responder

    Our education and daily life-style precedes the choices we make when we become policy-makers, bureaucrats, business actors, researchers, activists, teachers, or do any other job. As long as we fail to acknowledge and tackle the sources of our ingrained behavioural patterns, we are patching up symptoms and risking their reproduction…

    The way people are educated. Schools and universities can be regarded as ‘vehicles of mass-socialization’. When a child goes to school, it is one of the most poignant acquaintances with the worlds outside their family home, a place where they are most influentially ’socialized’. When an 18-year old goes to college it is an important life-phase of self-actualization and one of the first steps into adulthood and relative independence from parent care. Schools and universities play a big role in the creation of world beliefs, lifestyle habits and working practices. The apparent dominance of ’short-term optimisation’ is not surprising, as this is what the majority is trained to do. Whether it be economics, law, public administration, organisation studies, business management or engineering, the focus lies on how to make current systems more efficient, maximise profits, constitute current rules and practices, or in other words: make the current regime structures function and survive through well established methods and practices. Beside such ‘mental socialization’, schools and universities also reproduce unsustainable daily practices related to transport, food, waste, spatial planning etc. They do this through their respective choices for architectural design, campus facilities, labour conditions, dining halls, waste management etc. In this way, schools and universities provide an influential example for future generations on how to think and operate throughout their lives.

    The way people live their daily lives. The far majority of people in the western world live either alone or with a partner and / or children. Student houses and some rare examples of communal living are an exception, but that is almost always a temporary situation. For most of us, the ‘private’ and the ‘professional’, the ‘inside’ and the ‘outside’, the ‘nuclear family’ and ‘the others’, comprise drastically separated worlds. Such habitual circumstances affect the way people position themselves towards their living and working environment, both physical and mentally. How can we expect people to identify with sustainability and feel ‘a sense of urgency’ with regard to environmental and societal problems, if these are associated with ‘the outside’ and ‘the others’? These societal structures shape our priorities and many of our habits such as economic optimisation (maximizing economic security for our nuclear family), consumption patterns (maximizing comfort for our nuclear family) and mobility practices (moving from the professional or social ‘outside’ to the private ‘inside’ as fast as possible).

    New ways of educating and living are not just a normative desire, but also an empirical observation. Over the last couple of decades, many thousands of people across the globe have actively created alternative forms of living and educating.

    There are hundreds of sustainable communities, ‘eco-cities’ and eco-villages throughout the world. Those who think that these communities are merely ‘isolated hippie-endeavours’, would be surprised to see how professionally many of these communities aim for sustainable development in its most integrated form, including a concrete educational goal. Not only do they practice sustainability by adapting their own life styles and consumption patterns, they also create circumstances to facilitate and enable such life style changes. These community-builders have been passionate frontrunners in designing alternative technology, new architectural designs, innovative water and forest management, social experiments such as communal living, self-governance, alternative trading, educational & pedagogical innovation, and so on. Many of these communities have organised themselves through cross-national, regional and global networks. Besides the usual associations with ‘hippies’ and ‘tree-huggers’, these communities suffer from many other stereotypical prejudices, including anarchism, social isolation, elitism, incestuous or sectarian tendencies, dogmatic idealism, etc. Even though such accusations may be justified in some cases, it should be noted that the whole environmental movement once started with people that were regarded in a quite similar way, subsequently silenced and ridiculed for decades. The fact that many environmental activists displayed fanaticism and terrorising strategies, did not render the basic ideas of the environmental movement dispensable. Quite on the contrary, environmental awareness has spread in the mean time, and sustainability discourse has been taken up by scientists, governmental institutions and businesses, to such an extent even that PR-companies across the world are now proclaiming that “green is the new gold”. In the same way, the ideas underlying the sustainable communities throughout the world can provide us with more valuable strategies for the future than most of us can imagine.

    How much resources and living species on this earth could be saved through communal living and different forms of training and education? In an era of sustainability discourse, in which many are attempting to change ‘consumer behaviour’ and ‘industrial practices’ by ’stimulating innovation’, it  makes no sense to deny the hundreds of sustainable learning communities and networks that have emerged across the globe…

    Our education and daily life-style precedes the choices we make when we become policy-makers, bureaucrats, business actors, researchers, activists, teachers, or do any other job. As long as we fail to acknowledge and tackle the sources of our ingrained behavioural patterns, we are patching up symptoms and risking their reproduction…

    The way people are educated. Schools and universities can be regarded as ‘vehicles of mass-socialization’. When a child goes to school, it is one of the most poignant acquaintances with the worlds outside their family home, a place where they are most influentially ’socialized’. When an 18-year old goes to college it is an important life-phase of self-actualization and one of the first steps into adulthood and relative independence from parent care. Schools and universities play a big role in the creation of world beliefs, lifestyle habits and working practices. The apparent dominance of ’short-term optimisation’ is not surprising, as this is what the majority is trained to do. Whether it be economics, law, public administration, organisation studies, business management or engineering, the focus lies on how to make current systems more efficient, maximise profits, constitute current rules and practices, or in other words: make the current regime structures function and survive through well established methods and practices. Beside such ‘mental socialization’, schools and universities also reproduce unsustainable daily practices related to transport, food, waste, spatial planning etc. They do this through their respective choices for architectural design, campus facilities, labour conditions, dining halls, waste management etc. In this way, schools and universities provide an influential example for future generations on how to think and operate throughout their lives.

    The way people live their daily lives. The far majority of people in the western world live either alone or with a partner and / or children. Student houses and some rare examples of communal living are an exception, but that is almost always a temporary situation. For most of us, the ‘private’ and the ‘professional’, the ‘inside’ and the ‘outside’, the ‘nuclear family’ and ‘the others’, comprise drastically separated worlds. Such habitual circumstances affect the way people position themselves towards their living and working environment, both physical and mentally. How can we expect people to identify with sustainability and feel ‘a sense of urgency’ with regard to environmental and societal problems, if these are associated with ‘the outside’ and ‘the others’? These societal structures shape our priorities and many of our habits such as economic optimisation (maximizing economic security for our nuclear family), consumption patterns (maximizing comfort for our nuclear family) and mobility practices (moving from the professional or social ‘outside’ to the private ‘inside’ as fast as possible).

    New ways of educating and living are not just a normative desire, but also an empirical observation. Over the last couple of decades, many thousands of people across the globe have actively created alternative forms of living and educating.

    There are hundreds of sustainable communities, ‘eco-cities’ and eco-villages throughout the world. Those who think that these communities are merely ‘isolated hippie-endeavours’, would be surprised to see how professionally many of these communities aim for sustainable development in its most integrated form, including a concrete educational goal. Not only do they practice sustainability by adapting their own life styles and consumption patterns, they also create circumstances to facilitate and enable such life style changes. These community-builders have been passionate frontrunners in designing alternative technology, new architectural designs, innovative water and forest management, social experiments such as communal living, self-governance, alternative trading, educational & pedagogical innovation, and so on. Many of these communities have organised themselves through cross-national, regional and global networks. Besides the usual associations with ‘hippies’ and ‘tree-huggers’, these communities suffer from many other stereotypical prejudices, including anarchism, social isolation, elitism, incestuous or sectarian tendencies, dogmatic idealism, etc. Even though such accusations may be justified in some cases, it should be noted that the whole environmental movement once started with people that were regarded in a quite similar way, subsequently silenced and ridiculed for decades. The fact that many environmental activists displayed fanaticism and terrorising strategies, did not render the basic ideas of the environmental movement dispensable. Quite on the contrary, environmental awareness has spread in the mean time, and sustainability discourse has been taken up by scientists, governmental institutions and businesses, to such an extent even that PR-companies across the world are now proclaiming that “green is the new gold”. In the same way, the ideas underlying the sustainable communities throughout the world can provide us with more valuable strategies for the future than most of us can imagine.

    How much resources and living species on this earth could be saved through communal living and different forms of training and education? In an era of sustainability discourse, in which many are attempting to change ‘consumer behaviour’ and ‘industrial practices’ by ’stimulating innovation’, it  makes no sense to deny the hundreds of sustainable learning communities and networks that have emerged across the globe…

     
  • O Melhor Café 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 22:17 on 22/01/2009 Permalink | Responder
    Tags: ,

    Dos melhores blogues que conheci:   

    República do Café VIDA E CULTURA DE CAFÉ

    Eu, que ainda não cheguei ao tempo (nunca se sabe o futuro) de frequentar cafés, gostei deste a valer. Ao menos lá, sim, vê-se boa gente, ouvem-se pessoas inteligentes, encontram-se artistas… e muito mais.

    O que se segue é um extracto:

    Para o café!

    Quando estás preocupado ou tens algum problema − para o café!

    Quando ela falta ao encontro, por uma razão ou por outra − para o café!

    Quando os teus sapatos estão velhos e rotos − café!

    Quando o teu rendimento é de quatrocentas coroas e gastas quinhentas − café!

    Na repartição fazes cera, embora ambicionasses honras profissionais − café!

    Não conseguiste encontrar o teu par ideal − café!

    Tens vontade de cometer suicídio − café!

    Detestas e desprezas os seres humanos, mas ao mesmo tempo não consegues
    passar sem eles − café!

    Compões um poema que não consegues impingir aos amigos que passam na
    rua − café!

    Quando o teu carvão se acabou e a ração de gás se esgotou − café!

    Quando ficas fechado na rua e não tens dinheiro para mandar abrir a porta − café!

    Quando arranjas uma nova paixão e desejas provocar a antiga, levas a nova ao
    − café da antiga!

    Quando te queres esconder, mergulhas num − café!

    Quando queres ser visto num fato novo − café!

    Quando já não consegues nada fiado em qualquer outro sítio − café!

    Peter Altenberg

    © Tradução de J.B.

    fotografia: Peter Altenberg no Café Central,
    Viena, 1907.

    E já agora o link, para um artigo de 2006, com biografias dos frequentadores do Café Central de Viena, não excluindo as mulheres – Milena Jesenská,Alma Mahler-Werfel, e mais, muito mais.

     
  • Como vir a encontrar-se com Deus 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 12:53 on 22/01/2009 Permalink | Responder
    Tags:

    O que é que preciso (fazer, realizar, proporcionar, proteger, tornar possível, deixar) para entrar em contacto com Deus? - insiste uma mulher. E ele, responde.

    No outro dia, eu a perguntar-me se o tempo e esforço de A Ilha dos Amores, valia a pena. Logo na manhã seguinte dei com este vídeo*  classificado por outros de inspirador; também o é para mim e para a Ilha dos Amores; cuja existência se deve e se relaciona com …  tudo ISTO, inteiramente: na sua complexidade, na sua simplicidade, e nas suas dificuldades.

    * no Visibilium

    .

     
    • dissidentex 23:43 on 22/01/2009 Permalink

      Terpsichore:

      Off topic, antes de mais.

      Reparei que linkou o dissidente-x, a propósito de um post do blog blasfémias.

      Importa esclarecer antes demais o seguinte: politicamente sou de esquerda, não de direita.
      Embora abomine a actual”esquerda” que temos que aturar em Portugal, quer na versão Governo, quer nos outros dois apêndices (embora o BE ainda escape em algumas coisas).

      Estou-lhe a dizer isto, para que não existam dúvidas da sua parte.
      Ou seja, atenção que não sou da mesma área política da maior parte dos blogs linkados na sua barra lateral.
      Isto por um lado.
      Por outro, ofereço-lhe sem me pedir o conselho de não perder tempo a comentar as alarvidades do blog blasfémias onde um conjunto de “odiadores” profissionais da democracia, finge que é liberal e escreve algumas das coisas mais intensamente estúpidas, sob qualquer parâmetro de análise, que se consiga considerar.

      Por isso você “exalta-se” lá sem necessidade nenhuma…(ou seja, com aqueles gajos não vale a pena…)

      Nota lateral: Eu oportunamente (é necessário combater a inércia e a preguça) linko aqui o blog…

      Bom, e era só isto…

  • Blogues amigos, aniversário 

    Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente 22:15 on 21/01/2009 Permalink | Responder

    João Marchante, muitos parabéns com os dois anos de Eternas Saudades do Futuro!

     
c
compor novo post
j
próxima publicação/próximo comentário
k
previous post/previous comment
r
reply
e
editar
o
show/hide comments
t
go to top
esc
Cancelar