Há anos atrás criei este blog , dedicado a Portugal, segundo alguma perspectiva mais a mim ligada, como seja a perspectiva espiritual e artística.
Como eu não tinha ainda outros blogs em funcionamento, a temática do blog também se foi dispersando. Hoje, estou a usar uma série de blogs que me permitem mais organização. Gosto da organização porque é assim que posso reencontrar o que vou guardando, e esse é um dos meus objectivos. Publico essencialmente para mim, se bem que não só. Vou continuar com a ideia inicial, de ter o blog para actividades ligadas com o bem do nosso País,
e com a realização do ideal de uma vida espiritualmente rica para todos os que a procurem.
Que dia melhor para abrir este blog ? Com o tempo poderão também ir conhecendo os meus outros blogs… São de começo recente, na maioria.
Long time ago – excuse me if this has to come in English….. i’m thinking in English and can’t switch right now.
i wrote about my meditations on the first commandment. Well i mentioned them, wrote a little about it. I suddenly realized that the first commandment is not what we think it is, and that we got to make efforts in order to follow that commandment. Instead of thinking, as we normally do, that that doesn’t have to do with us… because to assassinate someone is far from our actions.
It is rich, i tell you, to start meditating on these commandments. That is of course how we can become really good people, instead of only superficial “good” people which is often not good at all.
Very recently i have found out what Swendenborg is saying about the commandments, and it is also very interesting. And this is how it goes. I am always pleased to have this… It ‘s a good thing in my life, i tell you.Hey! A good thing in my life ! And that is that i first discover, understand it inside, and then come to read it somewhere. Something strong in my soul and spirit, stops me from reading esoteric religious or spiritual literature, which might have become a burden or even a wall of deviation. It would be nice if that would be the reason for the secrets of mystery schools and for the secrets of the masons.
Try to discover for yourself. That is so nice, such an empowering feeling. I didn’t even conclude my meditations on this. As a matter of fact it was just a beginning. But i had to think of those posts of mine here at A Ilha dos Amores, when i saw this video.
For the ones who don’t know, what i considered is that in order for us not to kill, we need to feel desperate and full of desire and thirst to change our lives and society… etc. Because the most of us are co-responsible in killing.
Let me give an example: you have an intelligent mind by which you are a Phd. You have a good mind to see the relations of causality. You get a job in a laboratory, or a company or a hospital… and you don’t do research to see how the end product of what you are working in is going to be used. You think for yourself “well, that is not my responsability”. Or “that is always how it is with human beings, everything can be used for evil or for good, i can’t do anything about it”.
I recently read about a man who has been doing an expensive decades long research on some good use for one of the most poisonous substances that has been fabricated… After all that money, energy, time, work spent, of course he discovers some good use for it: it can help some people who are having spasms. Well, ja….
First things is that there were maybe already perfect medicines for people who were having spasms, (I have had it once and know how bad it is) so, this discovery is just one more on the shelves of the pharmaceutic industry. And the second thing is that they never tell you the dozen of good things that would have been discovered and done, if the same money, time, resources and effort was given to more pleasant things then fabricating poisons to kill and harm and hurt and torture people. But of course: why do they pay millions to such a ridiculous research? Because like this, the company can have an excuse to fabricate it by tons.
I suppose that when anyone reads this, he thinks “you are telling me the obvious”. But how many people do inquire into the consequences and interrelations of their work. Because all this, and much more is related to commandment one. And which commandment could be more related with the stopping of War ?How far do we go in inter-relating things, so as to really understand the causes and effects ?
….
How many people have worked at the development of the advanced technical knowledge in order to make a submarine invisible? And then let it go around full of nuclear arms….
So, the next great wars will be announced like this “an accident, a mistake made that that whole continent disappeared after a great nuclear explosion with the consequence of the spreading out of lethal poison all over the earth….
It sounds familiar…
I have always wondered at the people i have heard of who mentioned Atlantis, as a good and desirable example of advanced people. It is considered among many Atlantis civilization “believers” that it collapsed under some technical abuse or wrong use. So, the meditation needs to be “which mistake did they do, what was missing?”. What do we need to do differently ?
Maybe that is why some ideas of New-Age have become almost general consensus…. while I never heard anything else anymore about Atlantis… We are not supposed to remember and think: Wait a minute! We have more then technical knowledge enough and what we are missing is love.
Whether we call it Atlantis or Ancient Church, as Swedenborg explains, it is the same. And now as then, we are before the same situation and choice.
So it is maybe not surprising if what i say is nothing new. It isn’t. New is to do it. To find ways in which we can put more love in practice. And that i can not do alone.
A estrela Betelgeuse, uma supergigante vermelha também chamada de Alfa Órion, localizada na constelação de Órion, tem uma cauda de gás do tamanho do nosso Sistema Solar, indicaram fotos de uma precisão sem precedente publicadas nesta quarta-feira pelo Observatório de Paris. É uma estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª estrela mais brilhante no firmamento. Seu diâmetro varia entre 500 e 900 vezes o do Sol. No diâmetro máximo, a estrela seria maior que a órbita de Saturno se colocada no lugar do Sol. Apesar de ser apenas 14 vezes mais massiva que o Sol, é cerca de algumas dezenas de milhões de vezes maior em volume, como uma bola de futebol comparada a um grande estádio de futebol.
É uma das 12 estrelas em que os telescópios actuais podem visualizar o seu disco real.é uma estrela mil vezes maior que o Sol. Isto significa que se estivesse no centro de nosso Sistema Solar, se estenderia até Júpiter, passando por Mercúrio, Vênus e a Terra.
E já agora lembrando um dos livros mais bonitos, que viajou comigo pelo mundo inteiro… A Criança e a Vida, escrito pelos alunos da grande pedagoga MªRosa Colaço
O AMOR
O amor é como duas borboletas que estivessem
sobre uma rosa, a mais linda de todas do jardim.
O amor tem que haver.
Se não houvesse amor não havia nada bonito.
O amor são duas duas estrelas a brilhar, a brilhar.
A rosa e o sol são o amor.
O amor é a poesia.
O amor são dois passarinhos a construir a sua casinha.
O amor é não haver polícias.
Inácio da silva cruz
10 anos
Este poema de uma criança é uma imensa obra metafísica.
Ser de esquerda é, como ser da direita, uma das infinitas maneiras que o homem pode escolher para ser imbecil: ambas, com efeito, são formas de hemiplegia moral.
Uma das infinitas maneiras que a mulher (inclui o homem! graça:)) pode escolher para esquecer as direcções que a libertam (de dogmas e da escravatura – lol) – na vertical.
Do interior ao voo, sem foguetões, CIA, Papa ou Rockefeller! …
É extraordinário, porque depois de vermos o que é, vemos também que é o mesmo com as pessoas!!
Todos queremos ser úteis!!! … muitos de nós precisam apenas disso: ser finalmente reconhecidos, amados e dados uma chance de poder fazer a nossa parte.
Está aqui o segredo: quando quisermos as pessoas pela parte que elas podem dar. Não por aquilo que nós temos e queremos exigir que os outros também tenham. Não por aquilo que o “establishment” quer, mas por algo que certamente nos falta, e para o qual nós estamos fechados, nem damos pela falta dessas coisas, nem sabemos que se podem transformar numa inimaginável riqueza.
O cancro existe tanto e nas proproções assassinas que lhe conhecemos, devido aos cancerígenos que produzimos, unicamente porque há industriaias que ganham fortunas – e consequente poder - com isso.
Chama a isto, produzir riqueza?
Não acha que produzir coisas sãs, que contribuem para a saúde e felicidade das pessoas é que é riqueza?
Todos os anos surgem 350 novos casos de cancro pediátrico, até aos 14 anos, em Portugal. E a partir dos 14 anos?
Todos os que quermos podemos tornar-nos mágicos, e não deixar que milhões de criancinhas percam o seu cabelo e felicidade, no futuro.
Tornando-nos conscientes da cultura de crueldade e guerra que criámos. NÓS criámos. NÓS colaboramos. NÓS pagamos.
Um dos argumentos utilizados na defesa dos OGM é de que só com alimentos transgénicos será possível mitigar a fome mundial. Nada mais falacioso. Tem sido precisamente a saga de um comércio de trocas desiguais, de que as multinacionais são grandes responsáveis, que tem fomentado a fome no Mundo e o caso da Índia é claro exemplo disso. Pague-se o justo valor à agricultura tradicional e veremos surgirem de novo mercados de lavradores por todo o Planeta. Lembramos que só 10% da crusta terrestre é utilizada na alimentação do homem. Significa que a fome só existe porque convém à Economia vigente, que vive da escassez, em muitos casos induzida para criar dependências e a alta de preços.
……Infelizmente, este aspecto não foi referido na “mídia” portuguesa. Porque será?
A história dos agricultores indianos é exemplar a respeito do que estamos a reflectir. Aliciados pelas vantagens económicas do Algodão Bt, um algodão com um gene resistente a um tipo de praga endémico na América do Norte, abandonaram a cultura tradicional. E o fizeram sob o beneplácito das autoridades indianas regionais, algumas das quais ditas de Esquerda. Para tanto, foi-lhes facilitado financiamento para a compra das sementes transgénicas à Monsanto, maior empresa do ramo, que garantia o escoamento da produção a preços, claro está, deflaccionados. Com o tempo verificaram que afinal o Algodão Bt não era tão imune a pragas como os seus patrocinadores publicitavam. Por recomendações dos técnicos da multinacional, complementaram o tratamento com pesticidas, claro, da Monsanto. Tiveram então que recorrer a mais crédito, um crédito cada vez mais caro. Mais tarde, uma outra praga ataca as raízes do Algodão Bt e destrói toda uma safra. Em pouco tempo, os algodoeiros indianos vêem-se sem produção e com uma dívida monstruosa às costas, com os agiotas, alguns trabalhando como agentes para a Monsanto, a bater-lhes às portas. Sem alternativas, nem sequer de voltar às culturas tradicionais por falta de sementes isentas de OGM e porque os solos se encontram contaminados e estéreis, alguns entregam as terras e migram para as cidades com as famílias, juntando-se aos milhões de famintos que por lá pululam. Outros, pura e simplesmente suicidam-se. Contam-se cerca de 25 000 suicídios entre os pequenos e médios proprietários de terras de Algodão Bt, até ao final da década de noventa.
A Índia é um país habituado à pobreza. Se as pessoas se matassem na Índia por serem pobres, onde estariam elas? Um indiano não se mata por ser pobre. Mas um indiano assolado pelos tubarões assassinos* que lhes chuparam o sangue e as suas vidas, é outra coisa. Arruinados, traídos, humilhados, sem recursos, condenados até ao fim da vida com situações e dívidas injustas e insolúveis. Escravizados.
A mim custa-me imaginar a dor e o desespero que são precisos para levar 25.000 portugueses ao suícídio, nuns poucos de anos. Portugueses, indianos, é a mesma coisa. O que fazer para que não chegue essa hora para Portugal, e para muitos mais milhares em todo o Mundo?
* Concerteza que muitos dos que ajudaram os agricultores a adoptarem os transgénios, fizeram-no por bem. Não sabiam melhor. Alguns, não podiam mesmo saber.
Esta riqueza é dedicados aos caros visitantes que têm a bondade de deixarem rasto nesta tão insignificante Ilha, à minha amiga “Looker” , à Ana Paula, ao Diogo, ao Alberto,e, devido ao lindo inglês, também ao Atrida.
Ah, e ao CAA também. Espero que isto é que seja não seja mesmo “areia demais para a sua camioneta”.
Chaplin decide ajudar uma pobre cega pagando-lhe uma operação oftalmológica, para o que procura várias maneiras de ganhar dinheiro.
A cena é mesmo de rir muito. Um bom começo do dia.
Gostaria de meditar convosco sobre o 5º mandamento.
Quer-me parecer que se cumpríssemos o que diz esta frase de duas palavra, isso seria o suficiente para diminuir talvez uns 50% do sofrimento no mundo. Talvez menos, mas nunca menos de 25%; talvez mais do que 50%.
Gostaria que comentassem com as vossas reflexões.
Para a maioria de nós, certamente para todos que se dêm ao trabalho de ler os pensamentos que aqui anoto, o 1º mandamento é compreendido imediatamente, quase não nos diz respeito. Não precisamos de reflectir sobre a questão. Aliás, muitos acham que nem é preciso o primeiro mandamento, mas isso é um outro assunto. Seja ele ética ou religião, consciência própria ou lei, concordamos com ”não matarás”, e nem sequer constitui grande ajuda moral, já que não pertence aos problemas com que a maioria de nós se debate.
Mas será isto verdade?
— Não matarás!
Será que os nossos pensamentos são demasiado superficiais, será que vivemos demasiado futilmente, e que afinal ainda não compreedemos toda a riqueza desta simples frase?
Sabemos da questão desde sempre analisada em separado, da legitimidade do matar em Guerra. Esse aspecto, que igualmente dá pano para mangas, deixo aqui de parte.
Já reparámos que matar vai muito além de espetar uma faca em alguém, vai muito além do assassínio criminal evidente. Há os que pagam para outros assassinarem e há os que obrigam e forçam outros a assssinar, ou a matar.
Mas eu gostaria de falar de outro aspecto. Vou começar por contar um diálogo verídico.
Busto romano em argila, III dC
Ele era todo pretinho e o nome escolhido foi “Roosje” . Falo-vos do coelhinho preto que comprei para a minha criança.
— O que é que ele deve comer, cenouras e alface? — Na loja, peço as instruções para o cuido do bichito.
— Cenouras sim, alface NUNCA.
— ?
— É cancerígena.
— ??????
— Sim, os coelhos morrem de cancro quando se lhes dá alface. Por causa da proporção de pesticida demasiado alta.
Acrescento que estas lojas são especialistas e sabem muito bem o que dizem e fazem devido a existir o “coelho holandês”
Se ainda quiser confirmar, espreite aqui nesta lista de comida que pode dar ao coelho. Verá que está escrito para não dar alface, os dois tipos de alface que até à pouco tempo eram os únicos existentes na Holanda, (recentemente apareceu um novo tipo de vegetal para salada chamada alface-romana o qual, sendo um tipo de endívia, é permitido dar).
Não precisa portanto de ter dúvidas. Amplamente confirmado em laboratórios e fora dele, os coelhos morrem de cancro devido aos pesticidas cancerígenos presentes na alface, sempre numa concentração demasiado alta.
Perguntei ao homem da loja:
— Oh, … mas nós podemos dar alface às nossas crianças?
— Bem, na minha casa, não damos. — Sorriu sugestivamente: — Mas o corpo das crianças é maior, e sendo os pesticidas numa concentração infeiror, o organismo consegue ir distribuindo ou eliminando parcialmente os tóxicos ingeridos… nos melhores dos casos, pelo menos.
Porque é estritamente necessário à comercialização do coelho holandês, a informação, se bem que mínima, é dada.
Já pela saúde do seu bebé, a mesma informação é omitida.
…Distinguem-se portanto a superstição da religião. As ideias falsa das “sãs noções acerca da Divindade”. E conclui-se que a religião, como a astronomia – e bem longe da superstição – é uma busca do real e de verdade, como o será a astronomia, zona de conhecimento humano que não nos passaria pela cabeça querer eliminar. É como uma mãe sábia, no seio da qual podemos encontrar sabedoria e investigar. Talvez não tanto a constituição física dos espaços externos, como a astronomia – mas sim a constituição espiritual dos espaços internos da alma e do ser humano!?
É interessante verificar como, sendo a guerra, a chacina e inconcebível tortura e perversão, consumada à custa do uso do “avanço” da técnica e da ciência (ou são, meus caros, as bombas e os demais instrumentos de chacina, fabricados pelos padres, eclesiásticos e outros religiosos perversos, em laboratórios secretos?) – é interessante verificar como ninguém clama – vai-te, arreda-te oh técnica! Mataste e matarás milhões de crianças. Não.
Porque será, meus caros, que tal como se não quer eliminar a astronomia – nem mesmo agora que ameaçamos espalhar no silêncio do Espaço a praga da cólera e ignorância humana – tal como se não quer eliminar a física, depois de tanto horror seguindo-se a Hiroshima, porque se compreende que o defeito não está na mesma, mas sim no mau uso dela; porque será que da mesma forma, não raciocinamos a respeito da religião?
E porque não compreendemos que superstição, isso sim, é nós acharmos que aquilo que não é senão fruto da nossa ignorância sobre as mais básicas verdades interiores, aquilo que não é senão para o que, às vezes, as verdades mais essenciais da religião nos apontam e avisam; aquilo que não compreendemos e que não evoluímos, aquilo que é fruto da nossa cegueira, isso sim, é a causa dos males que acusamos na religião. E é a causa da perversão da religião. Da ignorância, na religião.
Será que essas sementes de cólera existem não devido à religião – mas muito pelo contrário, por ela ter sido agrilhoada e pervertida, e mantida nas mãos da incompetência, da maldade e da ignorância humana – tal como durante séculos e séculos a ciência se manteve agrilhoada na nossa superstição e ignorância?
Quantos mais mortos, em nome de uma das formas da pior ignorância, vestida de sabedoria e julgando-se dota, são necessários, para provar que os odiosos do Sagrado, têm actuado na História ainda mais frequentemente (e quase exclusivamente) com ódio feroz?
A religião é um dos pretextos mais usados para alcançar o poder, normalmente aniquilando o ‘outro’ pelos meios que a época permita. A religião é um adquirido moral que não admite refutação e fractura as pessoas dizendo que as quer unir.
A essência da religião, de qualquer uma, pressupõe uma semente de ódio feroz – porque não há nada mais dramático do que o sentimento que opõe aquele que julga deter a verdade na sua mão direita e o ‘outro’ que, por qualquer razão inconcebível ao primeiro, se recusa a adoptá-la. – CAA
Vejamos:
1.
Tem razão. E se alguém, ou milhares de pessoas mataram e matam pelo poder, mas em nome de Deus, como é que é possível que tantas pessoas cultas e inteligentes façam o erro de acreditar que então eliminando Deus – se já não matará, ou que menos se matará. Pois se, como diz o CAA, é apenas um pretexto! Óbviamente, ao ser eliminado esse pretexto, logo outro se encontra, já que a causa permanece.
1.a. Toca assim numa das questões mais cruciais: a do erro de se dizer que a religião é causa das guerras. Ela não é causa mas pretexto. Diminuir ou eliminar a guerra, exige procurar as causas – e não os pretextos.
1.b. Porquê que há tantos a acreditarem nesta ideia sem a analisarem – a de que as religiões, ou a crença em Deus são causa de Guerra – depois de ter existido a Rússia, Stalin, Mao-Tse-Tsung, etc.etc.? Ultrapassa-me. Não está toda a gente farta de saber que mesmo sem (a ideia de) Deus, ou (de) Anjos, ou sem as (pelos ateístas consideradas) ‘’superstições”, a mesma violência continuou, os mesmos crimes?